CPQD Podcast
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NLT – Operadora móvel virtual autorizada pela ANATEL
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Junte-se a nós nesta live em parceria com a NLT – operadora móvel virtual autorizada pela ANATEL – e conheça cada detalhe do verdadeiro impacto da internet das coisas na transformação digital em todos os setores da economia.
Conheça os participantes da transmissão:
• Marcio Funes (moderador): Arquiteto de Softwares – CPQD
• André Martins (painelista): CEO – NLT
• Norberto Alves (painelista): Gestor de Soluções Sistêmicas de IoT e IA – CPQD
Olá, boa tarde. Seja muito bem-vindo a mais um LiveConnect CPQD. Meu nome é Márcio Funes, atuo como arquiteto de software no CPQD, nas áreas E de IA e IoT. E primeiramente gostaria muito de agradecer a presença de todos que estão conosco nesse encontro virtual. Bom, agora vou me descrever, eu sou um homem de pele branca, cabelos castanhos até o ombro, estou usando um óculos sentado em uma cadeira e atrás de mim, tem uma parede branca. Bom, hoje nós temos um tema muito especial, é um tema que está aí na tecnologia emergente em diversos alimentos, e interesse para muitas pessoas aí, que é o tema de internet das coisas. Porém, hoje nós vamos explorar o tema de internet das coisas sobre um prisma diferente, não de forma geral, mas um prisma de conectividade, plataformas e principalmente gerenciamento de dispositivos conectados. Bom, a live que você está acompanhando agora tem duração planejada de mais ou menos uma hora. E para abrilhantar bastante a nossa discussão nesse painel, eu conto com a presença aqui de duas empresas muito, muito relevantes no setor de tecnologia, que é a NLT e o CPQD. Então hoje vamos conversar sobre aplicações atuais de IoT no Brasil. Bom, juntamente aqui comigo, nós temos dois convidados. Eu vou começar, vou pedir para que eles se apresentem logo na sequência, começando aqui com o André Martins, ele que é CEO da NLT. Fala André, boa tarde, tudo bem com você?
SPEAKER_00Boa tarde, Márcio, tudo bem?
SPEAKER_02Se quiser se apresentar, fique à vontade.
SPEAKER_00Ok, meu nome é André Martins, eu sou CEO da NLT Telecom. Como o Márcio falou, assim, eu sou de pele branca, cabelo castanho escuro, curto, barba, castanho com alguns fios brancos, sentado num fundo verde.
SPEAKER_02Maravilha, André, muito obrigado pela presença desde já. E também, juntamente com o André, nós temos a presença do Norberto Ferreira, ele que é gestor de soluções de IoT e A do CPQD. Olá, Norberto, boa tarde.
SPEAKER_01Olá, olá a todos, boa tarde, olá, André, olá, Márcio. Muito legal estar aqui. Aproveitando para me apresentar também, sou branco, cabelos grisalhos, curtos, olhos castanhos, os óculos com aros azuis, e tenho ao meu fundo uma parede branca completamente lis. Muito bom estar aqui.
SPEAKER_02Muito obrigado já por aceitar nosso convite aí, especialistas, para a gente bater esse papo hoje sobre IoT, conectividade, plataformas e gerenciamento de dispositivos. Quero aproveitar também e lembrar aqueles que estão nos ouvindo e acompanhando essa live, que você pode mandar a sua pergunta aqui no chat. Mande a sua pergunta, que nós teremos aí algumas discussões, então a participação de vocês é muito importante, relevante para nós. Bom, para começar a fomentar a nossa discussão, André, talvez algumas pessoas que estão nos acompanhando não conheçam a NLT. Então eu pedi para você, se possível, você contar um pouquinho do histórico da NLT, quem é a NLT, o que é a NLT no mercado atual, e qual é a relação dela com a IoT.
SPEAKER_00Claro, Márcio. Bom, a NLT é uma operadora de telecomunicações, licenciada pela Natel, nós temos a licença tanto da do SMP, Serviço Móvel Pessoal, para a rede móveis, como também de SM para outras aplicações de internet e de conexão à rede. A NLT nasceu com o intuito de prover conectividade para o mercado de IoT. Então, diferente de outras operadoras de telecomunicações que a gente está acostumado a ver no mercado, a gente não trabalha com usuário final. A gente trabalha realmente somente com as máquinas, a conexão de máquinas. Então, ter uma operadora dedicada exclusivamente à conectividade de máquinas para o mercado de IoT é fundamental para o fomento desse ecossistema. And, além de tudo, a NLT não está focada somente em um tipo de conectividade. A gente entende que no mercado de IoT, no mercado de conectividade de máquinas, você tem várias demandas por tipo de rede para conectividade. Você pode ter conectividade por rede celular, você pode ter conectividade por rede LoRa, LoRa One, ou outra LP One disponível, você pode ter demanda para, às vezes, de LTE privado, onde não tem sequer uma rede GSM disponível, às vezes satélite, então você tem aí um arsenal de redes disponíveis para LT e NLT especializada, na verdade, em integrar essas redes para prover ao cliente, seja a empresa ou seja o provedor de soluções, um solution provider, provê a ele todas as redes disponíveis através de um único API Gateway. Então, facilitando muito a contratação e o gerenciamento desse tipo de rede para aplicações de IoT.
SPEAKER_02Perfeito. Você citou e falou sobre o ecossistema de IoT. Como que a NLT se encaixa e as soluções que ela oferece, especificamente no contexto do ecossistema de IoT no cenário brasileiro?
SPEAKER_00Perfeito, Márcio. Vou te pedir um apoio naquela primeira imagem. Então, para eu poder mostrar para os nossos visitantes aqui, como é que funciona esse ecossistema de IoT. Resumindo aqui o Epson de IoT, a gente tem as cinco principais camadas elencadas pelo Gartner, mas eu vou aqui me ater a três delas, principalmente, tá? A primeira camada de baixo, que você vê com o fundo verde, é uma camada de dispositivos. Então, todos os dispositivos, sejam eles atuadores ou sensores, eles ficam alocados nessa camada específica. Para se comunicar com a primeira camada de cima, que é a camada de plataforma praticamente, ele tem que ter um tipo de rede. Ele tem que ter algum meio de comunicação do dispositivo para a plataforma. E aí é onde a NLT se encaixa perfeitamente para prover esse tipo de conectividade. Não só conectividade de rede celular, como eu falei, outros tipos de conectividade disponíveis também. Dando alguns exemplos, você pode ter, por exemplo, num agronegócio, você pode ter sensores de umidade de solo e você tem máquinas, tratores, coletadeiras que vão se conectar via uma rede mais larga. Então, dando o exemplo do agro, que é um exemplo que a gente consegue ter quase um ecossistema completo de dispositivos, você tem dispositivos de baixo consumo, como eu falei aqui, os sensores de umidade, de pH do solo, atuadores para ligar a irrigação, os tratores que vão fazer a colheita do material. Cada tipo de dispositivo desse vai usar um tipo de rede diferente. As máquinas, as colitadeiras vão usar talvez um LTE privado, podem usar também uma rede GSM, uma rede móvel, celular para isso. Os sensores de imagem do solo vão utilizar fatalmente alguma rede LP One, uma rede LoRa, uma rede Sigfox, outro tipo de rede mais simples, mais dedicada a esses pequenos sensores. Mas tudo isso precisa se conectar à plataforma de gestão. Então, ter uma operadora que tenha um framework completo dessas redes é fundamental para o sucesso da solução completa. É assim que a NHQ se encaixa nessa estrutura e nesse ecossistema de IoT. Eu dei o exemplo do agro, mas obviamente a gente pode multiplicar, a gente pode replicar isso em smart seats com sensores de vaga rotativa, com rastreamento de veículos, com sensores de vento, de predição de desastres. Então, cada dispositivo e cada digação dessa pode utilizar um tipo de rede. E ter uma operadora que é cross-connectivity, como a gente fala, conectividade híbrida, é fundamental para o sucesso da solução.
SPEAKER_02Perfeito. Bom, o tema de hoje, em especial no contexto da IoT, é conectividade. Que tipo de conectividade a NLT trabalha atualmente no mercado?
SPEAKER_00Então, dentro de todas as redes que estão disponíveis hoje no mundo e no Brasil para a IoT, a NLT principalmente tem a rede celular disponível em todo o Brasil. A gente é uma Full MVO, uma MVNO autorizada que usa a rede de acesso da Vivo. Então, aonde tiver em NodeBe, onde tiver a antena da Vivo, essa antena é capaz de direcionar os SIM carros da NLT diretamente para a nossa rede. Nós também utilizamos a rede LoRaOne, que tem toda a infra da American Tower no Brasil. Então, a gente tem dois grandes provedores de Last Mile, como a gente chama, de rede para a gente, que é a rede da Vivo e a rede LoRaOne da American Tower com a Ethernet. Essas duas redes são as duas redes principais que utilizamos hoje para a conectividade de IoT. E a gente faz algumas redes específicas sob demanda para alguns projetos, como no caso de LTR privado. Quando tem projetos de agro, de indústria ativista, ou de ferrovias, ou outro elemento como esse, que não tem disponibilidade de redes de SM, então a gente pode sim fornecer soluções de LTR privado, e até LTE privado também é híbrido para essas aplicações.
SPEAKER_02Bom, eu imagino que para que tudo isso se consiga sustentar, você precisa de uma arquitetura muito bem elaborada, e aí para que nossos ouvintes possam acompanhar. Você poderia falar um pouquinho para a gente como é a arquitetura da NLT atualmente?
SPEAKER_00Claro, a arquitetura da NLT foi desenvolvida perfeitamente para o provedor de plataforma. A gente fala que a gente faz parte de um ecossistema, e é importante que cada participante, cada player desse ecossistema tenha noção de qual é o seu papel nesse ecossistema. A gente entende que os provedores de plataforma são fundamentais para customizar e para entregar para o cliente final uma experiência satisfatória de uso desse IoT. E o que a gente faz então, na verdade, é, dentro desse leque de redes que nós temos disponível, nós temos tudo isso integrado nos nossos servidores, no nosso core, e isso é direcionado para o produto de plataforma através de APIs. Então, ao invés de um cliente ter um dashboard ou uma plataforma da NLT, a gente saiu dessa oferta e deixamos essa oferta para os provedores de plataforma. E como a nossa conectividade é uma conectividade agnóstica, praticamente, eu entrego isso também para plataformas agnósticas. Então eu posso me conectar à plataforma A, plataforma B, plataforma C, da mesma forma para todos eles. E o cliente pode escolher qual é a melhor solução para ele. Se ele quer usar o dispositivo ABC com a rede da NLT e com plataforma DEF, não tem problema. A nossa conectividade é agnóstica. Ela consegue se conectar a quaisquer dispositivos, obviamente homologados para poder trafegar nas redes que nós atuamos, como também quaisquer plataformas que já estejam também integradas com o nosso core, ou que possam pegar a documentação de integração, que também a gente está super aberto a discutir isso com outros provedores, para que tenham acesso e, obviamente, ter acesso aos elementos de rede e informações provenientes da nossa rede. Essa imagem que está aí presente é mostrando um pouquinho da arquitetura da NLT em relação à rede LoRoOne. LoRoOne é uma das vedetes hoje do IoT, é muito utilizada para utilities. A gente já tem algumas applications, alguns cases muito interessantes de utilities. E obviamente, pela simplicidade, pela facilidade desse tipo de rede, isso torna muito mais fácil a implementação. O Time to Market é quase que imediato isso aqui. Aqui a gente tem um exemplo de arquitetura, onde eu tenho no lado esquerdo as torres, onde tem os gateways LoRaON, que obviamente vão conectar os dispositivos, seja os smart metering ou outros dispositivos quaisquer aplicáveis com LoRaOne. Eles são direcionados para o LoRa Network Server, que é no nosso caso da Evernet, mas ao mesmo tempo ele segue em paralelo para os elementos da NLT. E aí a gente que tem essa. A gente é nativo de 3GPP. A NLT é uma empresa nativa de rede móvel celular. Então nós temos esse gabarito na cabeça de 3GPP, que é um padrão muito bacana, que tem muita segurança e muita resiliência e confiabilidade de rede. Quando a gente entrou no mundo do LoRoOne, a gente percebeu que a beleza do LoRaOne é a simplicidade dela. Mas nós preferimos botar alguns elementos adicionais para dar um pouco mais de consistência ou até um pouco mais de comparação com o 3GPP. Então nós criamos alguns elementos proprietários da NLT dentro da solução LoRaOne da América Natal da Evernet. Só para dar um pequeno exemplo, hoje um usuário de LoRaOne conectado a esse ecossistema de LoRa da American Natal Evernet, ele tem disponibilidade das mensagens no servidor do LoRa Network Server em até 12 horas. No nosso caso, ele fica disponível até 30 dias via API, mas está disponível no repositório nosso até 5 anos, se ele quiser pegar depois via ticket. Então, é de novo, é um pouquinho do legado 3GP que a gente trouxe para o LoRa para dar um pouco mais de tranquilidade para os nossos old school members do ecossistema. Então é isso. Então, na verdade, essa facilidade que a gente dá para o nosso provedor, tanto de plataforma quanto os fornecedores de hardware, é essa agnosticidade de rede e compatibilidade com vários dispositivos.
SPEAKER_02Muito interessante. Então, a arquitetura já prevê essa possibilidade de integração as easy, o mais fácil possível, através de APIs, as APIs atuais no mercado. E você citou a questão de conexões com outras plataformas. Como você vê, por exemplo, a conexão da arquitetura atual via API com midwares IoT, como, por exemplo, a própria Dojo.
SPEAKER_00Então, o que eu acabei de falar, na verdade, cada demanda que aparece para a gente geralmente aparece através de um plataforma provider. Então, a Dojo é uma referência hoje para a gente. Então, foi uma das primeiras plataformas que a gente correu atrás para fazer integração. A gente entende que CPQD é outro catalisador muito forte de projetos de IoT no Brasil, e eu conheço o CPQD de outros carnavais, então a gente se aproximou aqui rapidamente com a NLT para prover essa integração. E essa integração é muito simples, né? Dando o exemplo para o usuário final, imagine que ele tem lá, ele é um cliente Dojo e ele é um cliente NLT. Como é que funciona essa integração? Ele vai na Dojo, ele pega um token da plataforma, ele vem no nosso front-end, ele faz o cadastro do dispositivo no front-end da NLT, ele bota, então, o token da Dojo nesse cadastro do dispositivo, ele, nesse front-end, ele ativa o dispositivo e, nesse mesmo momento, o dispositivo já manda informações para a Dojo, para a próxima Dojo. E ele já pode, então, entrar na Dojo e já consegue visualizar o dispositivo disponível lá no dashboard dele, na gestão de dispositivos que ele vai ter na Dojo. Perfeito.
SPEAKER_02Aproveitar, então, para trazer a nossa conversa ao Norberto, falando sobre, então, a Dojo. Norberto, para você abrilentar também a nossa discussão participando aqui com o André, você poderia dizer para a gente o que é, explicar para os nossos ouvintes o que é um Midw IoT, por que ele é tão importante no contexto aqui que o André está trazendo para a gente.
SPEAKER_01Muito legal o gancho do André, porque o Midware, como o próprio nome diz, ele é aquela camada intermediária, do meio mesmo, entre dispositivos anders com a camada de suporte e aplicações. Por que ele é importante? Porque no fundo é onde a gente centraliza todas as actions, ou deveria centralizar preconceito todas as actions of coleta oferta, tratamento of these dados for posterior use, gerenciamento of dispositivos or sensors that are connected to this middle, for that the proprietary, or donor of the negotiation, all the cycle of operation of this disposition, as the hour that he enters in operation, the hour that he signs, cadasts all the data received, and in a certain way in form segura. The example that the Andrea cited the communication into platforms is one of the preoccupations is a gente, for example, tokens with authentication, tokens with chaves publics. So the Midwest centralizes all those preoccupations of segurances. And a gentleman tomorrow to say the Middle Earth concentrates all these assessment. If you push a figure nice, podemos até exercitar a question. This demand of can find application of protocols of communication. There was a preoccupation of what are the modelos of it. The Middle IoT has a function of centralizing and abstract to the desenvolved applications, all the conjunction of things that the desenvolved not precisely in principle. Protocols, modelos de dados, questions of segurancy and assimilando por adiante.
SPEAKER_02Perfeito. Ficou bem claro de entender, principalmente for algumas pessoas notam o termo, as termo midware, ele pode ser desconhecido. Falando especificamente sobre gerenciamento de dispositivos, como que essas plataformas IoT, como a Dojo, por exemplo, fazem na questão de gerenciar dispositivos em solutions different, como a imagem está mostrando.
SPEAKER_01Pois é, o Midware in principle, orienta conceitually, a Dojo, I'm going to tell my liberty for those of chamat a Dojo of a platform. It's a Middle IoT, but I will chat generically a platform IoT that we showed Dojo. This platform has in such a way an architecture of microservices that executa a series of functions. One of the positive of the architectural is just this. Microservices implicate the service executable a scope functional. And this could be scaled depending on the necessities. One of the microservices exists in the middle of the gerenciation of dispositives.
SPEAKER_02Você poderia dar alguns exemplos of how o CPQD tem atuado o mercado de IoT, no contexto de conectividade que o André colocou, and plataformas como você tem colocado?
SPEAKER_01Sim, sim, vamos lá. Approveying ainda esse desenho que está aí, o que era important a gente lembrar in 2018 houve another do BNDES, the Internet of Coisas, a Plan for the Brazil that subsidiaries the Plan National IoT, lancied a little bit by the Ministry of Communications of Science and Technology. And one of the things that salt as well is the plan was the Brazil investing in principle in quatro grands verticals and quatro grandes, cities intelligent, salute, industry and agronego. So the CPQD, in function of this, apesar just design in the middle of IoT, the CPQD has been at these four areas. If you've got to use the slide, we just see all these questions. For example, a case that I'm citing the CPQD, and it served from a great vitrine to show a diversity possible of sensors that were connected to, and the trat to be made of form unique, with various entities building those and applications correlated was the Living Lab that we months in Campinas, from the Prefecture of Campinas, with various sensors connected to Dojo. For monitoring, sensors of name of a lot of people that just followed in Laura. In other words, the city were colour sensors that the Defensa Civil used, the Defesa Civil used to have such reports about the situation of córregos or of rich. Campinas have the Hot Bay passed out of lava. It was a type of sensor. Dentro do the new Living Labs sensors of meteorologically, pluviômeters. Cerca de 10 or 15 pluviômetros were installados in the same instance of Dujou, possibiliting the levantment of dams for studios of microclima, radiação, pluviometria, temperature and other coasters that ajuded the mapeamento of microclima that city. Much interest, and cameras intelligent for entendment of cars and leitura of placas. This was a very bad thing. Electropostos, inversores de linha and other components of transmission that communicate and that, at particular determined instance, look at the design of information elements of manutenant of energy. Isso é muito bacana.
SPEAKER_02Entendi. Muito interessante notar a quantidade de contextos diferentes, onde a solução pode se encaixar desde agronegócio até a mobilidade elétrica que está cada vez mais em vista, né? E até para fazer um gancho com a arquitetura que o André nos apresentou, Roberto, você poderia contar um pouquinho de como é a arquitetura da Dojo e como ela se encaixa na arquitetura aqui da NLT e como ambas as soluções podem trabalhar junto, também trazendo o André para enriquecer a discussão. A gente poderia agora fazer um paralelo entre as arquiteturas e como as duas soluções conseguem atuar juntas.
SPEAKER_01Quando nós começamos a conversar com a NLT, no começo eu achava e falei para o André, mas eu falei, poxa, talvez a gente seja mais assim competidores, mas de repente, quando nós vimos as estruturas que nós tínhamos, nós percebemos claramente que éramos claramente complementares. O Middle IoT that is composed of architeture totally microservices, baseada in microservices. The pressure figure, for example, a little bit of this. So you can use an element that centralizes all the communication asynchronous between those microservices, which is, for example, a caixinha chamada Kafka, which cuids the mensagery between those microservices, you can receive dates at, for example, connectors vinded by sensors, connectors LoRa, connectors Sigfox, connectors of industria quite that we stay desenvolving. Microservices, disculping a liberty, microservices for executar a persistence of dudes, for executing the gerenciament of the cycle of life of dispositives, as I context anteriorly. Armazenar those enviados, authentic enviados by dispositives in a base of dates, but it will be recuperated by function of APIs, utilizing APIs. For example, an alarm of niveau of a Campinas are in 10 meters. So various things in the audience in sea just be programmed or pre-configured into the Dojo, send necessarily level to another application. And this then is possible at an interface graphic that facilitates the desenvolvement of these pequenic applications. There's an Image Manager, a gerenciador of images, to facilitate the access to those archives enviados for the disposition, and permit that the disposition, in the cases that are possible, receive a firmware. There are applications desenvolved a lot, where an fabric of equipment of esthetic in all America Latin, come on to see the actualization of their firmware, of those equipment connected to Doju, at the same time of applications of Doju. Although microservices would be desativados if in determined negotiations it is sentiment.
SPEAKER_02Maravilha. Bom, nós estamos nos aproximando aqui da metade da nossa live. Eu gostaria de lembrar ao público que nos acompanha que você pode enviar sua pergunta. É muito importante para a gente ouvir a comunidade, ouvir as dúvidas do mercado e entender como a gente pode discutir neste momento aqui de conectividade, plataformas e indiques positivos. Bom, e para começar essa nossa sessão de perguntas aqui do público, eu gostaria aqui de começar com a primeira pergunta do Edson, que mandou aqui no chat para a gente. Essa pergunta é para o André. André, qual a importância do 5G nessa integração que você colocou para a gente?
SPEAKER_00Ok, vamos lá. O 5G, eu gosto também de tirar um pouco do romantismo do 5G. O 5G é mais uma rede com avanços tecnológicos, com mais lagor de banda, com mais frequência. Então, a gente sempre tem upgrades of tecnologia, isso é muito bom para a nossa vida. But obviamente ele não vem para apagar todo o resto e se sobrepor. Ele vem para complementar. O 5G tem alguns atributos que vão permitir novas aplicações do IoT e revolucionárias, inclusive. But não tira esse legado que foi construído todo aí, not só no Brasil, como no mundo todo. Vou dar alguns poucos exemplos de aplicações que serão possíveis com 5G, que não são possíveis hoje com 4G ou com outras redes. Quando se fala do carro conectado, o carro conectado exige uma rede muito consistente e com baixíssima latência. Quando se fala carro conectado, o carro não está conectado a um servidor. O carro está conectado a outros carros. Você quando pega o projeto do V2V, do veículo do vehículo conectado, você percebe claramente que essa comunicação é feita entre os carros, numa rodovia, numa estrada que seja, através de NodeB de 5G, de estação rádio base 5G, ou de alguma outra rede que tem aí o que a gente chama de Edge Compute, que você consiga colocar todo o processamento naquela antena. Então você, imagina que você tem uma antena de 5G ou de outra rede qualquer similar, e você tem um raio ali de atuação de mais ou menos um quilômetro, um quilômetro e meio, até um pouco menos que isso. Todos os pontos que vão se conectar àquela em Lode B vão poder se falar com os outros pontos de maneira ali quase que imediata, porque todo o processamento é feito diretamente naquela estação radiobase. Esse é o grande pulo do gato 5G e é o grande diferencial que vai permitir algumas aplicações que hoje não são possíveis. O carro conectado é uma aplicação que exige isso, pela segurança do motorista, dos tripulantes dos veículos. É outra aplicação que também exige uma banda como a do 5G, aí já não é mais, também é um pouco de latência, mas é muito mais por conta da banda, é a própria telemedicina. Vai ser possível utilizar o 5G. Imagina que você tem aí um médico de renome, um cirurgião de renome de São Paulo, do Rio, de Minas, e que vai poder fazer uma cirurgia à distância lá na Amazônia. Então ele consegue com o 5G fazer uma cirurgia dessa com uma precisão quase que igual aí, ou se não igual aí, a sala de cirurgia que ele estaria operando manualmente. Então, o 5G vem para complementar. Obviamente, a gente tem aí um edital chegando 5G muito bem construído, tem aí alguns blocos de baixa frequência, média frequência, alta frequência e altíssima frequência. Então, nesses quatro blocos de frequência, você tem aí aplicações bem pertinentes, né? Você tem a frequência de 700 MHz, que vai ser uma frequência que vai ser utilizada para rodovias, para algumas estradas, que vai permitir, inclusive, essa interconexão e até porque não os carros conectados. E tem os outros blocos que vão ser utilizados para grandes metrópoles, grandes cidades, ou até cidades de pequeno volume de habitantes, mas que vão ter alguns blocos disponíveis para poder operar um EoT, vamos dizer assim, um enhança EoT, um EoT melhorado. Mas, de novo, eu gosto sempre de ressaltar que o 5G vem para complementar o que já existe, ele não vai apagar tudo o resto.
SPEAKER_02É incrível pensar, André, como que algo que a gente imaginava que ia ser de muito no futuro, que seria uma operação remota, ou carros conversando com carros para evitar algum acidente, já é uma realidade hoje, já se discute isso hoje como agora, né? Não é algo tão distante, é algo já presente. Obrigado pelas considerações, André. Bom, agora temos uma pergunta para o Norberto. Norberto, o pessoal perguntando aqui com relação à parte. Desculpa, pergunta para o André ainda, sobre a substitução de energia. André, a Jéssica Franco Osori nos pergunta o seguinte: como que o Eoti irá revolucionar a geração de distribuição de energia em específico?
SPEAKER_00Essa é uma pergunta maravilhosa. Quando a gente pensa na geração de energia, a gente já extrapola um pouquinho o que a gente já conhece, a gente vai para energia solar, energia eólica, então são vários tipos de captação de energia agora. E obviamente você, quando pensa, sabe da hidrelétrica, se sai daquelas grandes geradoras de energia, e você pensa na geração quase que residencial, aquelas pequenas fazendas solares, como a gente chama aqui, você precisa aplicar o EOT nismo. Você precisa entender como é que está a geração de cada painel desse, como é que está a geração de cada par das hélices lá, da eórica. Você precisa entender, por exemplo, hoje está muito comum você utilizar captação de energia solar nas residências. Aqui em São Paulo tem muito isso, ser muito telhado, com um monte de célula fotovoltaica e com retorno para as concessionárias. Mas, obviamente, você precisa estar medindo o quanto está gerando e consumindo e o quanto você está devolvendo para a concessionária, para que você consiga depois ser acreditado disso. Então, ter essa medição remota e esse controle bem assertivo é fundamental. Então, quando se fala na geração de energia elétrica, seja ela através de geradoras de grande porte, médio porte, ou na própria geração residencial, que é uma grande tendência futura, o IoT é fundamental para esse controle, esse monitoramento de performance desses dispositivos. Quando se fala em transmissão de energia, distribuição de energia, a gente já tem hoje aplicações fantásticas. Hoje temos uma perda de energia elétrica muito grande em qualquer distribuidora. Muitas vezes, seja ela por furto de energia elétrica ou até por falhas na distribuição. E você, quando coloca sensores que consigam medir ao longo dos ramais de alta, de média e baixa tensão, você consegue identificar qual é o ramal, qual é a parte daquela rede que está realmente dando aquele líquido, aquela fuga de energia, de corrente lá, que gera, obviamente, um... Por que estou gerando 100 kWh e estou consumindo somente 90? Cadê esses 10 aqui que eu distribuí? E você consegue achar precisamente onde está. Alguns dispositivos que a gente já atende hoje, tem religadores monofásicos, trifásicos, tem aqueles medidores de chantes, tem os próprios medidores residenciais, telemetria invializada, tem também aí os próprios dispositivos que fazem medição de geração residencial, tudo isso já está conectado com a ELTI, a gente já tem o privilégio de estar fornecendo conectividade para alguns desses dispositivos.
SPEAKER_02Perfeito. Norberto, ainda no tema de energia e distribuição, hoje nós já temos projetos que tratam aí, o André contou muito bem a distribuição de energia em alguns contextos, já existem alguns projetos que tratam energia, mas agora voltado, por exemplo, para mobilidade elétrica, automóveis elétricos, talvez barcos elétricos, isso está muito no futuro ou já é realidade hoje?
SPEAKER_01Não, não, já estamos, já é uma realidade. Na esteira de tudo que o André comentou. As questões hoje de mobilidade elétrica, quer dizer, que envolvem o uso de energia elétrica para diversos lugares para os carros, por exemplo, é uma tarefa que já está acontecendo, é um exercício que está acontecendo, já estamos no Brasil inteiro fazendo experiências, e foi um pouco quis trazer naquele comentário sobre mobilidade elétrica que eu fiz. Existem projetos nesse sentido. Então temos hoje projetos voltados para colocar andar, porque veja agora projects systemicamente grandes, have these entities involved, but the later of sensors, a Dojou já participate of three, quite projects where it collects information of sensors eletric. You have a eletroposto, o inversor de linha that alimentage the eletropost, which are devidamente, cellulas photovoltaics that are dimensionadas for análise, and it's acontecing. There are other experiences in the pace, no Pará, for example, the University Federal do Pará, once you know, but the people should not have barcos, barcos that are moving for energy electric at a whole lot. Although energy electric, there is a trend being made to, with the Nidor IoT present, capturing these elements of read electricity to want a great arcabolso of data for desenvolvement of applications of the university, involving the concessionary North Energia. This is a project in and backup, including that will create benefits for the region. Energia eletrics movement bags are backup. And tend to repetitive in other regiões with components similar.
SPEAKER_02Perfeito, Roberto, muito obrigado. Bom, nós temos uma pergunta aqui do Fabrício Diaspa, especificamente para o André. André, o Fabrício pergunta, a API da NLT utiliza o mesmo padrão da API da Evernet, com os mesmos dados disponibilizados? Sim ou não?
SPEAKER_00Sim, sim, na verdade, a API, de novo, o repositório, o LNS, é um só, é o da Evernet. Então, na verdade, o acesso é o mesmo. Obviamente, a gente faz uma ligação paralela para ter mais alguns elementos na arquitetura. Então, a API é baseada na mesma DevNet, mas ele vai ter mais recursos, então ele vai ter mais algumas funcionalidades que ele não teria hoje na API da Evernet. Como eu falei aqui, o repositório de mensagens por até 30 dias, ou até 5 anos, se ele quiser por ticket, mas até 30 dias ele consegue diretamente ver API. Uma coisa que ele não teria se fosse diretamente no LNS, no LoRa Network Server da Evernet.
SPEAKER_02Perfeito, bastante claro. Bom, o Marcos também nos manda aqui uma pergunta, o Marcos Biazoto aqui no chat. Norberto, qual é o status atual da Dojo para diversas verticais? Você já contou algumas coisas, né? Mas se quiser aproveitar a pergunta aqui do Marcos para aluno sobre verticais.
SPEAKER_01Hoje os projetos da Dojo envolvem todas aquelas quatro verticais que a gente comentou, na saúde, no agro, in cidades intelligents, as Istray Lab de Campinas, which foi fora ancience muito interessante, inclusive esperamos ainda continuar with the pilot B NDS and IoT that are sending.0, we have various interactions in clients using this in the planet Fabril. But what is interesting in those are the projects very big involving the monitor remote of doors chronic, which signs vitalize are captured by aerobus and are enviated by Doju. And Doju are disponibilized for a camera superior applications. This is one interesting that is the Doju, incorporate a platform of intelligence artificial to learn with the dates that it absorbs. Daqui a pouco de IoT, because it will not limit simply to track dates and disponibility, not being enrique with capacities of intelligence artificial. For example, in Minas Gerais, we conduct a project that is quite suppressors of tension are accompanied by the Dojo, and the data that are at the Dojo are just trends by a platform of intelligence artificial to predicate the necessary for a restaurant, for a substitution of the work. Connected, as a concept do C4.0, should go and depend on this pipeline during the way that the data is gerade at the top of the decision of the gestor, it passes for IoT, intelligence artificial. And it passes for the segurances of data and can say all the experiences that just come to roll of identity of course, sem querer misturarontos.
SPEAKER_02Maravilha. Bom, nós temos uma pergunta aqui sobre sensores híbridos da Cristiane. Vou encaminhar aqui para o André. André, qual é a vantagem, a principal vantagem em ter sensores híbridos dentro de uma rede IoT?
SPEAKER_00É, boa pergunta também. Na verdade, você quando pensa em sensores, você pensa obviamente em sensores com necessidade única, né? Ele é o AGSM, ou o ELORAR, ou o SIG FOX, ou ele é LTE privado, mas você tem sensores que são dinâmicos, que eles se movimentam pelas regiões. Então, pensa, sensores, como eu digo, dispositivos, podem ser atuadores, sensores que sejam. E você, quando pensa em construir os sensores híbridos, principalmente usando o LP1 e uma rede GSM também, você dá uma consistência, uma aplicação muito boa. Imagina o seguinte: você tem aí rastreadores de carga de assets, e você, obviamente, pode utilizar esse rastreador híbrido com LoRa e com GSM. Aonde ele tiver a rede LoRa, ele se conecta à rede LoRa e poupa aí a bateria, porque o GSM consome mais bateria que o LORA, então ele consume pouca bateria e fica só na rede LoRa. Na hora que ele sai em deslocamento e sai de uma cobertura de rede LoRa, ele pega uma rede GSM. Então você consegue dar mais autonomia para o dispositivo, você consegue ter uma garantia de cobertura de rede em qualquer lugar praticamente, e você consegue, com isso, ter uma assertividade maior no rastreamento. Isso já é utilizado em alguns dispositivos de carga de alto valor, tá? Isso já é padrão deles. Então, a gente já fornece essa dupla quando a gente faz para esse tipo de aplicação. Mas na hora que você pensa, Márcio, em aplicações futuras, a gente sempre fala o seguinte, que é muito bom, o usuário, o leigo, pensa que o recurso de rede é um recurso infinito. E quando se pensa em wireless, em rede sem fio, a gente sabe que esses recursos são finitos. Então, por mais que a gente tenha um avanço de tecnologia e avança e tenha 4G, 5G, daqui a pouco 6G e assim por diante, a gente sempre tem que pensar, eu, como sou oriundo de radiofrequência, eu sempre procuro aqui na empresa pensar em como é que eu consigo economizar recursos de rede, para não ter que disputar com outros usuários, que é o usuário final, porque a rede móvel hoje, ela dá prioridade, sempre dará prioridade, a voz, voz de dados do usuário. Então, para não disputar com isso, a gente tem que realmente fazer uma otimização desse recurso de rede. E é o que a gente procura fazer. E aí entra uma coisa bacana que a gente não colocou aqui na apresentação, que é, nessa camada de conectividade, como a gente já trafega e fala muito bem com plataforma do Jo e outras, mas com essa biblioteca de APIs, a gente também fala muito bem com o equipamento, com o dispositivo, com o firmware. E o Norberto sabe disso, é fundamental você ter a aplicação falando com o dispositivo. Não é só coletar os dados, mas eu tenho que poder fazer um sincronismo. Tudo que envolve inteligência artificial futura na parte de IoT vai envolver sim uma comunicação bidirecional com o dispositivo. Eu tenho que poder fazer um update de firmware, eu tenho que mudar as versões, eu tenho que poder escrever, eu tenho que poder mudar o comportamento dele e a rede NLT e o seu API estão pronto já para isso, já prevendo essa coisa híbrida do IoT.
SPEAKER_02Perfeito. Bom, nós temos outra pergunta aqui do André Antívelo. Ele pergunta aqui no contexto de médias empresas. Vou encaminhar aqui a pergunta para o Norberto. Norberto, você falou sobre alguns cases ali, e às vezes parece para as pessoas do Dovínio que são cases para grandes empresas. E o André aqui pergunta: quais os projetos de IoT que mais têm demanda por médias empresas, ou talvez pequenas empresas nesse contexto. Só as grandes empresas têm usado IoT, ou médias e pequenas empresas também têm se aproveitado da conectividade, plataformas, and também IoT no geral.
SPEAKER_01É muito legal, muito legal a pergunta. No, mas isso não é uma realidade, não. Empresas pequenas, not só de médio porte, mas pequenas também estão usufruindo da arquitetura de IoT. And it's interesting because existir no initial idea that the middle of Dojo or out of sort of grand volume of dados, grandes implantabilities, but it's not real. Now we have various projects with pequene and mediocre envolving dojo. So I'll be a little verticalized. Poxa, I've been coming with this sensor, but I'll create a series of others and will pass for this instance for that disponible for me, and I'll colour an ecosystem of designers of applications, for example. This is a paradigm that we have to alter.
SPEAKER_02Perfeito. Bom, nós temos aqui a última pergunta do chat, eu vou encaminhar aqui para o André que fala sobre a Evernet. O Fabrício pergunta, André, existe alguma diferença entre a API da Evernet e a API da NLT? E se você puder também aproveitar a pergunta ali e falar um pouco mais para a gente sobre os casos atuais da IoT na NLT.
SPEAKER_00Essa pergunta eu já respondi, eu vou só reforçar aqui, né? Que a API lá para a Evernet, na LNS, é lógico, o LNS é Evernet, então a API é muito similar, mas como nós temos alguns elementos adicionais na arquitetura, ele vai ter alguns recursos adicionais na nossa API, e que ele não teria talvez lá na LNS Devernet, por exemplo, o repositório de 30 dias de mensagens. Em relação aos cases, Marcio, foi uma boa pergunta. A gente tem já alguns cases implementados, bem interessantes. A pergunta que fez por Norberto sobre qual a utilização para a média de empresas, na verdade, o EoT, eu concordo 100% com o Norberto, o ELT é acessível para toda e qualquer empresa. Vamos quebrar esse paradigma de que projetos de IoT são caríssimos. Não, ao contrário, são muito rápidos de implementar. Os dispositivos que eram os ofensores da equação estão muito acessíveis. Tem hoje redes de conectividade com valores também bem acessíveis, com modelos comerciais diferentes, como o da NLT, que é um modelo comercial específico para a IoT, e alguns casos interessantes, só para poder tangibilizar o que pode ser feito. O Norberto falou sobre o caso de sensor de alagamento. Temos aqui um cliente nosso que tem sensores, bueiros inteligentes, na verdade. Então eles fizeram um cesto que fica dentro do bueiro, deve conhecer o Norberto lá, nosso amigo lá, os cestos ficam dentro dos boeiros. And a chuva vem, ela carrega o lixo para dentro do bueiro. E o problema do Rio de Janeiro, em minha cidade, é basicamente esse. Os bueiros estão cheios de lixo e não consegue escoar a água. Então foi muito simples, ele coloca lá os sensores volumétricos dentro dos bueiros, aquela cesta. So a empresa que faz a limpeza dos bueiros não fica mais rodando todo o Rio de Janeiro para limpar todos os bueiros, mesmo os que estão limpos. Ele já vai exatamente nos bueiros que estão com o cesto cheio, tira e bota de volta. Bem simples, bem prático, bem rápido. Essa aplicação já está em São Paulo, já está no Rio, já tem algumas cidades do interior de janeiro, já está indo para Brasília e para Minas Gerais, e está agora escalando muito rápido, porque é uma aplicação acessível, muito simples, muito barata e muito tranquila. Outro exemplo aqui são as vagas rotativas. A gente fala de vagas rotativas aqui, São Paulo é tudo muito bem servido, né? Você tem aqui as empresas que têm esse monitoramento de vaga, mas você sai de uma mega malópole como São Paulo e vai para outras cidades, você fica rodando com o carro atrás de vagas, não sabe onde tem, não tem como reservar, e hoje já tem dispositivos também acessíveis que podem ser colocados, até podem ser colocados chumbados no asfalto, que consegue fazer muito aquela vaga. Então você consegue ver se aquela vaga tem ou não tem um carro em cima. Você consegue, inclusive, reservar aquela vaga. Eu vi isso lá nos Estados Unidos e a gente trouxe para cá, a gente conversou aqui, inclusive as vagas premium, o pai para idoso que eles têm lá, tem não só o sensor no chão, como também uma arte metálica que baixa quando a pessoa reserva a vaga pelo celular. Então é muito legal. Outra coisa bacana e muito útil também é o monitoramento de cilindros, sejam eles de gás de cozinha, sejam eles de oxigênio, que agora foi muito importante na época da pandemia, como até shopping. Então, você tem hoje aqueles dispositivos que ficam no pescoço dos cilindros, que monitoram isso tudo. Então, assim, o oxigênio, por exemplo, é fundamental. E ficar com oxigênio baixo ou zerado, e não está monitorando isso, hoje, inclusive, numa demanda tão grande como da pandemia do Covid, foi até perigoso. E aí esses sensores foram muito utilizados aqui em São Paulo e fora de São Paulo também. O do Chopp é um projeto que a gente está participando, eu sou entusiasta, inclusive, que ele monitora lá onde estão lá os galões de Chopp e, obviamente, não deixa o Chopp acabar. O caminhão vai lá para reabastecer o galão antes do Chopp acabar, antes para não estragar a festa. Iluminação pública, uma grande tendência, a gente está vendo aí várias PPPs surgindo por aí para a iluminação pública, a gente sabe que, obviamente, existe um custo muito alto com o consumo de energia elétrica para a iluminação pública, a gente sabe que o Aelti consegue trazer uma economia substancial para esse segmento e já foi identificado isso. Os sensores fotovoltaicos também já estão a preços bem acessíveis, fabricados todos no Brasil, então dá para também escalar isso muito bem. Eu falei um pouquinho também sobre aqui a parte de. Aí eu vou só repetir aqui a rede elétrica de atenção, média tensão e baixa tensão, e o Smart Metering. Hoje você consegue fazer. você consegue individualizar a medição de água, de gás e de energia elétrica, que já é assim, nos condomínios. Então, hoje, aqueles condomínios ultrapassados, antigos, que a água era toda dividida e vinha na taxa do condomínio, você já vê um movimento hoje em várias cidades do país, onde grande parte dos condomínios já estão migrando por sensores individualizados e, obviamente, já conectados. Então, pensar num usuário que tem aí uma energia elétrica, uma água ou um gás encanado através de um Smart Mittering e poder ter um dashboard do consumo no aplicativo, isso é revolucionário. Você vai conseguir saber se você está gastando mais do que a média de uma família similar à sua. E por que está gastando mais do que isso, se é o teu chuveiro, se é o ar-condicionado. Então, assim, dar informação ao usuário, dar informação ao cliente final é fundamental para conscientizar ele do uso consciente dos nossos recursos. Então, eu acho que a IoT tem aí sim uma importância fundamental para esse momento que a gente está vivendo e o futuro da nossa comunidade.
SPEAKER_02Perfeito, André, muito obrigado por esses excelentes exemplos aqui. Bom, pessoal, a gente está chegando ao final, nós estamos aqui com o tempo quase estourado. Vamos agora para as considerações finais. Vou dar um minuto aí para o Norberto para fazer suas considerações finais para o público.
SPEAKER_01Eu só queria agradecer, foi muito legal conversar aqui com o André, eu achei que foi tão rápido, então quer dizer que foi bom e valeu a pena, tá? Muito obrigado pelo tempo de vocês, André, pelos comentários, Márcio pela interlocução aí, e a vocês que nos ouviram, tá? Um grande abraço aí para todos. André, suas considerações finais.
SPEAKER_00Também queria agradecer, é sempre muito bom conversar com o Norberto, com o pessoal do CPQD, são sempre muito abertos a essas novidades. Márcio, pela apresentação, pelo rosto aqui, foi muito bom ter conduzido. Parabéns. E deixar aqui só os meus contatos, quem tiver interesse em saber um pouco mais sobre a NLT e esses casos de IoT. O nosso site é www.nlt.com.br, o meu e-mail direto, se quiser me mandar algum e-mail ou mensagem, pode mandar para andreapartins.nlt.com.br. Vai ser um prazer trocar informações sobre esse fantástico mundo de IoT com vocês. Obrigado, gente.
SPEAKER_02Bom, e ficamos por aqui então. Meu muito obrigado ao André Martins, CEO da NLT, também ao Norberto Ferreira, gestor de soluções e IoT no CPQD, por participarem aqui da nossa live. E muito obrigado a você também, que nos acompanham até aqui nessa transmissão, e convido, aproveito a oportunidade para convidar vocês para que qualquer dúvida aí procurem sobre o universo IoT. Pode falar com a gente, né? Procure os canais passados aqui pelo André, pelo Norberto, para conhecer mais e às vezes fechar novas parcerias aqui no contexto de IoT. Estamos à disposição. Muito boa noite e até a próxima.