CPQD Podcast
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Inteligência Artificial em tecnologias de fala trazendo diferencial para seu negócio - Identificação de Gênero e Faixa Etária
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Olá pessoal, boa tarde. Tudo bem com vocês? Eu sou jornalista do Norgroub, fundador e CEO da Cliente SA. Gostaria de agradecer a presença de todos vocês nesse nosso encontro virtual. Estaremos juntos durante uma hora. E, para começar, um aviso importante: teremos hoje a companhia da Rosana, que fará a tradução em Libras. Boa tarde, Rosana. Tudo bem? Tudo bem por aí? Aproveitando, sou um homem de pele branca, grisalho, uso óculos, estou com a camisa branca e o fundo verde. É importante, os amigos, também se lembrar dessa identificação para facilitar quem está nos acompanhando ou vai nos acompanhar, para identificar mais ou menos o perfil de cada um. And we follow hoje sobre um tema muito pertinente: inteligência artificial, and ela vem promovendo uma rapid evolução nas tecnologias de FAO, possibilitando novos patamares de qualidade ando naturalidade, características indispensáveis às aplicações dos videos bots and dos assistentes virtuais. Andesta nós teremos a honra de conversar com três grandes especialistas. Primeiro, Marcos Tristin. Boa tarde, Marcos, tudo bem?
SPEAKER_02Olá, boa tarde, Vilnor. Tudo bom? Vou me autodescrever, sou um homem branco, de 42 anos, cabelos e olhos castanhos. Uso uma barba, pouca barba, castanha, estou com uma camiseta azul escura, sentada aqui na sala da minha casa.
SPEAKER_03Boa, boa. E vamos trazer para a conversa também a nossa próxima companheira, Sirlene Aveiro, que é diretora de marketing e vendas do CPQD. Bem-vindo, Sirlene.
SPEAKER_00Olá, muito obrigada, Vilnor. Boa tarde a todos, muito obrigada pela participação de todos que nos assistem, também aqui dos nossos convidados, né, Vilnor? Eu sou a Silene, sou uma mulher de pele branca, cabelo castanho na altura do ombro, estou vestindo uma roupa preta, estou sentada em uma cadeira de escritório preta e ao meu fundo tem uma parede branca.
SPEAKER_03Boa, boa. E aí, o Bento. Tudo bem, Luiz? Luiz Carlos Bento, mais conhecido como Bento, ele é o CEO da Intervalor. Tudo bem, Bento? Tudo bom, Vilor?
SPEAKER_01Um prazer estar aqui participando com você, muito obrigado. Agradeço também a CPQD pelo convite, é um prazer também estar aqui com vocês. Fazendo a minha autodescrição, eu sou branco, cabelos e olhos castanhos, estou vestindo uma camisa. Uso óculos, estou vestindo uma camisa azul e tenho atrás de mim um fundo verde bastante limão.
SPEAKER_03Boa, boa, boa. Então, sejam bem-vindos à nossa live, a segunda da série, que nós estamos falando sobre as evoluções do CPQD dentro da área de inteligência artificial e queremos aproveitar para lembrar os nossos amigos que vão nos acompanhar e podem começar a colocar as questões no chat durante a transmissão, quem estiver acompanhando pelo YouTube, que aí o pessoal vai trazer para a gente e nós vamos começar a compartilhar com os nossos colaboradores aqui, o pessoal que vai estar com a gente. E aí, vamos começar. Antes da gente começar, tem uma coisa que eu acho que é bem interessante, principalmente para justificar a importância dessa tecnologia no nosso momento atual. Vamos lembrar um dado da pesquisa da Internet Trend Report de 2018, da Mary Mecker. Ele diz o seguinte: 82% dos consumidores deixaram de fazer negócios com uma empresa após uma experiência ruim. Bem, logo dá para a gente chegar à conclusão que chegou a hora de transformar o relacionamento com o seu cliente em uma experiência única, com tecnologia, inteligência andanização. É sobre isso que nós vamos falar durante esses próximos hora aí. Primeiro, vamos trazer o Marcos, focando principalmente qual a importância andation of this nova tecnologia or transformação anda inovação que vocês estão trazendo junto com o CPQD, Marcos. Bem-vindo.
SPEAKER_02Obrigado, muito obrigado. Essa tecnologia desenvolvida in conjunto com o CPQD é algo novo para o Brasil, porém em outras partes do mundo já é utilizado. Existem alguns cases importantes in alguns países, mas para a língua portuguesa, isso foi um projeto muito interessante que nós fizemos junto com o CPQD, para que a gente possa identificar algumas particularidades da pessoa que está ali no chat de voz, e facilitar no atendimento, conseguindo antecipar alguns processos, ter uma usabilidade melhor. Então, identificando, por exemplo, a idade ou o gênero da pessoa que está na linha, eu consigo ali processar mais fácil alguma solicitação, evitar muitas fraudes, que eu acho que é um ponto principal para a identificação desses pontos, a questão das fraudes que podem ocorrer através de ligações telefônicas, solicitação de cartão de crédito, enfim. Então a gente consegue ter alguns embasamentos ali para fazer com que isso não ocorra. Então, esse processo, esse processo de desenvolvimento junto com o CPQD, foi visando basicamente esses fatores de utilização para que fique tudo mais simples, mais rápido. Tem cases importantes que ocorreram em alguns países da América do Norte e Europa, utilizando essa tecnologia. E facilita demais a vida do interlocutor ali que está fazendo uma solicitação, uma compra de serviço ou produto através da linha telefônica, fazendo uma ligação por um saque, antecipando alguns processos no saque. Então, tudo isso facilita para que o cliente tenha uma satisfação maior, tenha uma usabilidade melhor, tenha uma satisfação no final do atendimento de dever cumprido, de processo realizado. So quando nós pensamos no produto junto com a engenharia do CPQD, acho que o intuito principal era esse, era a facilidade do cliente, quando está em uma ligação telefônica, que a gente sabe que é complexo, ainda mais nesse momento de pandemia que a gente acaba utilizando muito mais esses recursos digitais, como fazer com que esse cliente que está em linha saia satisfeito da ligação, com a solicitação, seja produto, serviço, concluída. Acho que basicamente, iniciando o processo, era isso.
SPEAKER_03Muito bem, muito bem. Agora vamos ver com a Cirlene, né? Acho que é importante a gente entender, né, Cirlene, como é o processo de desenvolvimento, de participação do CPQD dentro desse, dentro do desenvolvimento de coisas bem específicas assim, e a contribuição que dá para vocês darem para parceiros, né, como a Trasto.
SPEAKER_00Ok. Vamos lá, eu vou começar falando um pouquinho do CPQD, e depois eu quero até devolver um pouquinho a bola para o Marcos, viu, viu, Nor? Pra ele também falar um pouquinho da atuação da Tresto, né? Mas falando então, começando aqui pelo CPQD, nós somos então, na verdade, a nossa grande vocação é a inovação, é o desenvolvimento de tecnologias e soluções, a inovação com base tecnológica. Nós estamos aqui, esse ano nós completamos 45 anos desenvolvendo tecnologia. E quando a gente fala de um assunto aqui, o assunto base de base do nosso automático, que é a questão de fala, várias soluções que a gente tem a partir da fala, nós estamos falando de uma experiência que eu sempre comecei nesse fala no início dos anos 90, né? Iniciando com a parte do fala, depois avançando para o reconhecimento de fala, e essas tecnologias que estamos falando, especialmente no dia de hoje, elas estão diretamente relacionadas com o reconhecimento de fala, são novas funcionalidades adicionadas ao contexto de reconhecimento de fala. Então, além do reconhecimento de fala, também o reconhecimento do gênero masculino ou feminino e fala de entrada. E aí qual que é, né, qual que é o papel do CPD num processo desse? Como eu disse, a gente tem vocação para fazer inovação, né? Mas o que é inovação para a gente? Inovação não pode ficar só no campo da experimentação, de laboratório, não. Inovação para a gente não é inovação se atender a uma necessidade de mercado. Então, assim como nós temos internamente os nossos processos, desenvolvemos os nossos produtos orientados a necessidades diferentes, nós esperamos sermos, parceiros, assim como a Cristo, que nos trazem demandas, que nós ainda não interessamos nos nossos roadmapes, ou até ainda não are productos que o CPQD just have desenvolved, and a party a gentry with a crítica importante de conhecement, e a base of this connectivity, a intelligence artificial desenvolvimento of these functionalities. Nesse caso específico aqui com o ATRES, nós somos uma unidade Embrapi, and this projeto, parte dele foi financiado pela unidade Embrapi CPQD. So, além de ter as competências técnicas para ajudar these desenvolvements, we ainda conseguimos appelar nos parceiros with um fomento non reembolsado. Existem various mechanisms de fomento, Embrapia é um deles, which foi o que nós utilizamos como atresto. Então é isso, o nosso papel is receber demandas de mercado and viabilizar o desenvolvimento da tecnologia, apoiar com fomento, and I think é isso. Um pouquinho da trecho, né, Victor?
SPEAKER_03Não, até eu cutucar o Marcos, ele está quietinho ali, e eu cutucar ele perguntando como é que foi esse processo de desenvolvimento até chegar nessa inovação e colocar no mercado, né? E trazer, por exemplo, empresas importantes como é intervalor para fazer o experimento. Sim.
SPEAKER_02Vou falando um pouquinho da Tresto, startup, nós temos aproximadamente seis anos, vamos completar seis anos esse ano de empresa. Porém, eu já tenho uma experiência de 15 anos desenvolvendo assistentes virtuais, agentes digitais, que na época que, quando eu iniciei esse processo, o agente digital era portal de voz, nem era chamado como agente digital. A tecnologia era bem diferente da que tem hoje. Grandes players que só utilizavam esses portais de voz. Tive a felicidade de participar de varios ofes. Because I participate of outs projects, inclusive dental call centers. I was basically técnico, but I consegui participate of call centers, conseguid participation of parties operacionais. Até si me reunindo com os meus sócios, a Glaucia, o Rodrigo e o Carlos, expert in the area, criamos o Atreço. Então, o Atreço é especialista in desenvolvimento de agentes digitais, utilizando principalmente o motor de reconhecimento de voz, and principalmente tendo o CPQD como nosso parceiro inhecimento de voz, biometria, TTS. Então, a gente há muitos anos já vem com essa parceria muito firme com o CPQD. E putz, há muitos anos eu tenho esse projeto de desenvolver um motor de reconhecimento do gênero e a idade acoplado no reconhecimento de voz. So do ano passado, quando ocorreu o início, infelizmente, dessa pandemia, nós vimos a necessidade de termos essas fictores funcionando no agente digital, porque as pessoas ligam com o agente digital, a gente precisava mostrar uma experiência melhor para esse cliente que está em linha, facilitando algumas coisas. Um exemplo bem simples, uma pessoa de mais idade que faz uma ligação para um banco, por exemplo, e ele precisa, e eu consigo identificar a idade dele, antes mesmo dele digitar o CPF, eu buscar isso no cadastro, eu consigo antecipar algumas coisas para ele. Então, quando eu vi essas necessidades, poxa, o CPQD foi um parceiro perfeito para que eu pudesse mostrar isso para eles, eles compraram a ideia de uma forma incrível. Toda a área de engenharia do CPQD desenvolveu isso in parceria conosco, onde para fazer esse desenvolvimento, tivemos que buscar bibliotecas de voz classificada por gênero, idade, então toda essa inteligência artificial e rede neural que foi criada foi perfeito nessa parceria. Então a Três é especialista em fazer esse processo de agentes digitais, tanto ativo quanto receptivo para venda, para cobrança, enfim, todos os serviços possíveis dentro de um call center, esse é o nosso foco. E a CPQD foi assim, parceiraça nesse sentido.
SPEAKER_03Muito legal, muito legal. Agora vamos ouvir o Bento, eu acho que tem uma participação interessante e um item que eu até gostaria de destacar, nós estamos falando aí de uma grande companhia, a Intervalor, que faz parte de um grupo multinacional, né, Bento? E aí, quando você fala de inovação, provavelmente essa é uma das principais pautas que você tem dentro da companhia. E quando apareceu o convite para fazer esse experimento, qual foi sua reação e qual é a expectativa em relação ao que você está vendo, que vocês estão implementando. Bem-vindo aí, Peru.
SPEAKER_01Muito obrigado. Na verdade é o seguinte, acho que para quem me conhece, sabe o quanto eu sou, na verdade, apaixonado por inovação, pelo tema de inovação, de tecnologia. Então, eu acho que para mim é um prazer estar aqui podendo falar de uma coisa que eu me sinto muito à vontade e que sou apaixonado. Você, como eu disse, Júnior, acho que a Intervalor, pertencendo a multinacional gigante, notam de serviços, but in Europa, uma das maiores multinacionais in Europa, no ambiente de serviços, ela é a maior empresa de serviços financiers. And it curioso como a gente in Brazil tem a capacidade de trazer, de sempre levar alguma coisa inovadora para eles. Eles, com atuação lá in 80 países, ainda conseguem, a gente ainda consegue surpreendê-los com algumas questões tecnológicas. Impressionante como isso faz um efeito muito interessante e nos dar uma relevância nesse contexto global do grupo Bertelsmann, mais especificamente da Arvato, que é a unidade da empresa na área de serviços. Então, assim, eu queria só contar para vocês só uma coisa rapidinho, que é o seguinte: você sabe quando eu comecei a entender realmente que a gente que a questão dos agentes virtuais eles vieram para ficar de uma maneira definitiva? Quando a gente implementou algumas operações no início, e a gente tinha. Nessas operações tinham. Obviamente a gente quartiliza a operação e a gente faz modelos híbridos, do agente virtual com agentes humanos, e a gente quartilizou, portanto, quatro quartis, que é natural, é uma forma tradicional de você medir a eficiência dos quartis das empresas, né? Para que você atue no quarto quartil, que é aquele que deu menor eficiência, provendo treinamento e tudo mais. Então, é muito interessante quando a gente começa a ver os quartis, obviamente não faz sentido a gente competir, né? Então a gente colocou os quartis de pessoas, e, na verdade, a gente, por até uma falha, a gente fez uma variação dos quartis por agentes virtuais. Que não tinha, não faz sentido, né? Mas o mais interessante foi que um cliente nosso questionou que ele queria, ele achava que precisava trocar o quarto quartil, porque a performance dele estava pior do que o dos outros quartis. Ou seja, é uma situação impossível, né? É uma casualidade, porque de repente os agentes não entraram no mesmo tempo. But naquele momento eu tive a certeza de que esse negócio veio para ficar, porque as pessoas já consideravam como um humano, efetivamente como humano. Foi a maior prova da humanização que foi dada para um agente virtual é quando um cliente nosso veio perguntar por que o quarto partiu estava pior do que os outros, e a gente teve que explicar que, na verdade, ele entra na deficiência das ligações e tudo mais. E assim, o que a gente fez, também queria só rapidamente contar uma historinha aqui para vocês, que a Intervalor, ela fez um. A gente fez um processo de digitalização na empresa desde 2019, onde a gente conseguiu fazer, a gente tinha um projeto de fazer uma redução. Na verdade, é o seguinte, o projeto era de fazer uma substituição, porque a gente estava num processo de crescimento, e fazer uma. Sem que a gente precisasse fazer grandes contratações, então a gente conseguiu, na verdade, substituir 306 pessoas por agentes virtuais. Veja quanto isso é significativo. And considerando que when a gente faz uma substituição nesse nível, nós estamos falando de um operador de 12 horas, enquanto que o outro operador é um operador de 6 horas. A gente está falando que esse operador não tem vale transporte. This operador não tem vale refeição. Andas em conjunto humano, um operador humano, ele consegue trazer resultados melhores do que exclusivamente usando operadores humanos. É exatamente essa oportunidade. A gente tem muito claro que a tecnologia, ao contrário do que muita gente pode pensar, que em um primeiro momento possa tirar algumas questões relacionadas ao emprego, eu acho que não, eu acho que pelo contrário, a gente, na verdade, primeiro que você tem muita gente voltada ao desenvolvimento da tecnologia como nunca tivemos. E segundo, que você tem um processo de amadurecimento e de evolução dessas funções. And, so do ponto de vista de eficiência, todas as. Você imagina que a gente, uma empresa alemã, você imagina que tudo que eles querem é. Eles têm controle absolutamente sobre tudo, e a gente entrou nessa linha, and a gente controla todas as performances e tudo mais. So, quando a gente teve a oportunidade de discutir aqui, de testar, a gente está já pilotando, já está pronto, a gente está pilotando a oportunidade de identificar o gênero e também identificar a idade, o range de idade, a gente achou que esse produto é um produto, tem algumas oportunidades para serem exploradas, que eu acho que ainda tem um processo de amadurecimento, que daqui a um tempo a gente vai ter uma grande oportunidade de usar isso em favor da eficiência. Então eu particularmente considero que a chegada dos agentes. Os eventos virtuais, pelo menos na intervalor, provocou uma revolution. Revolução em termos de não só, na verdade, a gente conseguir dar a nivel ofação muito grande, mas sobretudo anumento iniciation, which is okay, tanto from the point of vista of quality of experience of client, but then no quees respect to one that we have a grande palavra de ordinary comment with menos. Or, if possible, but minimally what a gente procure alternatives that tragam eficience in manner that it don't represent an aumento de custos for eles. And the resposta, na minha opinião, em grande parte vem do processo de digitalização entre eles, o principal ponto que é o agente virtual.
SPEAKER_03Bento, você acabou antecipando várias perguntas. Eu não sei como que eu vou me virar para continuar tirando mais conteúdo de você. Mas eu vou fazer assim, ó, vamos fazer assim, eu vou trazer, eu vou perguntar para o Marx, o Marx e a Silene, eu acho que eles podem ajudar bastante a gente aí. Principalmente em pontuar, quais são os principais, os principais benefícios da solução que vocês estão fazendo, e depois a gente vê com o Bento, como é que isso está sendo aplicado dentro da operação. Perfeito.
SPEAKER_02Posso começar tranquilo. Para mim já é um prazer estar aqui e com o Bento, mais ainda, né? Porque a gente tem uma parceria muito forte desde 2019. Os agentes digitais que nós estamos implementando junto com o Bento na Intervalor, nós aprendemos muito com a operação, nós, como eu digo, somos muito técnicos, então nós dependemos da operação, nós dependemos de todos os feedbacks que a operação passa, porque desenvolver algo que o público vai falar, and aí são N, são diversos públicos. Você pega o Brasil inteiro, todas as faixas de idade, todas as classes sociais, todos os tipos de produto, então o desenvolvimento é muito complexo. So, when não está em produção, a gente não tem resultado. It nos ajudou muito in this sentiment. And Benton disse, tem que ser tudo correto, tem que ser tudo certinho. Impossível. So, toda essa application that was desenvolved by the agents digital, utilizing the reconciliation of voz and the question of gênero and idade, facilitate the process of the attention, no casual, or de repente in a ligação ativa. Facilitando, with all these dados just sort of que vocês possam ter uma ideia, fazendo uma ligação onde eu identifico que, na base, a pessoa, por exemplo, tem uma faixa de idade entre 30 e 40 anos, e ela tem do gênero, por exemplo, masculino, e eu, quando identifico isso na linha, na ligação telefônica, batendo com os dados da base, facilita muita coisa. Então eu posso gerar ali, no caso, imaginar um boleto ou realizar uma venda com mais segurança. Caso as informações conflitem, vamos imaginar que não bateu a informação, né? Pode acontecer. Não necessariamente eu vou pontuar isso para quem está na ligação, mas eu posso ter novas informações a serem validadas. Vamos imaginar que ele está pedindo ali uma segunda via do boleto de um financiamento do carro dele. E por algum motivo eu identifiquei ali que não bate as informações. Então eu posso solicitar, por exemplo, o modelo ou a cor do carro, placa, chassi, enfim. Eu posso solicitar um monte de outras informações para que assim eu tenha certeza que eu estou falando com a pessoa correta, o titular do contrato. Quando é para a venda, ainda é mais crítico o processo. Eu estou fazendo uma venda de um produto ou serviço para um cliente que de repente não está batendo ali as informações. So a intenção ali do agente digital é ter essa humanização, fazer com que o cliente se sinta mais à vontade e ele confie no agente digital. Eu não estou ali, né? A intenção ali não é ficar substituindo o agente digital por humano, e sim completar o serviço e fazer com que o humano tenha mais recursos. Então eu posso fazer toda uma triagem através do agente digital, entendendo um monte de situações e transferir de repente para um agente humano para concluir uma venda, uma cobrança, enfim, do serviço que for. Então a intenção de colocar essas novas fectures para rodar é para que quem está ali numa ligação, que nem sempre aquela ligação é uma ligação bacana, a pessoa está pedindo um cancelamento do cartão de crédito dela, ela perdeu o cartão, enfim, ela não é algo que você gostaria de estar fazendo naquele momento. Não é algo legal. Então, tem que fazer com que o agente digital se sinta, deixe a pessoa mais confortável. Andar essa confiança, essa confiabilidade para quem está na ligação, é fato. Ele vai ter uma experiência muito melhor. Ele vai conseguir dialogar com o agente digital de forma mais tranquila, mais rápida ali, concluir o serviço que ela precisa ali em poucos minutos e falar, poxa, olha, eu tive uma experiência legal. Ele identificou todos os pontos que precisava, concluiu o meu serviço, desliguei a chamada in three minutes, dois minutos, num curto espaço de tempo, não houve a necessidade de ser transferido de repente para um atendimento humano, porque a pessoa pode perder um cartão de crédito três horas da manhã em qualquer lugar. Então, não necessariamente eu preciso ter de repente um atendimento humano duas, três horas da manhã. Então, a intenção ali é fazer com que a experiência do cliente seja o melhor possível. E essas fixtures que nós vemos criando junto com o CPQD e utilizando toda a expertise que a Intervalor tem, de todas as operações que eles têm, putz, aí é assim, é colocar no melhor lugar para fazer um piloto, um teste, utilizando toda a operação, todo o pessoal da Intervalor, para falar, ó, legal, perfeito, precisa melhorar tudo. Acho que a tecnologia não para, ela sempre vai ter pontos a serem melhorados. Mas enquanto não estiver em produção e num ambiente, como, por exemplo, no caso da Intervalor, ali facilita demais a nossa vida.
SPEAKER_03Nossa, o que sobrou aqui, meu. Não, mas tem muita coisa aí. For exemplo, quando a gente fala da jornada do cliente, como, na forma que o Marcos colocou, eu acho que ela encaixa muito bem em algumas coisas muito específicas. Eu acho que aí sim começa a fazer a diferença. Eu não sei como foi pensado nesse modelo e jogar o atendimento dentro da jornada, eu acho que de repente tem aí um bom spoiler para você também, Sirlene.
SPEAKER_00É, eu acho que o Marcos super cobriu aí, né? A gente já conversou bastante sobre aplicações, mas eu acho que, tentando resumir, a gente, primeiro que a importância de ajudar realmente na validação de cadastro, que traz uma série de ganhos já na parte deles aí mencionados pelo Marcos e que toca muitos dos pontos também trazidos aí pelo Bento, né? Mas só comentando um pouco mais de aplicações, a questão da faixa etária, principalmente, até depois o Marcos pode compartilhar com a gente alguns dados interessantes que ele tem, e vai com certeza compartilhar mais adiante. Mas, por exemplo, precisa saber que quem está atendendo aquela chamada é um menor de idade, é uma criança, por exemplo, né? Ela não cai ali numa fase a partir dos 18 anos. Não adianta gastar tempo ali, né? Porque não vai ter valor aqui. E aqui a gente está falando no contexto de cobrança, mas não é só isso, né? Hoje, por exemplo, com a questão da lei de proteção de dados. A gente sabe que você tem que autorizar um dado, mas se essa autorização for feita por uma menor, ela não é válida, né? Então, você poder ter essa validação de idade para ter certeza, olha, esse ok, é válido. A idade é importante, então esse tipo de coisa pode ajudar. A gente comentou sobre uma outra aplicação bem interessante, né? Quando nós estamos numa fila de atendimento, é muito fácil a gente identificar se uma pessoa que a gente percebe ser idosa entra numa fila que não é validoso, né? Fisicamente, a gente recomenda que aquela pessoa vá para outra fila. Imagina que aqui a gente pode começar texto nesse mundo virtual, né? Ao identificar as faixas detalhes maiores, como disse bem o Marcos, nós estamos falando de tecnologia, nós estamos falando de estatística, de modelos analíticos, mas é 100% de acurança, não é 100% de apurança, tem uma boa curança que sempre pode melhorar, né? A gente vai sempre atualizando algoritmos, fazendo refresh, melhorando quase, tudo aquilo que vocês já sabem sobre essa questão. Mas existe sim um bom nível de assertividade de apurança, então a gente vai acertar na maioria. E nessa maioria a gente já vai colocar na pista e eu posso ter uma fila virtual preferência, não. Por que não? E tantas outras coisas, né? Como você trouxe a questão da jornada do cliente. Nós sabemos, a gente pode variar uma jornada dependendo, a gente pode não, a gente deve, né? Atendendo visando ter um cliente encantado e feliz, eu devo ter jornadas diferentes por perfil de clientes. E esse perfil inclui verdade, por que não? É claro que dependendo da idade, muitas não é mudar para generalizar, mas usualmente, né, as pessoas bem mais idosas, às vezes não tem tanta facilidade com tecnologia. Então, isso você também criar uma jornada diferente, a partir da identificação tem que sempre ter que perguntar, né? Você é um idoso. Enfim, eu acho que pegando o gancho da jornada do cliente, acho que tem muito para aproveitar disso e, no final das contas, fazer o que é o importante, né? É gerar uma boa experiência para o cliente. Acho que no final do dia é isso que todos visam, né? É claro, trazer o resultado para o negócio, ser efetivo na cobrança, que tem certeza que o Bento corre atrás disso todo o tempo, é o ganha-pão, né, Bento? Mas no final do dia a experiência do cliente tem que ser boa, né? Até quando ele está sendo cobrado.
SPEAKER_03É, mas aí, Sirlene, tem, acho que tem aí uns spoilers aí que são interessantes, né, Bento? Porque acho que a primeira questão que vem é a questão da recuperação, né? Então, se você está fazendo, se você está numa operação de cobrança, talvez a primeira seja a recuperação, mas tem os outros ganhos indiretos que você deve entregar para o seu cliente, que é a satisfação, apesar de você estar cobrando uma coisa que o cliente deve, é você ter a satisfação do cliente no pagar, e principalmente, talvez ali na ponta, eu acho que eu colocaria ali na ponta, tem a própria recuperação do cliente para a base de dados, para a base de consumo da própria empresa.
SPEAKER_01Perfeito. Perfeito. Eu acho, Vilor, que uma das coisas que a gente aprendeu com essa pandemia, eu acho que a gente, de maneira geral, as empresas buscaram uma questão de humanização, né? Eu acho que todo mundo foi um flight to voo em favor da humanização. Porque acho que está sendo uma situação muito difícil para todo mundo. E as empresas, de maneira geral, começaram a se preocupar muito em como melhorar essa relação com os consumidores. Acho que você até pelos trabalhos que você vem fazendo, você observa isso todo dia, cada entrevistado seu, colocando a preocupação de colocar o consumidor na ponta principal. É o customer-centric. Então, eu acho que, na verdade, eu acho que nesse sentido, os processos de digitalização têm uma grande colaboração para esse processo de melhorar a experiência do consumidor. Porque, assim, na verdade, a gente faz muitos testes, o tempo todo fazendo testes, e esses testes evidenciam que muita gente hoje prefere ter um nível de relacionamento que não seja um relacionamento humano. Agora, de fato, tem outros que têm uma certa resistência, mas esse número cai no GEOC, do qual a gente, a intervalor é fundadora e faz parte. A gente, na verdade, sempre faz pesquisas frequentemente com relação ao nível de digitalização e à experiência para usuário. Então, a gente faz uma pesquisa anual envolvendo ali um número considerável de coisa de 10 mil respostas, para poder extrair essas informações. E é incrível como cresce ano a ano a relevância dos meios digitais e, em particular, o agente virtual nesse sentido. Então, vocês estão percebendo eu falar muito de agente virtual, e não estou falando tanto a respeito desse novo produto. Porque basicamente é o seguinte, o agente virtual como um todo, ele isoladamente traz uma grande vantagem, a gente percebe, na satisfação e no relacionamento com o cliente, quer seja pela agilidade, quer seja pela disponibilidade em horários alternativos e tudo mais. Então, quando a gente agrega essas novas features que estão sendo colocadas hoje, isso fica ainda melhor. Acho que a diversidade de oportunidades que a gente tem para poder fazer essas aplicações, eu já consegui pensar em algumas, mas eu acho que, na verdade, a gente vai descobrir ao longo do tempo muitas outras. Agora, eu acho um componente muito importante nessa situação é a gente não considerar a tecnologia de uma forma isolada. Eu queria fazer uma menção aqui no seguinte sentido. A gente com a Cresco conseguiu desenvolver esses projetos de digitalização na empresa. Hoje a gente tem operações com nível de 90% de digitalização, que é uma coisa impressionante de fato. Outras, obviamente, em níveis menores, enfim. Mas o que eu acho que é muito importante é quando você. Você não compra uma tecnologia, chega lá, faz um plug and play e está funcionando e funciona. A gente fez muito disso com muitas, muitas empresas fornecedoras de tecnologia. E a coisa só funciona quando você tem um parceiro de tecnologia que está alinhado com seus propósitos e buscando interagir com você e desenvolver em conjunto com você. Então, assim, por que deu muito certo todo esse tempo que a gente tem de relacionamento com a Tresto e só faz crescer esse desenvolvimento? Justamente porque os propósitos estão alinhados, e eles não se furtam no sentido de também entender o problema junto conosco e resolver em conjunto. Porque a tecnologia por si só você vende e alguém compra. Só que se você não tiver um apoio para fazer essa implantação, o que você está comprando pode ser um abacaxi. Porque, na verdade, é simplesmente uma tecnologia. Então, assim, a tecnologia tem que ter alma. E a alma vem sempre com a forma como você estrutura essa implantação e como você conduz o dia a dia. E não adianta implantar também isso aí, porque eu acho que esse é o grande ponto. A tecnologia pressupõe um processo de melhoria contínua. Você veja só como é legal a gente estar vendo aqui agora a CPQD, a Tresto envolvida num processo de melhoria dos agentes virtuais, sendo que hoje eles já têm sucesso fazendo as vendas dos agentes virtuais, mas estão sempre buscando um processo adicional, de evolução. So I acho que esse é um ponto fundamental in todos os parceiros de tecnologia que a gente busca. A gente tem uma visão muito clara de que comprar tecnologia plug and play, assim. Nem o Windows a gente é plug and play. Então, eu acho que é fundamental continuar esse processo de melhoria contínua, uma evolução, já faço aqui uma provocação, uma questão, por exemplo, já de uma evolução para um lie detection, que possa ter um nível de percepção para prevenção de fraudes. Eu tenho certeza que já deve estar todo mundo pensando nisso, enfim. Mas isso é que é o legal. Isso que eu acho que é o legal. É quando você, a tecnologia tem vida, que a tecnologia, na verdade, a implantação não é um plug and play. Cada implantação demanda um cuidado específico e entender as características daquelas operações. Eu acho que a grande diferença, muitas vezes, as pessoas colocam só na tecnologia. E eu digo que a grande diferença está no parceiro. Porque é o parceiro que vai viabilizar a melhor ou a pior tecnologia que possa existir. Se você tiver uma excelente tecnologia, um péssimo parceiro, você não tem nada. Se você tiver uma tecnologia meia-boca e um excelente parceiro, você tem 75%. Então, gente, no caso aqui, nós estamos falando de uma excelente tecnologia, um excelente parceiro, que eu acho que é o caso aqui da Tresto, e obviamente da CPQD, que, na verdade, eu lembro que no começo a gente, nós mesmos estávamos fazendo o processo de aquisição das licenças e tal. Então, assim, a gente sempre admirou muito esse trabalho, a forma como a CPQD trabalha, o orgulho de a gente ter uma empresa nacional, brasileira, que tem essa preocupação de fazer esses desenvolvimentos. Então, gente, eu acho que é muito legal a variedade de oportunidades que a gente tem de utilização disso aqui, a gente ainda vai descobrir muitas. É sensacional a eficiência de. Eu tenho dados aqui que até mais pra frente eu posso comentar rapidamente, de quanto a gente ganha de eficiência na utilização dos agentes virtuais, sem que perca, pelo contrário, que a gente ganhe nível de satisfação de cliente. Então, assim, muita gente, a gente precisa tirar, desmistificar essa questão de que a gente não quer falar com máquina, porque roubou, porque é isso, que é aquilo. Eu acho que assim, esse negócio mudou, e quem não mudar vai ser mudado.
SPEAKER_03Mas, mas muito bom, muito bom, Bento. Acho que um depoimento aí muito interessante, né? A Silene deve estar muito satisfeita com isso, mas também o Marcos, né, Marcos?
SPEAKER_00Nossa, conseguiu, viu, Dúvio? Deixa eu só fazer uma brincadeira aqui com o Bento, ó, Bento, identificar mentiroso, a gente ainda não está identificando, tá? Mas na live de duas semanas atrás, nós apresentamos aqui identificação de sentimentos, né? Então, assim, a gente já está indo nessa linha, viu, Bento? Sentimentos, a gente já consegue identificar 10.
SPEAKER_01E se você identifica sentimentos, você vai provavelmente identificar um sujeito que está meio nervoso, que pode ser um cara que está ali numa. Então, eu acho que essas coisas que vão sendo trazidas e que vão aprimorando cada vez mais esse nosso dia a dia, né? No fim, a gente faz tudo isso para tentar trazer eficiência, inclusive de custo para o nosso contratante.
SPEAKER_03Mas pessoal, vamos, nós estamos cheios de perguntas aqui, nós estamos com o nosso tempo quase esgotado. Eu vou tentar dar uma repassada muito rápida, né? E aí vou passar pontualmente, se vocês puderem responder rápido para a gente não deixar o pessoal sem. Sem resposta. Vou começar de baixo para cima. Tatiana Mesquita pergunta para a Cirlene: podemos pensar na identificação de gênero e faixa etária como mais um fator usando junto a biometria de voz, fazendo prova de vida em bancos, por exemplo?
SPEAKER_00Com certeza. Com certeza. É mais um fator. Aliás, a somatória desses três fatores leva a uma assertividade enorme, com certeza. Uma mescla de tecnologias que fazem muito sentido.
SPEAKER_03Beleza. Uma para o Marcos. Mário Uliane Neto pergunta para o Marcos: ao identificar gênero e idade do cliente, faz sentido pensar em utilizar vozes diferentes na síntese de fala para diferentes grupos?
SPEAKER_02Totalmente. Isso é uma. Isso é perfeito, porque. Quando eu identifico a idade, num caso aqui, principalmente a idade, eu posso mudar a voz do agente digital, eu posso fazer com que a locução do agente digital seja mais lenta, que ele tenha uma explicação diferenciada, onde eu posso aguardar mais tempo essa pessoa com uma idade mais avançada, explicar quais são os problemas, quais são as solicitações que ele tem. Então, uma vez eu identificando essas, tanto a idade quanto, de repente, o gênero, eu consigo otimizar totalmente o atendimento. Eu consigo fazer o atendimento ser completamente diferente no mesmo canal digital. Então, uma pessoa que está ligando, que tem uma idade de 20 anos, uma pessoa que está ligando que tem uma idade de 80 anos, ele está no mesmo canal, mas atendimentos completamente diferentes, totalmente personalizados. Isso é tranquilamente.
SPEAKER_00Se você me permite, Gilno, eu queria só fazer um comentário nisso, né? Aí, de novo, né, a gente levando para diferentes jornadas de acordo com o perfil, e aí vale lembrar que a gente está falando de duas coisas aqui, né? A personalização de voz, e aí a gente praticando a empatia nessa jornada, eu sou uma idosa, eu vou ficar muito mais à vontade ouvindo uma voz de idoso e assim por diante. E aí vale lembrar que hoje nós temos tecnologia de ciência de fala que eu vou fazer meu jabazinho aqui, mas é real. Hoje a gente já não precisa de milhares de horas em estúdio para criar uma hora, vozes personalizadas, nada disso. Temos tecnologia que fazemos vozes personalizadas muito rapidamente, e também a funcionalidade de customização das vozes, que é exatamente isso aí que o Marcos traz. Olha, é ritmo diferente, né? Por exemplo, a Rosana deve estar sofrendo aqui para fazer a minha tradução livra pela velocidade que eu falo, né? A quantidade de palavras por segundo, de repente não faz sentido isso para todas as idades. Então, isso realmente boa essa do Mário, muito legal.
SPEAKER_03Legal. Tem uma do.
SPEAKER_00Eu disse que é o programa acrescentando acrescentando.
SPEAKER_03Bora, bora, bora.
SPEAKER_01Um exemplo, um exemplo, nesse tema, a questão do. A questão do sotaque. A gente tem uma operação concentrada no Nordeste e a gente customizou os agentes virtuais com sotaque e a nossa eficiência aumentou em 17%. Porque eles se sentiram representados efetivamente ali com um agente virtual com sotaque. Então, você veja como é incrível. É possível você melhorar até além de um agente de um operador comum, que a gente não conseguiria ter operadores todos com sotaques aqui, mas a gente consegue sim replicar esse modelo, isso faz crescer a aceitação.
SPEAKER_03Ou só uma informação, uma empatia que a Cirlene colocou.
SPEAKER_02Isso aí, como é um indicador que acrescenta no que o Bento disse, quando agora, né, nesse projeto piloto que nós estamos rodando, já com a identificação do gênero e idade, já consegui identificar que quando o cliente que está em linha, que foi cobrado e gerou o boleto para fazer o pagamento, quando ele tem, quando bate tanto o gênero quanto a idade com o cadastro dele, eu tive 20% a menos de quebra na promessa de pagamento. 20% a menos. É muito. Então, o cliente, eu liguei para 10 pessoas e identifiquei parte dela, ó, o gênero bateu com o cadastro, a idade bateu com o cadastro, 20% a menos de quebra para isso. Então, eu consigo, pensando a curto espaço de tempo, diminuir consideravelmente o volume de ligação, né? Você acabar tendo uma experiência melhor para o cliente, então é o tripé, né? O call center, a intervalor vai ter um resultado melhor, mais positivo, vai teoricamente ali, gastar menos, porque vai ter que ligar menos. O cliente da intervalor, os bancos, vão estar mais satisfeitos, porque a rentabilidade vai estar melhor, vai ter mais promessa, vai ter menos quebra, e no final o consumidor, né, completando o tripé, vai ter menos ligações e mais satisfeito. Então, isso, nesse mês, eu já consegui identificar que eu tive 20% a mais de menos quebra para quando as informações batem com o cadastro.
SPEAKER_03Otimizando, né? Mas não faz, não, Marcos, que tem mais uma para você. O Márcio Mendonça Pereira, ele pergunta o seguinte, Marcos, por gentileza, quais são os desafios que uma empresa enfrenta para migrar a operação humana para a solução? Isso é bem legal, ótima pergunta, né?
SPEAKER_02Você pega uma. Isso. Então, a pergunta que o Márcio fez é perfeita. Isso é um desafio para todos os call centers hoje do país. E não só do país, hoje, por exemplo, nós atendemos call centers até na Argentina também. Mas é algo mundial. Isso é um desafio. Nós, quando começamos esse processo de digitalização na intervalor, tem que ser a quatro mãos. Então tem que pegar uma operação, identificar, desenhar todo o script daquela operação, então tem que fazer toda a humanização, levar isso para um estúdio, tem que gravar todo esse processo, essa fraseologia, com locutores, com a voz ideal. Então, a nossa equipe de desenvolvimento de VUI, que é capitaneada pela Glaucia, ela faz todo esse processo. Então ela pega uma operação e fala: Bom, essa operação aqui é humana, vamos transformar ela em uma digital. So ela pega todo aquele passo a passo, desenha aquilo tudo, manda para o estudio. Depois que saiu daquele estudio com as gravações, é encaminhado para a área de desenvolvimento, onde o Carlos é capitania, faz todo o desenvolvimento, tem toda a parte de infraestrutura, telefonia, integrações com SMS, integração com o WhatsApp. Então, ele é complexo, é. Foi muito mais antes. Hoje a gente consegue colocar uma operação no ar a mês, 20 dias a mês. É rápido. Por mais que todo esse processo seja complexo, a gente já hoje consegue. Hoje na intervalor, eles conseguem compor uma operação em 24 hours. Eles só pedem para nós uma gravação. But eles têm esse poder. Então, lógico, nós estamos já num processo um pouco mais avançado com eles. Mas começando do zero, basicamente é isso. É entender a operação, pegar todo o processo, digitalizar ela e operar. Só entregar a tecnologia não vai dar certo. É operar junto com o cliente, mostrar os indicadores e acompanhar a operação no dia a dia.
SPEAKER_03O Bento citou uma coisa que é recorrente, né? Eu até ia te chamar mesmo, Bento, que é recorrente, né? Que é a parceria e o grande diferencial. Aí eu emendaria, Bento, nessa questão, e olha o nosso tempo, hein? Eu emendaria a questão de a possibilidade, em cima do que você viu e do seu comentário preliminar lá, quando você começou a falar, existe a possibilidade de exportação desse tipo de tecnologia que você está vendo, pelas experiências que vocês estão tendo?
SPEAKER_01Eu acho que sim, mas o que eu percebi é uma possibilidade para países de língua latina. No nosso caso, particularmente, pela familiaridade maior que a gente acaba tendo nesse sentido. So, for example, a gente esbarrou em algumas questões de GDPR, que é a LGPD of Europa, a questão dos servidores não pode ficar fora ofrecida, a questão, enfim, tem uma série de questions that a gente fazer operation por aqui tem que tomar alguns cuidados. But it's possible totally e a gente considera de fato, tem muitos casos que dá para levar, a gente está considerando de levar para a Alemanha orgasmica, enfim, na verdade são vario que o group trabalha, é muito importante. But you percebam por que a gente consegue fazer uma implantação em 24 hours. Porque, na verdade, a gente, na verdade, 70, tenta, erra, acerta a briga, comemora com o parceiro. Então muitas vezes a gente não adianta imaginar e você começar uma operação e você simplesmente teve uma falha, você fala, putz, troca esse cara. Muitas vezes você tem que começar o junto, né? Então, assim, ao ponto de que nesse nível que a gente tem hoje, a gente faz uma integração em 24 horas. Portanto, todo mundo que quiser implantar uma operação em 24 horas, procura entre valor e atrás, que nós faremos algum fazer, usando as tecnologias que você quer.
SPEAKER_04É exatamente isso que é das tecnologias que você queria ter.
SPEAKER_03Boa, boa. Mas, amigo, nós estamos chegando aí no nosso horário, né? Para cumprir os 60 minutos que a gente tinha comentado, eu queria fazer meio que uma despedida entre vocês, perguntar para vocês, o que vocês levam de bom dessa live aqui para casa como recomendação e como sugestão. Quem quer começar? Começar pela Cirlene, que ela está ali empolgada. Vamos lá, vamos lá.
SPEAKER_00Bom, mais uma vez, eu quero agradecer, agradecer e agradecer, porque esse aqui a gente diz que é o nosso melhor dos mundos, né? A gente ter a oportunidade de estar aqui trazendo case de sucesso com um parceiro direto nosso, um parceiro aí de longa data, que é a Trecho, e a gente chegando lá no cliente da Tresto, ou seja, passando por essa cadeia, que é aquilo que no final do dia a gente visa, e eu hoje falo sempre, a gente não é B2B e a gente não é B2C, a gente é Hillman to Hillman. Então, se eu não estiver atendendo, ajudando a Tresto, atender bem o último cliente dele, a gente não vai ter sucesso. Então, essa cadeia que a gente bateu esse papo aqui hoje é uma grande satisfação pra gente, é realmente uma alegria a gente ver o resultado do nosso trabalho preto. A gente tem sim muito orgulho de ser uma empresa 100% nacional desenvolvendo tecnologia nacional. Aliás, esse é o nosso grande proposto de transformação maior. Nós temos paixão pelo desenvolvimento de tecnologia nacional. Então, isso aqui pra gente é uma coração desse trabalho nosso, muito bom. Muitíssimo obrigada ao Marcos, ao Beto, pela confiança, por compartilhar todas essas experiências com a gente aqui, com todo esse público que nos assiste agora. Muito obrigada, saiu muito feliz, muito feliz mesmo. E o Vilma, eu só quero colocar um ponto mais. Eu vi que a gente não conseguiu responder todas, mas alguém fez uma pergunta, o Wagner, aqui sobre o futuro.
SPEAKER_03Eu estava pensando em como colocar essa pergunta.
SPEAKER_00Eu vou só fazer um comentário, eu não vou gastar muito tempo aqui, né? Mas o futuro do agente digital, eu acho que se falou bastante, né? O dedo aqui dando depoimento, isso não tem volta, eu acho que realmente não tem volta. Isso não é uma perda para os humanos, não é um espaço para que os humanos façam muitas vezes atividades mais nobres, né? Nós sempre seremos mais nobres do que os robôs, confio, acredito nisso, mas por isso a gente pode usar o nosso tempo para fazer coisas mais nobres e colocar os robôs para fazerem coisas que são mais repetitivas, mais automáticas e assim por diante. Então, acho que o futuro é, cada vez mais vamos ter sim os robôs, mas nessa questão do futuro, eu acho que aqui hoje a gente fez muita escolha desse futuro. A gente fala tanto aí da questão da humanização dos robôs, né? Eu já ouvi várias discussões sobre isso. O que é humanização, né? Gente, não é enganar ninguém, a gente não quer que ninguém seja atendido por um robô achando que está sendo atendido por uma pessoa. Isso seria contra a gente mesmo, né? Robô é robô, pessoa é pessoa, gente é gente, tá certo? Mas a gente conseguir levar minimamente para os robôs um pouco dessa capacidade da empatia, né? Porque as pessoas querem isso, então elas vão saber que estão sendo atendidas por um robô, na maioria das vezes, né? Mas vão sentir que alguém lá do outro lado que está programando esses robôs estão preocupadas em atender bem pessoas. Então, eu acho que é isso, o futuro é cada vez mais, mas eles, os robôs cada vez mais com capacidades de ter esse cuidado que o ser humano espera ter sempre, até na relação com robôs. Então, é isso. Gente, beijo, muitíssimo obrigado.
SPEAKER_03Eu até, Cirlene, ousaria acrescentar que eu acho que, como uma boa prática, é até bom lembrar. Eu sou fulano, que estou te atendendo numa deferência de que é um robô que está atendendo. É isso aí. Mas, Marcos, agora é com você. Obrigado, garoto, por estar com a gente aqui, obrigado pela parceria. E o que você vai levar para casa? O que você acha que para casa aí?
SPEAKER_02Essa é uma palavra que o Bento falou: a provocação, né? Acho que isso não pode acabar, né? A gente tem que sempre estar sendo provocado e para melhorar. E algo que a Serena falou é sensacional. Quem desenvolve os robôs são humanos. Quem está por trás de todo esse desenvolvimento são pessoas que sentem e usam os robôs. Então, todo o pessoal da Tresto, toda areia de desenvolvimento da Tresto usar o agente digital. Andar no desenvolvimento os sentimentos deles também. Pra que tenha ali uma melhor usabilidade, que as coisas funcionem da melhor forma possible, porque eventualmente eles vão utilizar. So, por mais que seja um robô, por trás is sempre um ser humano que está criando aqui. Desde a hora de desenhar a fraseologia, fazer toda a parte de desenvolvimento, toda a infraestrutura, integrações com o WhatsApp, enfim, com tudo. Então sempre tem um ser humano ali por trás, tentando fazer a melhor forma possible, porque eventualmente ele vai usar. So it can't be algo legal for it. Então, o que leva para trecho é essa provocação de sempre estar melhorando e criando coisas novas. So I quero agradecer demais a Cirlene, toda a equipe do CPQD, o Bento, toda a equipe da Intervalor, who nos ajudou a fazer com que esse sonho se tornasse realidade e estivesse hoje in production.
SPEAKER_03Much, and you, Bento, what you level from the connection that you have here?
SPEAKER_01I level for the certain people with the experience of the consumer, the client. It's obvious that I can make this, but okay, okay, a gente prestave for empresas, a gente representando os contratantes, a gente está tentando deixar muito claro que a maior presente é tratar o cliente dele da melhor maneira possibility, melhorando a experiência, humanizando o tanto quanto possible andar. Você gostaria de ser atendido dessa forma? Isso é o que você gostaria de receber? Então, eu acho que as soluções como essas que a gente está colocando, por mais que possa ter uma situação dúbia, de que a automação não está alinhada com a humanização, isso é uma balela. Porque a gente vê claramente o nível da satisfação aumentando nas nossas pesquisas. Então eu acho que a gente está aderente a melhorar a satisfação do cliente, a ter maior engajamento do consumidor, à medida que a gente coloca essas novas tecnologias. Então eu acho que é isso que eu levo. E a vibração de ver esses caras de tecnologia sempre querendo fazer mais, que isso pra mim é genial, isso é fantástico, isso aqui move o Brasil.
SPEAKER_03Legal, beleza. Agora, antes da gente ir para os finalmente aí, que ficou uma pergunta aqui engasgada, mas ficou comigo engasgada, viu, Sirlene. Quando será a nossa próxima novidade mesmo?
SPEAKER_00Ah, em julho! Em julho teremos novas lives, uma nova série de lives cheia de novidades.
SPEAKER_03Muito bom, muito bom, muito bom. Beleza, obrigado, obrigado. Vamos ficar aí na expectativa, nós vamos cobrar essas novidades aí, e nós vamos aproveitando, ficando por aqui. Quero agradecer, né? Muito obrigado ao Marcos, à Silene, ao Bento, a toda a equipe que nos ajudou, propiciou a fazer essa série aí, e o pessoal que participou com a gente aqui, tá bom? Gostaria de agradecer a participação de todos nessa série, realizada pelos CPQD, sobre os avanços da inteligência artificial, o caminho da humanização, do relacionamento com clientes, onde eu pude debater, onde nós podemos debater sobre novas tecnologias no campo de reconhecimento da FAB. E não posso esquecer, o meu muito obrigado a Rosana por nos acompanhar andar a compartilhar esse conhecimento. Importante, pessoal, as duas lives estarão à disposição nas plataformas digitais do CPQD, no YouTube e no podcast. Boa noite a todos e até a próxima.