CPQD Podcast
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Como acelerar a inovação e a adoção de novas tecnologias
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Olá pessoal, muito boa tarde a todos. Eu sou a Silene, estou responsável pelas áreas de marketing e vendas no CBQD. Quero desde já agradecer muito a presença de vocês que nos acompanham e sejam todos muito bem-vindos. Hoje nós teremos a nossa segunda live sobre o radar, desculpa, sobre o relatório Radar Conecte-se ao Novo 2020. Na última semana, exatamente há uma semana, na última quarta-feira, nós tivemos a primeira live com o tema O Mapa do Cenário Brasileiro de Adoção de Novas Tecnologias. E hoje nosso tema é como acelerar a inovação e a adoção de novas tecnologias. Antes de começarmos o nosso bate-papo aqui com os nossos convidados, eu quero brevemente fazer um resumo sobre a abordagem do relatório, né? Para aqueles que ainda não viram e para que eles já viram a gente relembrar a abordagem do relatório. Vamos projetar o relatório, aí está a cara do nosso radar, tá certo? E aí, então, lembrando que esse relatório trata da consolidação de opiniões de executivos e especialistas sobre a maturidade, o impacto e o prazo de adoção de 28 tecnologias divididas em seis grupos. Lembrando que quando a gente fala da maturidade, nós estamos falando de emergente, nascente, inicial ou convencional. Quando falamos sobre o impacto da adoção da tecnologia, esse impacto é classificado em baixo, médio, alto ou disruptivo. E quando falamos de prazo de adoção, temos aí três linhas, até dois anos, consideramos curto prazo, de três a cinco anos, médio prazo, ou acima de cinco anos, considerado longo prazo. Vale lembrar também que foram aproximadamente 260 respondentes que estão distribuídos entre os setores de TI, Telecom, Energia, Indústria, Agro, Financeiro e Governo. Então, os grupos, e a gente vai tocar no assunto aqui dessas tecnologias ao longo do nosso bate-papo, os grupos das tecnologias são rede e conectividade, inteligência artificial, confiança, privacidade e segurança, computação avançada, mobilidade e veículos autônomos, IoT e dispositivos inteligentes. E agora sim vamos então chamar nossos ilustres convidados. Hoje teremos a honra da presença aqui da Rosilda, presidente executiva da PID Brasil. O Gontígio não chegou ainda, mas o Gontígio deve juntar-se a nós nos próximos minutos. O Gontígio, que é o diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTI, o Rodrigo Duclos, que é o CEO da Claro, e o Maurício Conte, que é fundador da W Conect e também idealizador do projeto Simples Receita, que ele vai contar um pouquinho para a gente na sequência, ok? Para a gente aqui começar o nosso aquecimento, eu vou pedir que, por favor, cada um de vocês se apresente brevemente na ordem Rosilda, Docloss e Maurício, ok? Vamos lá?
SPEAKER_02Cilene, obrigada pela gentileza do convite, é um prazer estar com vocês aqui, com pessoas tão de reputação tão importante no desenvolvimento dessa e acompanhamento desse ambiente de inovação. Eu sou presidente da PID Brasil, economista, empresária, também tem uma consultoria de relações governamentais há mais de 15 anos. And na PID Brasil a gente tem lá um conjunto, uma amostra muito importante of empresas from tecnologia national, who têm como DNA investir agressivamente em PID. Espero colaborar de forma importante aqui para o debate. Obrigada.
SPEAKER_00Minha vez. I'm o Rodrigo Duclos, I sou the CEO, the head digital da Claro, Claro, pensando NEC and Bratel, que se juntaram sobre essa marca. I think the atuação tanto de meus times constroem os produtos digitais, mas também como um centro de excelência dentro da empresa de difusão do mindset ágil, digital, e estamos conduzindo a transformação digital de uma grande empresa. Espero aprender muito aqui nos próximos minutos.
SPEAKER_03Valeu, muito obrigada, Doclos, Maurício, vamos lá, Maurício.
SPEAKER_05Boa tarde, gente. Queria agradecer o CPQD pelo convite. Fico muito feliz porque, como eu comentei antes na conversa aqui antes da live, sou ex-estagiário do CPQD, faz um tempinho, na verdade, e agora, de volta a casa, fico muito feliz de estar aqui. E esse sistema com essas feras que a gente vai poder compartilhar agora aqui na live, me deixo muito satisfeito, acho que vamos ter um bom bate-papo aí. Eu sou, só falando um pouquinho da Simples Receita, né? Sou fundador da Simples Receita, que é a primeira solução de prescrição digital de medicamentos usando o blockchain.
SPEAKER_03Muito bom, Maurício, muito bom. Pessoal, mais uma vez, sejam todos bem-vindos, vamos bater um papo bem legal aqui. Olha, a ideia do nosso bate-papo, a gente organizou em três blocos, né? Nós vamos começar falando sobre as barreiras na adoção de novas tecnologias, quais são as principais oportunidades percebidas, e vamos fechar com o terceiro bloco explorando como acelerar o ritmo de adoção de novas tecnologias. Além disso, nós também teremos, além das perguntas aqui que nós organizamos, nós teremos perguntas do público. Então, eu quero aproveitar para lembrar, na verdade, eu quero fazer duas lembranças aqui. Uma delas é que o pessoal que está aí nos acompanhando no YouTube, que coloquem suas perguntas no chat e a gente pretende, ao final, fazer o máximo de perguntas possível dentro do nosso tempo disponível. Nosso plano aqui é bater os papos por uma hora e meia, ok? E eu quero também dar um segundo recado, que na verdade eu esqueci, deveria ter falado no início, mas olha, aqueles que ainda não baixaram o relatório Radar Conecta-Céu Novo 2020, por favor, entrem no site do CPQD, o link vai aparecer aí para vocês também no YouTube, e baixem o relatório, tá bom? Vale muito a pena, ok? Então vamos lá, vamos dar início ao nosso bate-papo, para começar então com a questão barreiras na adoção das novas tecnologias e de qualquer nova tecnologia, né? Começando aqui uma contextualização, não é novidade para nenhum de nós, todos sabemos que a adoção de qualquer tecnologia não é de qualquer organização, governo, seja lá quem for, ao adotar uma tecnologia, não visa adotar a tecnologia pela tecnologia. E sim quer saber que resultados essa tecnologia pode trazer. Usualmente a gente pensa na tecnologia para adicionar receita ao negócio, para diminuir os custos, melhorar a produtividade e assim por diante. Na verdade, tem que ter um valor ao adotar uma tecnologia. Além disso, a gente sempre deve considerar que como se trata da adoção de uma nova tecnologia, junto com tudo que é novo, vem as incertezas. Então fica sempre a incerteza e aí é a hora que a gente cria muitas barreiras, que são as incertezas sobre a real efetividade na adoção de uma nova tecnologia. Além disso, acho que vale também a gente lembrar que tem pelo menos outros dois fatores bem relevantes nessa decisão. Uma é, claro, o perfil da empresa. A gente tem lá aquelas que são mais early adopters, que são as que começam com a inovação muito no princípio, assim como a gente tem aquelas que são mais seguidoras. Perfil, perfil de setor, perfil de empresa. E além disso, é claro, um tema que a gente pretende explorar aqui ao longo da nossa live, é que se há funding disponível para investimento, tudo fica mais fácil, tá certo? Então, para começar, eu vou passar aqui a primeira pergunta para a Rosina, por favor, que é o seguinte: olha, a gente pôde observar aí na pesquisa que o setor indústria, aquele que você está bastante envolvido, especialmente aí na BT Brasil, o setor se mostrou mais conservador na adoção de novo no court prazo. Ou seja, sinalizaram a importância de novo technologies, but no médio and long prazo. Na sua visão, what barreiras ainda precisam ser vencidas, seja pelo setor industria, those indústrias, seja pelas empresas who desenvolvem technologies or applications that habilitam o conceito 4.0. Diga lá, sua visão.
SPEAKER_02I think a gente avaliar algo more complex do que the adotion of technology in six that depends on a decision. Talvez the conservadorism has other points to be ponderado. Então, a preocupação que a gente poderia trazer aqui de forma rápida. Só um pouquinho, por favor. A semana passada, dia 26, o governant publicou um decreto que institui a Estratégia Federal de Desenvolvimento para o Brasil, 2020 e 2031. Próxima década. A estratégia, ela utiliza three possible cenários para a evolução da economia brasileira nesse periodo. It destaca three scários para a condução dessa estratégia, como sendo algo a se ponderar. Andes three scenarios from condição, considerar que fundamentalmente que essas escolhas estejam apenas restritas ao ambiente doméstico. O ambiente econômico international considerando se neutral, that acontece. And this estratégia colocam o cenário ofreferência, ou seja, um scenario com reformas macrofiscais, baseado in a capacidade ociosa atenção, a scenario transformation that implications of reforms amplas, and the aumento da escolarity, ou seja, tem um impacto importante no que se refere ao ambiente, andar um quadro ofuste fiscal, there was desequilibrio fiscal, reformas que permitisse conter os gastos, enfim. Então, um aumento da desconfiança. So para definição de uma política, o próprio governor já estipula ali three ambientes possíveis de acontecer, vejam o quão complexo é esse nosso ambiente no Brazil. E ontem a frase do Rodrigo Maia que diz assim: quem vai explodir se a pauta da Câmara não andar é o governo. Então pense assim, durma-se com um barulho desse. So a gente tem todo um ambiente internacional, interno, e ainda os nossos colegas do executivo e do legislativo ali tendo que criar ali uma sinergia. Então, há um ambiente de complexidade muito maior do que simplesmente a decisão da adoção da tecnologia ou não. E sem falar outras questões de financiamento, de demora na tomada de decisão para moderniza ou não moderniza, mas enfim, a preocupação do empresário tem aí um olhar para o ambiente de negócios e ele acompanha muito o médico e longo prazo.
SPEAKER_03Ok, muito obrigada, Rosilda. Bom, pessoal, vou combinar uma coisa aqui com vocês. Caso alguém queira adicionar, comentar, eu tenho uma pergunta diferente para cada um de vocês, mas eu quero que vocês fiquem muito à vontade, caso queiram falar sobre a pergunta do anterior, ok? Algum comentário do Kloss, Maurício? Vamos para a próxima?
SPEAKER_00Vamos para a próxima, eu acho que eu vou comentar na próxima.
SPEAKER_05Eu acho que o ambiente é complexo mesmo, Silene, e está sendo discutido uma série de normas, né? O projeto de lei 3443, o projeto de lei 7316, que versam, inclusive, sobre temas que o estudo do CPQD cobriu. E a existência ou não de segurança jurídica para investimento é um ponto que vai acelerar ou não a adoção de algumas dessas tecnologias. Inclusive, o relatório leva em conta a não existência desse arcabouço legal. É óbvio que se tiver um arcabouço legal bem definido, e me parece que essas propostas são boas, mas ainda estão em discussão. É óbvio que daí as empresas investem. E aí, principalmente falando aqui de dois grandes players, a Rosilda, como a indústria, e também a indústria de telecomunicações, que é muito relevante na transformação digital, óbvio que se você tem uma legislação que te dá garantias, com certeza vem uma onda de investimento muito grande das empresas mais tradicionais. E as empresas como a minha, que são disruptivas, obviamente, ganham fôlego aí nesse cenário, né?
SPEAKER_03Perfeito, perfeito. O desejo A, a necessidade é clara, né? A gente precisa é que os caminhos sejam viabilizados da melhor forma possível, não é? Bom, vamos lá, Doclos, uma para você agora. Vai lá. Sua vida tá fácil, né? Na perspectiva de uma grande empresa de telecomunicações, setor consolidado, e a gente está falando aqui de uma grande empresa, sem dúvida nenhuma, mas quais são aí os principais desafios, barreiras ao promover a sua transformação digital e incorporar as novas tecnologias no negócio? Ah, quero aproveitar, que eu acho que tem a ver com isso aqui, e já quero colocar também, juro que tem a ver, tá? Uma pergunta que veio aqui já durante as inscrições, que acho que vale você comentar também. A pergunta vem lá da Simone Andrade, de Recife, e a pergunta é: qual é o impacto da falta de talentos com domínio sobre as novas tecnologias na agenda digital das grandes empresas e do país? Gostou dessa, né?
SPEAKER_00Já matou, né?
unknownVamos lá.
SPEAKER_00Primeiro eu vou fazer a ponte com um pouco que a Rosida falou das preocupações. Eu acho que a preocupação do empresário é sempre com o negócio. And a great empresa is a mismo, no muda. O fato de the empresário not existe ser um group of executives or an employer sufficient for not having one person deciding to benefit for a negotiation? I think the point that was subjacent to a reflexion that I usilda is that not technology for technology. Adotar technology in gerar value. And aí vem the pontoon. Perceber the opportunity, proportion a solution, a solution different. And so not a solution pronta. Levantar uma hipótese, testar ela anda dinâmica that tomando conta do mundo. I think there's um setor que esteja imune a essa dinâmica. And fazer isso sem gente, gente inteligente, gente curiosa, gente talentosa, que cara appreciate. And gestores who consigne se adaptar ante. A gestor who decide to mandate and control what it was, for a leader that coach, who inspira, who ajudes to achieve alternatives, to levanta hipotes and appends errors and assert. I think this dynamic that must completely the capacity those empresas innovate. And we adopt technology. So I think voltando na sua pergunta, Silene, grandes barreiras. Uma é com certeza gente, gente, mas talvez a principal mesmo seja atitude. Mudar o jeito de gerir, de enxergar organização, de conviver com risco, de correr risco, mas pequeno. Muita gente fala do fail fast, errar rápido, but errar rapid and pequeno. And pouquinho. Errar rápido e pequeno. Aprender rapid, and turn the error in a font of apprentizado and capture of opportunity.
SPEAKER_03Se reerguer, né? Em qualquer ponto.
SPEAKER_00E demora para decidir, dói muito, então fica muito machucado e demora a reinvestir, então.
SPEAKER_03O medo, né? O medo de arriscar novamente, ele cresce fora do que deveria. Tá bom, muito obrigada. Pessoal, vou só interromper um pouquinho as perguntas, para dar aqui as boas-vindas ao Gontígeno, que pegou um trânsito virtual terrível. Mas, Gontígio, estamos muito felizes aqui com a sua chegada. Seja muito bem-vindo. Eu vou fazer uma pergunta aqui para o Maurício, para vocês ir entrando aqui, mas tem pergunta para você e aí você aproveita e se apresenta, ok? Então vamos lá, Maurício. Para você, como aí está à frente de uma startup, né? A gente sabe que a adoção de tecnologia faz parte do processo de explorar oportunidades inovadoras, disoltivas, como você disse, especialmente quando a gente está falando desse empreendedorismo de base tecnológica. Conta um pouco pra gente quais foram e são ainda ou não são, se estão resolvidas, as barreiras, as principais barreiras enfrentadas aí na sua jornada do Receita Simples. Conta um pouco pra gente aí, no seu papel, sobre isso, por favor.
SPEAKER_05Então, tem um ponto aí que acabou de ser comentado em relação à mãe de obra. Esse é um ponto crítico, a gente está agora crescendo equipe and the mercado de technologia passado, it continues aquecido, incha. So it really is difficult to recursive professional. So, one point we are trying to use, for example, I'm divulging vagas for desenvolved in Argentina. I think the Nubank abrewed a escritor in Argentina and Aleman, in business of talents, because the negotiation is very dependent on talents. So that's certainly a barrier. One we precisely, I acredite, talk about the ensino médious and insert technology as a current básicon or a curriculum complementar, maybe in curses that not curses técnicos. Because a programmers, if you tiver a big linguist and mathematics, in six years, one form a program. Outro ponto importante, and this tem mudado, but a gente sofre um pouco na indústria de saúde, que é uma indústria um pouco mais conservadora, is when você lida com tecnologias de ponta, em nosso caso, B2B, você lida com receio de investimento ou com outras prioridades de investimento. A gente teve uma época that was muito propícia a nossa tecnologia por conta da necessidade de distanciamento social. For outro lado, a indústria de saúde está passando por um momento conturbado, muito foco em atender os pacientes, então in muitos casos a adoção não acontece. O grande desafio para quem está fazendo disrupção anda de receita, como uma grande indústria às vezes tem, outras vacas leiteiras que a gente chama, é justamente a startup encontrar os early adopters, encontrar os nichos que vão rentabilizar, que vão gerar receita, para que aquele projeto possa evoluir, até porque hoje existe dinheiro de VCs, de fiber equity, até, vamos dizer, sobrando, tem disponibilidade de recursos hoje no Brasil, mas você precisa ter um negócio um pouco maduro para conseguir esses recursos. Então, o que eu colocaria aí como barreira são esses dois pontos aí, os recursos humanos e os recursos financeiros para você conseguir escalar essa disrupção.
SPEAKER_03Muito bom, muito obrigada, Maurício. Então, agora eu vou pedir para o Gontígio, eu vou já colocar uma pergunta e vou pedir Gontígio que você responda e já faça uma breve apresentação sua, okay? So, a pergunta que nós pensamos aqui para você, nós estamos naquele primeiro bloco, quando a gente está falando das barreiras na adoção de novo technologies, okay? E aí Ideia aqui com você explorar um pouco a question of the IoT. So, I said that the Plan National de IoT foi essencial para mapear os desafios e as opportunidades do país e nós temos todas as nações in curso para o tema no curto prazo. Contudo, a gente ainda acredita que não há uma massificação do IoT. E olha que no relatório nós tivemos todos os setores colocando IoT como sendo uma tecnologia de maturidade convencional. But ainda assim não se percebe essa massificação. So, na sua visão, quais são as principais barreiras para atingirmos essa massificação do IoT? Vamos lá.
SPEAKER_04É um prazer estar aqui com vocês. Para quem não me conhece, eu sou José Gontijo, sou aqui diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTI, secretário de Empreendedoria e Inovação, Substituto aqui, toco aqui a Lei de Informática, PADIS, Microeletrônica, Plano de IoT, Estratégia Brasileira de Transformação Digital, Estratégia de Inteligência Artificial, enfim, todos esses digitais. Na minha vision, e aí I would say do governo that the massificação do IoT is a process that passes by various verticais. A particular moment that provocate a soccer, ainda que o plano esteja in execution, só a provoca iria colocar energia informe privado anda, os dois começaram a colocar energia intros. But the X de tudo is that the world there is a leader in solutions of technology IoT. There are many technologies that just implemented that people are IoT, but the name. When you follow in IoT for, for example, a car autonomous, or industria 4.0, the value of the valor marginal of IoT from the scale of faturamento of operation economics is pequeno. But when you follow in millions of sensors, espalhados in posts, espalhados in medicamentos, espalhados in a serie of possibilities, when you think about the tributability exists, it comes to inviability, which the cost of tribute is more than the proper disposition. In other things, the taxes of the Anatel, for example, are annual, two years they have to pay. So we apply for the project of lay for initiative of the deputy Victor Lippe, which was recently related by the senator Vanderlan in the Senate, where it reduced all the taxas da Natell, as taxas de Ancine, voltadas para a IoTIO. Lembrando que essas agências já enviaram para o Congresso National a previsão de arrecadação a menor desses tributos. Então não tem que se falar em violação de lei de responsabilidade fiscal, porque na PELA 2021 isso já foi previsto. Isso, por si não resolve a adoção massificada do IoT. Isso é um primeiro passo. O outro passo é as próprias empresas entenderem o que é o IoT, entender o que é essa transformação digital que acontece in cada um dos ambientes. Não é simplesmente, no caso das cidades, botar um Wi-Fi na praça. Vai muito além do que isso. É você prestar serviço de melhor qualidade, é você botar segurança pública conectada, é você botar inteligência nos sistemas de saúde. E é um movimento que isso não acontece da noite para o dia. Se você parar para pensar, comunicações móveis, telefone celular, começou lá em 1995. A gente ainda não tem 100% de penetração. Apesar de a gente ter mais assinaturas de telefonia móvel celular do que população, nós não temos 100% da população que tem ainda um smartphone com moda larga. So é um movimento que ele é gradual, ele começa por atividades econômicas que tem uma pegada mais tecnológica, and o papel não só nosso do governo, mas também como do setor privado da academia, is the evangelization of efeitos positives daotion of this technology. No agronegócio, which is 25% of our PIB, if you aument 10% a eficiency, aumentar 10% the efficiency of a process, if you colour technology, colour intensive in technology, not desafiador. You have an impacto real economy, um potencial muito grande. So if you ask detalhadamente o agronegócio, the hubs of inovação, and a matriz de fonte de receita des agronegócio, um terço do agronegócio brasileiro é a agricultura familiar. Essa agricultura familiar vai ter condições de implementar tecnologias 4.0? Será que eles vão ter o conhecimento de como fazer isso? Ou eles vão pensar, não, eu já estou ganhando o meu recurso financeiro aqui, meu rendimento mensal, que paga minhas contas, e eu não tenho interesse em avançar em mais tecnologia, só vou ter dor de cabeça e não vou. Então, há sim um desafio grande, não só tecnológico, mas de política, de regulação, de convencimento, de atuação aos órgãos de regulamentação para desregulamentar, tirar barreiras, que eu acho que esse é o grande desafio. Por isso que a gente implementou as câmaras 4.0, as câmaras de tecnologias digitais, para que os ambientes possam se adentrar profundamente nos desafios daquele segmento e propor soluções para eles. A regulação para a agricultura é diferente do que para a saúde, do que para a indústria. Recentemente assinamos com o pessoal do turismo, que é uma atividade econômica que foi muito afetada pela pandemia, e as tecnologias digitais realmente podem dar um ganho nessa recuperação deles. Então você tem aí frentes que não só o governo tem esse papel, mas a atividade empresarial tem que acreditar que isso aí de fato vai dar um retorno eficiente.
SPEAKER_03Perfeito, muito bom. Legal que você chegou, chegou afiadíssimo, o cara já deu uma aula aqui para a gente. Muito bom, muito bom. E eu já vou emendar, indo para o segundo bloco, quando a gente vai falar aí das oportunidades percebidas, eu já vou emendar com uma pergunta para você, Montídeo, que tem a ver um pouco, é uma continuidade do que você vinha falando. Quando a gente observa o resultado do relatório, de forma bem interessante, o setor governo apresentou uma perspectiva muito positiva para a adoção de várias tecnologias no curto prazo, indicando sempre um impacto alto ou disruptivo para o país. Andrupa essas technologies, a gente está falando especialmente de 5G, IoT, inteligência artificial and blockchain, tudo a sua praia. Fala um pouco para a gente o que você vê na sua visão, quais são as principais opportunidades for this avancing?
SPEAKER_04Come on, leader. But the pool of gato, once there is no specialista, are the applications. Probably the gato ainda was followed. When a gente received the telephone cellular in 1995, when the smartphones surged in 2009, 2008, no one could imagine that it turned out that it turned out as melody of the previsions. Not that a sort of cellular and you don't precisaria of a notebook. The same thing I vejo for those technologies. The most mode that the IoT realmente is disruptive, but when you pensa, for example, in intelligence artificial, it's a novel paradigm. As pessoas ainda não raciocinaram, organize elas saben que are algo important, but nothing a dimension of impact that technologies digital just in your life, and that day 10 years ago is completely different than hours. So what you pensa is, pense as applications for solution of problems concretos. It don't be algo grande, it's a cool bem específic, which resolve the problem of a grand industry. Example, voltar para o agronegócio. 30% of the produção brasileira se perde na logística. 30% of grãos ou se perde because cai do caminhão, or any motivos. If you reduzisse aí, you can see a gain gigantesque. And there are solutions mirabolished that resolve this. You can see organized, fazer um pisinho de plano, conseguir financiamento. The X that you vejo is pense pragmatically in how you can dare pass for passage and pense on how you can alcance in a mediocre. Folly on which do you know the calo, not copiar the vizinho. The engineer brasile has a capacity, the scientist, the pesquisador brasile, has a capacity to talk in the world differently. First of all perspectives different. He picked all the technology, he was a leader global in the segment of it, and said, Prefeito of Stokom, we'll transform Stokecom in the city more intelligent. The prefeito de Stokolm responded, I can do nothing. Pense in deception of this CTO, volume for the pranched and pensou, reflets, and volunteer in a nice posture for this prefeito. He wrote for him, Qual the problem, prefeito? No importer quality, I will resolve it. And the prefeito falou, my populace está envelhecendo. Dito e feito, voltou toda a corporação a resolveu o problema daquele prefeito. Então é o que eu falo. Obvio que a tecnologia per se é inovadora, ela já existe, redes neurais existem. Eu estava aqui com o secretário do Rio Grande do Sul agora há pouco, junto com o ministro, discutindo sobre quando surgiu lá a discussão de redes neurais, lá em 2003, que muita gente falava que aquilo não teria futuro e hoje é o que é. Entendeu? Pense no futuro, pense na aplicação, pense na solução e no problema do outro, e usar o seu conhecimento para resolver aquilo. Eu falar que uma solução é o pulo do gato, talvez eu esteja esquecendo o que realmente é importante, aquilo que ninguém ainda pensou e que o pesquisador pode estar pensando agora.
SPEAKER_03Muito bom, muito obrigada. Olha, agora eu vou aqui para uma pergunta para o do Clos, tá bom? Bom, a gente todos vimos acompanhando os esforços das operadoras ao longo do lançamento das últimas tecnologias de comunicação na criação de ofertas para o mercado que vão muito além de só a conectividade. Isso tem sido um desafio constante para as operadoras. Dado a chegada do 5G, esse universo de aplicações e possibilidades de aplicações cresce muito, né? A promessa de mais segurança, baixa latência, alto robut. Então se espera um volume muito maior de aplicações. Como é que você vê as oportunidades para as operadoras se destacarem como protagonistas na oferta de aplicações disruptivas a partir do 5G? Vamos lá.
SPEAKER_00Eu vou defletir um pouco a pergunta, tá? Porque eu, como engenheiro que já implantou muita rede, eu gosto de pensar que eu vou ser consistente com o que eu falei antes. E eu concordo 100% com o que o Gontijo estava falando aqui. Entender o problema, entender a opportunidade para criar valor, ou para eliminar etapas orents de destruição de valor. Também pode ser isso. Pode ser que tem uma coisa muito ruim, muito chata, mas necessaria que acontece, and you don't jeito de eliminar aquela etapa in a negócio, in a jornada, in a experience of client, this também funciona. Eliminar moments de destruição de valor. I'm a mesma coisa que a tecnologia, ela te habilita tocas, mas ter o profundo entendimento do problema and o profundo entendimento da technologia ou da rede vai te habilitar a resolver de forma criativa e diferente esses problemas. 5G promete muita coisa in termos de latência, de velocidade, mas as tecnologias de baixa potência de uso de sensores, KTM, NBATIC, são redes que a gente também está roloaltando em paralelo com 5G, com outra velocidade, eu acho que também trazem muita oportunidade de se aproveitar esses problemas, essas oportunidades de negócio. Eu gosto da fala do Gontijo quando ele fala de ser pragmático. O que a gente está fazendo? E aí eu vou pedir desculpas a parte do meu time que deve estar querendo me matar aqui, que na hora que eu apresentei, me apresentei, eu falei muito de digital e acabei esquecendo de falar que a gente fui um dos criadores do Beyond Claro, que é o hub de inovação da Claro, que é o time que está tentando construir essa ponte entre a Claro e o ecossistema de inovação, inovação aberta, CTs, universidades e todos os startups como um todo. O que a gente está fazendo? Voltando na tua pergunta, entre outras coisas, a gente está programando alguns hackathons e a gente está usando as novas redes como um estímulo a trazer os criativos e os desenvolvedores para perto da gente. Porque de verdade, deixa eu deixar bem claro: a gente não quer vender só conectividade. A gente não enxerga a conectividade como o nosso papel único e exclusivo. A gente enxerga esse mundo, o nosso negócio, a nossa obrigação é gerar valor, e isso já vem de uma fusão de empresas, então a gente já entrega valor consolidando conteúdo, sendo o melhor broker do mercado de conteúdo, a gente tem aplicativos, a gente trabalha com. A gente subiu na cadeia de valor, então o que a gente falou da aplicação, eu acho que não existe um cenário onde todo esse investimento, esse esforço que o país está fazendo, ele tem que se pagar através da geração de aplicações que criem valor ou que eliminem destruição de valor. Eu costumo dizer que uma operadora como a Clara, querendo e tendo essas iniciativas, essa mexida que eu estava falando antes de atitude, a gente pode impulsionar demais esse ecossistema, mas eu vou deixar para o próximo bloco para explicar como.
SPEAKER_03Tá bom, ótimo, tem uma pergunta para isso mesmo, vamos lá. Bom, agora então eu vou passar aqui uma pergunta para o Maurício. Maurício, tudo bem aí? Vi que você caiu algumas vezes, mas você está nos ouvindo bem aí, tá bom? Tudo bem, vamos lá.
SPEAKER_05E aí a coisa oscilou.
SPEAKER_03Tá certo. Maurício, vamos lá, pensando em oportunidades, então. Olha, pelo relatório também, a gente pôde observar que, com exceção do setor financeiro e o governo, ou seja, a maioria dos setores que responderam à pesquisa, consideram a dor. Da tecnologia blockchain como algo para o médio e longo prazo, ou seja, para mais de três anos para frente. Como é que você vê isso e como você vê a possibilidade de identificar oportunidades para a adoção dessa tecnologia do blockchain?
SPEAKER_05Então, acho que aí tem dois pontos que eu queria reforçar, até complementando um pouco o que foi dito ali sobre a questão da inovação, que o Duklos disse de criar valor e de minimizar ou será destruição de valor. A mayor ofas foca muito a inovação em escutar o cliente. Obvio que escutar o cliente, suas dores, suas necessidades é um ponto extremamente relevante. Até o Steve Blank baseia toda a metodologia dele nisso. Vai para o mercado, get out of the building, and escuta o cliente, entende. Existe também uma inovação disruptiva, e o Steve Jobs falava isso, né? That the client não sabe o que ele quer. Android do segmento de saúde. For example, um cliente nunca disse, um usuário nunca disse que queria WhatsApp. WhatsApp was a product criado and as pessoas viram que era bom andas precisavam disso. Andro do segmento de saúde, como é um segmento mais conservador, onde a gente está, a gente acredita bastante nisso, mostrar que gera valor em pedaços talvez da cadeia que nunca se pensou que poderia se fazer diferente. Esse é um ponto bem importante. Secondo, que eu acho que é um viés que a pesquisa tem pelo momento que ela foi aplicada dentro do segmento de saúde, como segmento no epicentro da pandemia, do ponto de vista operacional, I acreditables that were very conservadores in the previsions of adoção de tecnologia, porque ali você estava meio que tentando sobreviver, basicamente, entregar serviços para os clientes, os hospitais cheios, etc. And a nossa visão é um pouco mais otimista da adoção de blockchain pelo segmento de saúde, por isso que nós estamos investindo nisso.
SPEAKER_03Ok, ok, terminou, né? Tá bom, deu uma atremida aqui. Ok, obrigada, Maurício. Bom, agora para a gente fechar esse bloco, eu coloco aqui a última pergunta para a Rosilda, na questão aí das oportunidades percebidas. Bom, ainda há quem defenda, o A quem defenda, que o processo de digitalização da indústria nacional soube, né? Nesse processo de digitalização, o Brasil será apenas um consumidor de tecnologias estrangeiras. Primeira pergunta: if you concorda com isso. Second, há espaço para criarmos tecnologia nacional? A gente could observante a pandemia, pegando o gancho da pandemia, especialmente aquelas indústrias com a cadeia produtiva longa e que dependia de componentes importados, tiveram problemas de abastecimento. Então, emendando com isso, nesse contexto aí da pergunta, o que tiramos de lição com a pandemia nesse contexto, do desenvolvimento de tecnologia nacional? Vamos lá.
SPEAKER_02Bom, primeiro acho que esse processo de digitalização, acho que o Brasil se inspira muito em tecnologias de outros países, mas ele tem uma capacidade de desenvolvimento tecnológico bem robusta internamente. A gente já tem tecnologias importantes para a indústria 4.0, de medição de temperaturas de portas de freezers, empilhadeiras, enfim, soluções que, como diz o Gontijo, são simples, mas que impactam sobre maneira no ambiente de negócios da indústria. É importante que o empresário entenda o que aquele investimento, aquele desenvolvimento vai impulsionar nos seus negócios. Ele trará realmente resultados específicos. Acho que esse é um ponto importante. A gente tem lá na PID Brasil um programa chamado Raio-X, onde as empresas se visitam e trocam experiências e as melhores práticas na gestão de PID, na condução de projetos. E esse projeto foi ampliando e ele foi criando outras oportunidades de negócios entre as empresas. Então, há um espaço muito importante do desenvolvimento tecnológico, dessas parcerias estratégicas entre as empresas. Por exemplo, no momento de pandemia, a gente teve, tem uma das empresas da PIB Brasil que criou uma solução com de ozônio para ambientes limpos, esterilizados. Então, a oportunidade é o tempo inteiro um provocador nosso das empresas que têm o DNA de investir em pesquisa e desenvolvimento. O Brasil é um país importante, principalmente para as empresas de software, acho que aí há um espaço importante para que o governo estimule e apoie mais as indústrias de software, afinal de contas, nesse momento, a mão de obra de software brasileira é uma das mais baratas, né? E a gente teve aqui um aprendizado importante com relação a essa questão da cadeia, do fornecimento de insumos, que não adianta, se você tem nas suas etapas do processo produtivo, insumos globais, vai ter quando há um impacto no mercado como um todo, você vai ter esse impacto dentro da sua cadeia, dentro do teu ambiente de negócio. Então, quando impacta para você, impacte para todo mundo. Então é importante a gente ter esse aprendizado e pensar sempre no que é o aprendizado desse momento e não esquecer que as empresas do nosso setor têm ali uma oportunidade de compartilhar experiências e talvez a gente curte um espaço de tempo importante de aprendizado e de colocar aí as nossas oportunidades de parcerias estratégicas como sendo uma agenda importante. Então, se há uma lição que a gente tira dessa pandemia, olha para o lado. Será que a gente não tem uma indústria ou uma empresa que pode ser complementar, que pode levar a minha solução para a carteira de negócios dela? Então, assim, acho que isso foi um aprendizado importante para que a gente se olhasse mais e que enxergasse o potencial de trabalharmos de forma conjunta. De enxergarmos o nosso mercado como um potencial de desenvolvimento tecnológico e de parcerias estratégicas.
SPEAKER_03Muito bom, muito bom. Obrigada. Bom, alguém quer comentar alguma coisa aí? Nós vamos ir, agora nós estamos, vamos entrar no último bloco. Alguém quer comentar alguma coisa? Podemos ir para o próximo? Ok, vamos lá. Então a gente falou aqui sim, ainda temos barreiras, né? Aqui foram mencionadas algumas barreiras a se levar em consideração, que são importantes, mas nós também falamos que oportunidades temos várias, né? E aí, então, agora nesse bloco vamos falar um pouco de coisas que, de certo modo, já até foram tocadas aqui nos blocos anteriores, né? Mas como a gente acelera esse ritmo de adoção de novas tecnologias? E aí eu quero começar com o Doclos e já pegar o gancho que ele já estava começando ali, que é justamente isso, né, Docloss, a partir da sua experiência, na Claro, é claro, mais na Claro, é claro, mas também e especialmente considerando a sua experiência no hub de inovação, no Bion, como você avalia, como é que você vê o papel das startups, ICTs e a academia na aceleração da adoção de novas tecnologias?
SPEAKER_00Vou começar dizendo o que eu acho que a gente tem. A gente tem three grandes ativos que são muito úteis fora de criação de opportunity to inovar usando parcerias and colaboração. Primeiro, a gente é muito grande. Soy um alcance very grande. A gente tem muito cliente, a gente tem muito cliente anda física, pessoal jurídica, muitas empresas, a gente está presente inicia, a gente atende todas as classes sociais, anda capacidade de atingir clientes andócios muito grande. Isso é um ativo quando a gente está falando de ter uma hipótese, refinar essa hipótese, testar ela e aprender com ela em uma velocidade alta. Então, esse é um primeiro ativo que a gente tem, que eu acho que é uma grande alavanca, que, em conjunto com esse ecossistema que você falou, a gente consegue conseguir alavancar muitas oportunidades. O segundo ativo que a gente ainda tem é a gente ter uma capacidade de geração de caixa, de investimento, que é muito grande. É um negócio de capital intensivo, falei rede and colocar cliente para dentro dessa rede, rentabilizar um business that is simply. Outros gigantes já tentaram, já viram que é um desafio grande e difícil. So I think a gente consegue sinergizar parte dessa capacidade em construir oportunidades de criação de valor, geração de receita, e criar diferenciais competitivos. E aí o terceiro ativo que eu acho que a gente tem é fazer uma reflexão sobre uma das maiores causas de mortalidade de startups, são startups que têm um solução em busca de um problema. E uma coisa que a gente tem em grande escala, porque por causa do tamanho da empresa e da complexidade que é esse tanto de produto, a gente tem bastante problema. A gente tem muito problema, a gente tem contato com muito problema através dos nossos clientes, sejam eles, as pessoas físicas ou jurídicas. A gente tem esses three ativos that, em conjunto com antenor visionário, with a boa capacity of execution, or with an academia, with pesquis that are in the front of conhecement, transform it in algoritmos, that would ajudar a transformation in software and propried intellectual, I acho que isso a gente consegue, a empresa tem uma capacidade de executar e de viabilizar quase qualquer coisa. Mas eu acho que aí assim eu faço a ponte com a primeira pergunta que é modelo de gestão, modelo de liderança, atitude. Essas coisas são as coisas mais, porque é comportamento. Mudar comportamento não é virar uma chave. Então tem um tanto de convencimento, de evangelização, mas tem muito de tentativa e erro, e isso é uma das coisas que eu mais me orgulho da gente, na Claro, ter conseguido criar um ambiente de autonomia, de inventividade, onde a gente estimulou esse comportamento. Eu estou muito seguro de que agora a gente cada vez mais escala isso e a gente vai surpreender muita gente num curto período de tempo.
SPEAKER_03Muito legal, muito legal. E como ICT a gente quer estar junto com você, não esquece. Muito bom, muito bom. E aí eu quero engatar aqui, como você falou um pouco da startup, quero engatar aqui uma pergunta para o Maurício, que tem um pouco a ver com isso que você acabou de mencionar. A gente sabe que, no geral, as startups não têm necessariamente o desafio de se transformar digitalmente, porque usualmente elas nascem digitalmente. E elas também nascem usualmente trazendo soluções disruptivas, ao ponto de muitas vezes, mudar hábitos, que tem um pouco disso, mudar hábito, é verdade, o problema está ali, as vezes ele está super explícito, às vezes nem tanto, but a verdade é que a adoção leva a uma mudança de hábito, uma mudança de cultura, o que também usualmente leva um tempo para viabilizar o negócio. Na prática, para parar em pé. E aí a pergunta para o Maurício, que é um ator aí nesse ecossistema como startup, como empreendedor, é como levar uma ideia adiante, apesar dessas barreiras, desses desafios, e especialmente garantir a robustez e a escalabilidade para o crescimento depois. Compeu, olha, virou cultura, virou hábito. Como seguir atendendo o grau necessário de escalabilidade?
SPEAKER_05Então, nesse caso, a estratégia que a gente usa, que muitas startups usam, é aparentemente fácil, mas não é tão simples, que é como descobrir os early adopters, ou seja, existe uma curva normal aí, existe um grupo pequeno de em torno de 16% dos usuários, ou um pouco menos, um pouco mais, depende muito do segmento, que está apto a adotar essa tecnologia antes do restante do mercado. Achar esse público é o segredo. No nosso caso específico, for example, existem alguns tipos de profissionais de saúde, especificamente falando dos médicos, que estão muito mais propensos a adotar tecnologia for contacting, entre aspas, heavy users of prescription. So, can you comça crônica, pediatra that prescripção, because it's common a criminal nascent fashion de vida ficar mais doente. So determinados perfis médicos, e a gente está ainda finalizando o estudo disso, vai ter um volume de prescrição muito grande. E aí para o nosso negócio faz muito mais sentido e a gente provavelmente consegue ajudá-lo muito mais. Outras especialidades talvez prescreva menos, sei lá, um psiquiatra, um psicólogo, etc. Então, algumas outras especialidades é diferente o comportamento. Andrew, o nosso preciso entender bem o comportamento do público, seja como paciente, seja como médico, para conseguir descobrir onde estão esses e-adopters que vão talvez ter mais valor, mais rápido, e aí, por tanto, eles estão dispostos a romper essa barreira, muchas veces cultural, de mudar o jeito de fazer algo que já se faz há décadas, and fazer de uma forma differente, que é até melhor, mas naturalmente, isso aí, se você lê aquele livro modelo, você vê claramente o ser humano is resistente à mudança, andal do ser humano, do nosso cérebro, querer notar, porque onde ele já está, ele conhece bem. Soí da zona de comforto, mesmo que seja for a look, as well as resistance. Especifically, um conservador in the use of technologia. I don't know of médics recém-formados, the médics come to prescreve much time, because generally it will specializate and etc. And to enter this comportament is much different, for example, this solution of prescription pode served for dentista. But the comportaments are very distinct. Você começa a ver, for example. São algumas curiosidades aqui para o pessoal entender, né? A gente foi estudar os médicos. A concentração de médicos no estado de São Paulo é enorme. Quase 30% dos médicos do Brasil estão no estado de São Paulo. Já dentistas, São Paulo é o quinto estado que mais tem dentistas. Rio de Janeiro, Minas, tem outros estados que são muito mais proporcionalmente até com a população, tem um volume muito maior. And veterinário are mais homens, dentistas é um pouco mais feminino. And você começa a ver que tem hábitos de consumo do seu produto muito diferente, apesar de todos estarem nesse mesmo guarda-chuva. Então, acho que eu deixo de mensagem isso. Entenda realmente bem quem é o seu cliente e onde está esse early adopter que vai te ajudar a começar a escalada do produto, que é a fase mais difícil, né? Você ainda não tem receita.
SPEAKER_03Sim, muito bom, muito bom. Obrigada. Bom, agora eu vou aqui com a pergunta para a Rosilda. Bom, primeiro, o que você vê, né? Se há ainda alguma coisa mais a ser feita, no sentido de contribuir para a antecipação na adoção de tecnologias, especialmente na indústria e nos outros setores mais conservadores, que apontaram aqui no relatório tudo acima de três anos. Se você vê aí o que mais pode ser feito para antecipar esse prazo de adoção, e aí eu quero muito ouvir você falar também sobre como você vê o papel aí das startups, ICTs e academia nessa antecipação da adoção de novas tecnologias.
SPEAKER_02Bom, Sirlene, lá na PIB Brasil a gente tem empresas que desenvolvem tecnologia, nasceram desenvolvendo tecnologia, e por isso são muito agressivas nesse investimento. São empresas que têm uma proximidade muito forte com os ICTs. Os ICTs estão ali dentro da casa dela o tempo inteiro, e ela está dentro da casa dos ICTs. É uma agenda compartilhada o tempo inteiro. E as startups já são uma agenda nossa. Tem várias empresas que têm incubadoras, que têm programas de aceleração e de hackathons, buscando identificar oportunidades de diversificar portfólio, de levar soluções com tecnologia nacional. Então, acho que se a gente for olhar para o que seria uma oportunidade de procurar reduzir esse tempo da adoção das tecnologias, acho que uma questão cultural, se todo empresário brasileiro pudesse ser picado pela mosquinha da atitude do pessoal da PID Brasil que nasceram com o DNA, a competitividade está por meio da inovação. Então eu acho que isso seria importante no sentido de enxergar a oportunidade disso, de você estar lá na frente, de você entregar coisas novas. O prazer de você solucionar um problema, de você ter um produto que foi desenvolvido com um recurso de fomento, mas que você consegue entregar para a sociedade, para a gente, inovação está quando você consegue entregar esse produto, quando você tem lá o produto vendido no mercado. Isso para a gente é inovação. Então, esse olhar mais arrojado de atitude, eu acho que cabe aí uma levar para os empresários essa inspiração das empresas que usam a lei do bem, das empresas que usam a lei de informática, das empresas que conversam com o governo, isso que o Gontijo estava falando das várias câmaras de IOT, de indústria 4.0, de cidades inteligentes, as empresas precisam estar lá, porque elas precisam ser picadas por essa inspiração de entregar algo novo. O Gontijo tem toda a razão quando diz IOT, é quando você usa sem saber. É quando a tua vida melhora de forma espontânea. Então, olha o prazer de você ser um empresário, que você conseguiu facilitar a vida de uma pessoa, de um deficiente físico, de um portador de necessidades especiais, ou de alguém que tem dificuldade de deslocamento. Então, assim, a do governo ter um olhar importante sobre. Que a gente tenha uma inflação de 3%, uma taxa Selic de 2% e uma taxa de juros dos bancos de 12, 15, 20%. Esse tipo de coisa a gente precisa conversar mais com o governo, a gente precisa mobilizar as empresas para vir trazer para o governo, que isso não é razoável. Eu invisto em PID, eu sou arrojado, eu coloco dinheiro lá em PID, que é um investimento de alto risco, eu coloco a minha empresa em garantia real para um recurso de investimento em PID. E aí eu tenho uma taxa no banco que é muito superior à razoabilidade. Então, acho que isso a gente deveria dar mais uma avaliada e as empresas trazerem para o governo quais as entraves, mas quais as sugestões de solução. Acho que esse é um papel importante das empresas, né?
SPEAKER_03Perfeito, perfeito. Já emendando, já que a gente falou de governo aí na sua fala, e lembrando que quando a gente comentou das barreiras no primeiro bloco, é claro que funding, qualidade de fomento é uma barreira, é importante ter, né? Então aí, Gontílio, a gente sabe, é claro, já há várias iniciativas importantes do governo nesse sentido. Aí a gente poderia mencionar aqui, quando a gente pensa no agro, a gente está falando do CMA, os pilotos da IoT lá com o BNDES para a agro, para as cidades, o blockchain no Bob ID, que acaba ajudando nessa experimentação em fotos de tecnologia aí no governo, a criação do Ibrafi, os projetos do PPI, enfim, já existem várias frentes aí do governo nesse sentido. Mas na sua visão, o que mais poderia ser feito para essa aceleração? E depois eu volto para a Rosilda porque eu quero ouvir dela também e de você esse papel das startups, falar um pouquinho deste ecossistema, que eu acho que todos nós concordamos que pode sim ser importante para essa aceleração. Vamos lá, Danti.
SPEAKER_04Obrigado. Como você mencionou, a gente já vem tomando várias iniciativas para. A Rosilda gosta de usar essa palavra, reduzir the risk of empresas, compartilhar the risk, tentar induzir o setor to ir mais rápido para um lugar que ele pode até ir de qualquer maneira, but demoraria more time. Talvez o grande desafio, andas initiatives que a gente colocou, are those desenvolved not here atrás da minha mesa in Brazil, but ouvindo the world and proximity to the things that conducive in the ambitious federal, not only the MCTI, but diverse ministers that work in these proposals. Obviously, there are gargalos of N Monts. When you pick the planned IoT, impressive deve and move of alternative documents that benchmarkings and mapeamento of ambience and various desafios. I think when you think in technologies digital, when you think about intelligence artificial, when you think in IoT, when you think about this game of technologies, not digital, including other sectors, with other parents levels more. For example, when you think about intelligence artificial, you are bad in reconnectivity of images, for example. But you don't have a engine. You have a parse who has an engine, and you don't have the part of big data, and you pick a terrible party, or you have two parts that are in reconciliation of images, one with a methodologia of one and one of the other. acreditar na propriedade intelectual que você gerou, na condução da parceria que você vai construir nesses projetos colaborativos. Tem aquele jargão, sozinho a gente vai rápido, juntos vamos mais longe, ando. A PD Brasil is a prova viva disso. There are empresas that were totally disconectadas, tinham, seus nichos of mercado with muita difficulty, se unir, andam reconhecidas como um grupo de empresas com foco no desenvolvimento tecnológico nacional. The Sindit Telebrazil, a partir do momento que as empresas se unem, elas defendem. Apesar de ser um exemplo muito interessante. Elas competem agressivamente, o nosso amigo da Clara competem centavo a centavo no preço, no cliente. A gente sabe como é parte do business dela, but at this time elas conseguem se unir fortemente for pautas comum. I acho que para você conseguir ter essa disruption na adoção, no avanço da adoção oficial, for that elas possam acontecer mais rápido, I think if those trabalhando juntos, the one will give. The potencial de adoção that a gente vê nos estudos, notos brasileiros, is the casa de bilhões. Although these ambientes que a gente estudou no plano de IoT, o valor de geração de riqueza até 2025 é o valor de um dessas grandes operadoras que a gente tem no Brasil, de um desses grandes fabricantes e fornecedores delas. Valor de mercado. So, for não se unir e crescer andar olhar para o Brasil, buscar as cadeias de valor internacional. Óbvio que quando eu desenvolvo uma tecnologia, a minha maior dificuldade não é a tecnologia. A gente cansa de receber aqui no Ministério pesquisadores muito capacitados que desenvolveram seus projetos, desenvolveram sua solução tecnológica, and aquele momento que ele chega para mim, e agora eu preciso ir para o mercado, acha um cliente para mim. Esse não é o papel do Ministério. Ele tem que desenvolver desde a origem com um parceiro tecnológico que vai buscar mercado para ele. Se ele consegue, desde o início, achar um cara, e aí tem alguns exemplos no Brasil que tem isso, eu não vou citar quais são, mas tem exemplos. Que detém, por exemplo, 90% do mercado de laser erótico do Brasil ou do mundo, e ele desenvolve um pedacinho daquele negócio, ele tem 90% do mercado mundial. Então é preciso pensar não como um jogo de damas, mata, come, mata, come, mata, come, morre, morre, mata, mata. Tem que pensar como xadrez. Tem que pensar de maneira coletiva. Entendeu? Perfeito.
SPEAKER_03Rosilda, você quer agregar algo aí?
SPEAKER_02Não, acho que faz todo sentido, principalmente quando o Guantijo provoca, dizendo que o cara tem lá a solução e agora o que eu faço, né? Que nem o cachorro fica correndo faz o rabo. A gente fez, teve uma iniciativa lá com a Ana URGS, lá no Rio Grande do Sul, onde eu levei empresários para conversar com estudantes de engenharia do quinto ou nono semestre. Aí eu botei eles a conversarem, sabe, para dizer assim, olha, entenda que não basta só tu ter uma ideia. Tu tem que ter um espírito empreendedor, porque tu tem que convencer esses empresários aqui, ó, a olhar para a tua solução como sendo uma oportunidade de negócio. Então tem um papel também de desenvolver esse lado de negócio, sabe? Porque senão ele vai ficar com conhecimento lá dentro e aí um grande estrategista assustado, né? Porque não conseguiu levar para a sociedade a solução disruptiva dele. Então o lado empreendedor é muito importante, a atitude é muito importante, errar é muito importante.
SPEAKER_00Muito bom. Esse é exatamente o ponto que eu estava falando da grande empresa. Eu ouvi do Eric Riz, do Lean Startup, quando ele esteve aí no Cubo comentando assim: toda startup quer ser grande, and depois reclama que as empresas grandes têm problemas, mas assim, você quer. Por que você quer crescer se você reclama? So o desafio que eu estava falando de atitude mindset é o mesmo. Apesar das empresas nascerem digitais, not necessariamente nascem com toda a atitude adequada ao tamanho da empresa na hora que ela cresce. E desenvolver essas capacidades em geral não é muito o foco do ambiente brasileiro. A gente acaba separando. Tem uma coisa que me incomoda muito, essa separação entre a tecnologia e o negócio. O digital destruiu isso. A tecnologia é o negócio e o negócio é a tecnologia. Esse espaço existia quando a tecnologia era um negócio que depois tinha que escalar na era industrial. Agora que a tecnologia é parte da capacidade de aprender anduir and se adaptar, não faz mais sentido esse gap. As coisas têm que estar muito juntas, porque a velocidade tem que ser alta. Não cabe mais no mercado alguém saber tudo do negócio e alguém saber tudo da tecnologia. As duas coisas são muito interligadas.
SPEAKER_03Muito bom. Maurício, algum comentário?
SPEAKER_05Não, acho que gostei muito aí do que o Duklos falou. A startup acaba conseguindo ser muito ágil por isso, né? Está tudo muito misturado, o que é tecnologia, o que é negócio, o que é disrupção, e muitas empresas essas coisas ainda estão muito departamentalizadas, né? E é um desafio, imagina, numa empresa do porte da tua, fazer tudo isso conversar junto, né? No mesmo ambiente, né? Acho que por isso até que foi criado o hub, né?
SPEAKER_00Ah, não, e assim, me permita discordar de uma coisa com o Tietchan. Eu não acho que tem que ser transparente. Porque a transparência é, no fundo, uma não criação de valor. Entende? Eu entendo que o teu comentário foi no sentido de ser de estar presente em todos os lugares, mas para isso acontecer tem que ter algum benefício, algum que justifica a mudança, o investimento. E aí, contando um pouco da nossa experiência com o hub, a gente entrou como um dos fundadores, não sei exatamente o nome do papel, mas a gente entrou como um dos fundadores da Plug and Play Brasil, e todo mundo estranhou de primeira, porque a gente entrou na vertical de que eles chamam de food, que é comida, que eles definem como da semente até a mesa, the seat to table. And a pessoal até in an event of abertura, o pessoal a conectividade reclamando da. trabalhar reclamando de algum gap de conectividade. Conectivity is basically business case. A gente querar jeitos criativos de viabilizar negócio andere dinheiro, que pague a conectividade, o investimento em software, o funding de tecnologia, a captura de talento, e que o benefício disso seja eliminando desperdício, ganhando eficiência, seja criando valor e melhorando a vida das pessoas, e que isso se pague. E por isso que eu tenho uma encrenca com o transparente. O transparente, ninguém paga o transparente, entende? Tem que ser mais que transparente. Vai lá, vai lá, Gontijo! Concordo com o.
SPEAKER_02Só dizer que transparência não significa entregar o segredo do céu.
SPEAKER_04Não pode. Não, não. O transparência é o usuário, depois que a tecnologia estiver implementada, é que nem o smartphone. Funciona. Não quero saber se é release 16, 15, 12, 11. Funciona. Óbvio que você oferecer um diferencial, uma aplicação, um monitoramento do seu filho, do seu cachorro, o que quer que seja, principalmente para a empresa que está vendendo o produto, isso aí você não tem que esconder dos outros, óbvio. Você tem que usar isso com um marketing diferencial de competitividade, é inovação na veia. But no fim do dia, a minha esperança, minha esperança não, minha previsão é que daqui a 10 anos, pelo menos para isso que a gente vive hoje, para essas especulações de aplicações que a gente vive hoje, vai ser transparente, vai ser comum. Para a gente saber onde está o nosso filme e tudo mais.
SPEAKER_00Comum. Como é que fala em inglês, tem aquele pervasive, né? É isso, todo lugar.
SPEAKER_02Amigável, aberto.
SPEAKER_00Está presente em todo lugar. Isso concorda com. Onipresente. Onipresente, é. Eu acho que isso é o transparente no se de ser invisível, é que. A gente falou bem, o smartphone funciona, mas ele começou sendo um objeto de desejo. Na verdade, teve várias tentativas de criar. O que a Apple fez, eu acho de excepcional, foi uma maestria na execução, não foi a ideia, foi a execução e a criação de uma visão que mudou o mercado, mudou a adoção e abriu o caminho para o que a gente vive hoje. Acho que. Hoje eles se beneficiam disso. É um valor tão grande que se associou que eles continuam tendo uma margem disparada do resto da indústria.
SPEAKER_03Sempre, né? Sempre a gente querendo a nova versão. E sabe o que eu acho que também eu faria uma relação aí da transparência, comentada pelo Gontio, que é aquela transparência assim, a gente não pensa mais sobre aquilo. Exceto no momento que a gente fica sem aquilo, não é? É o exemplo que você está dando, parece que já é normal o teu Apple. Pega, fala para um outro telefone que não tem nada. A competitividade, a gente esquece, quando está tudo bem, parece que o básico do pássaro fica sem internet, você fala assim: minha vida parou, não consigo viver, não é?
SPEAKER_00Mas eu acho que eu reagi assim porque esse é o grande dilema das operadoras. A gente acabou, o serviço da operadora foi se tornando mais e mais não transparente, mas quase. E eu acho que o mercado com essa velocidade de adoção aparece criando valor e ele acelera a adoção de inovação, de tecnologia, justamente criando o efeito uau. A Rosila falou das parcerias, uma das coisas que a gente descobriu na Plug and Play foi alguns clientes que tinham a mesma intenção de inovar, mas nos enxergavam só como provedor de chip, de M2M, certo? E aí construir essas oportunidades de como que a gente faz uma aplicação junto. Vamos nós dois aqui. A gente desenvolve, a gente tem dados, vocês têm dados, o que vocês têm? O que cada um tem aqui, como é que a gente constrói isso? Então, esse tem sido um exercício muito interessante.
SPEAKER_03Muito bom, muito bom. Olha, pessoal, eu deixei a gente foi se estendendo aqui, porque a relação, eu tinha cinco perguntas aqui, mas que na prática elas foram respondidas ao longo do bate-papo, tá bom? Então, agora a gente, o tempo passa muito rápido, já faz quase uma hora e meia que nós estamos aqui nessa conversa, que eu acho que foi muito legal. Então, antes de nós fecharmos, eu quero ainda dar um espaço para que vocês aí façam suas considerações finais. Uns minutinhos aí, né? Um minutinho para cada um, para a gente não estourar muito o horário. Façam, por favor, suas considerações. Quem começa pode escolher, é você, Rodriga. Vamos lá.
SPEAKER_02Eu queria dizer que eu gosto muito desse ambiente de debate, porque a gente aprende muito, né? Eu estimulo sempre muito as empresas a conversarem, as empresas a interagirem, porque quando ela sai do mundinho dela e ela se expõe e ela se testa e ela se coloca numa vitrine, só assim ela abre oportunidade para expandir negócios e para enxergar novos horizontes. Então o diálogo com comunicação, para mim, é o que justifica a gente ter ali um ambiente de interação, de troca e de fomentar o desenvolvimento tecnológico. Eu acho que o importante é a gente trazer para o nosso país a capacidade de entregar tecnologias para o uso, inovar é levar para o cidadão melhor qualidade de vida, bem-estar, é isso, é para isso que a gente está aqui. Então era isso, um prazer estar com vocês.
SPEAKER_03Muito obrigada, Rosilda. Doclos. Você está mudo.
SPEAKER_00Já falei bastante aqui, mas já atravessei um pouco, mas deixa eu só comentar assim: eu gostei do comentário da Rosilda, a gente tem feito isso, a gente tem feito eventos, meetups, a gente abriu a sede da Claro quando podia, agora a gente está fazendo online para receber gente e conversar. Tem visitado universidades, centros de pesquisa, a gente tem construído, a gente tem um programa muito legal com o Lisp da USP, que incentiva empreendedorismo ainda na graduação, até dois anos de graduado, chama Campus Mobile, que é uma experiência riquíssima de estimular empreendimentos, e a gente tem usado isso para exercitar a nossa capacidade de fazer pitch, de interagir, dar coaching. Então, eu concordo, mas não é uma coisa natural, requer um esforço, mas eu acho que vale muito a pena.
SPEAKER_03Isso aí, com certeza. Muito obrigada, Dukloss.
SPEAKER_05Maurício, queria agradecer a oportunidade com todos, parabenizar as ações, acho que o governo conseguiu nessa área de EGOV trazer muitas coisas boas aí, Banco Central na parte do regulamentação. Então, acho que a gente está num momento muito positivo, espero que continue assim, com o apoio até do Congresso, como a gente falou no começo. E queria convidar todo mundo que quer inovar na área de saúde. Estamos aí, simples receita, estamos à disposição para conversar, trocar ideia, propor até, de repente, um troca de caminho aqui do nosso caminho para viabilizar, trazer valor para a comunidade médica, são 500 mil pessoas no Brasil. Esse é o nosso foco.
SPEAKER_03Ótimo, muito obrigado. Gontium, suas considerações finals.
SPEAKER_04We never did not get tired. And I went to Futuricon, in 2013, 2014, if I don't know, that the WhatsApp just. And in that episode I just followed by IoT. And in that episode, I did a provocation. Not just operators, in general, the industry installed the pace, not of service, but of technology. Or the capital that's presented in Brazil and desenvolver as applicações para poder entrar insecto digital de maneira competitive. And I sinto orgulho de dizer que muitas empresas conseguiram ter essa abordagem. Óbvio que tem umas que não, and fatalmente algumas já até deixaram de existir ou foram adquiridas. But certainly, pelo menos aqui do ponto de vista do governo, a gente consegue visualizar certamente aquela que está na liderança, aquelas que se prepararam melhor. E o que eu posso dizer é, continuem nesse caminho. As que não começaram ainda, corram, porque já tem muita gente na frente de vocês. Obrigado.
SPEAKER_03É isso aí, é isso aí. Pessoal, mais uma vez, muito obrigada, muito obrigada. Em nome do CPQD, em meu nome, foi muito legal essa nossa hora e meia aqui. Muito obrigada por compartilharem conosco conhecimento, experiência, opiniões, o bate-papo, é isso aqui mesmo, do Cláudio, isso que é legal, é colocar assim cada um a sua pitada. É isso tudo que vai fazer diferença, não é? Tudo isso que a gente conversou aqui. Então, assim, olha, muito obrigada, viu? Obrigada mesmo, foi uma honra tê-los aqui conosco, ok? E a todos vocês que estiveram nos acompanhando até agora nessa transmissão, nessa uma hora e meia, eu quero agradecer muito a participação de vocês. Quero aproveitar também para agradecer a todos que responderam a nossa pesquisa do Radar Conect. Sem a participação de vocês, não seria possible concluir esse projeto tão legal andamos que pode ser um material de muito valor for o Brasil, para esses empreendedores, para os setores, enfim, para todos que responderam e aqueles que responderam, por favor, partem o relatório, olhem, tem muita informação legal lá. Muito obrigada, e vocês já estão convidados para responder a pesquisa de 2021. Aguardem, teremos o Radar Conexão Novo, 2021, com certeza, ok? E ainda como convite, quero avisar desde já, daqui a pouco a gente vai estar fazendo as devidas publicações, mas a nossa próxima live será no dia 18 de novembro, às 17 horas, como foi hoje. E um outro tema, não falaremos do radar, mas igualmente falaremos de um assunto bastante recente e relevante. O nosso tema no dia 18 será o PIX, o novo sistema de pagamento instantâneo. Então, é um PIX com os desafios de combate à fraude. And o mercado financeiro está se preparando para esse combate à fraude. Espero vocês lá. Mais uma vez, muito obrigada, uma excelente noite para todos e até breve.