CPQD Podcast
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A transformação do agronegócio no pós-pandemia
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O agronegócio brasileiro não parou durante a pandemia. Mesmo em um cenário com alta volatilidade do câmbio e das commodities, interrupções nas cadeias de suprimento globais e preocupações com a saúde dos seus consumidores e da sua força de trabalho, o setor não só manteve o mercado interno abastecido, como também bateu recordes de exportações.
Não é por acaso que o Brasil é um dos protagonistas mundiais no agronegócio. Há décadas o setor investe fortemente em inovação para aumento da produtividade e da eficiência da sua cadeia produtiva. Durante a crise, a tecnologia e a inovação seguem fazendo a diferença, mas é no pós-pandemia que a transformação digital no campo ganhará escala e criará disrupção no modo de operar e de fazer negócios.
Olemme lähetyn valuta vastaus ja laadin määriteltyy. Muita pitäisi muuta. So the perspective of technology, the governance and innovation. The North Life is audience and the theme is the transformation of the agronegocks in post pandemic. I am the Fabricio Lira. O Fabricio is our leader for a platform for tema strategic dentro do CPQD, which is the agronegio intelligente. Fabrício, seja muito bem-vindo. And vamos lá. Agora é com você, Fabrício.
SPEAKER_03Boa tarde a todos. Sou o Fabrício, o gestor do tema Agronegócio Inteligente no CPQD. A pandemia tem impactado a economia global de forma drástica, trazendo incertezas para vários setores andindo em praticamente todas as cadeias produtivas. Durante este período de adversidades, o agronegócio brasileiro tem reagido positivamente, adotando cada vez mais as tecnologias digitais para manter a sua operação. No pós-pandemia, o setor deverá evoluir e se reinventar em algumas áreas para se adaptar ao novo cotidiano, com a transformação digital, contribuindo para viabilizar inovações no modo de operar e de fazer negócios. Para falar sobre este tema, temos hoje conosco um time de peso. Primeiramente, eu gostaria de agradecer a você que nos assiste neste momento e também aos nossos convidados. Kleber Soares, diretor de inovação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. Boa tarde, Fabrício. Boa tarde a todos. É um prazer estar aqui com vocês. Boa tarde, Kleber. Chamamos o Anderson Pivoto, especialista em inovação da Cicred.
SPEAKER_06Boa tarde, pessoal. Prazer estar aqui com vocês também e compartilhar um pouco de conhecimento. Boa tarde, Anderson.
SPEAKER_03O José Augusto Tomé, CEO do Agitec Garage.
SPEAKER_02Boa tarde a todos, obrigado pelo convite, Fabrício. Boa tarde, Anderson, Kleber. Prazer estar com vocês aqui.
SPEAKER_03E o Sidney Corrêa Nobre, diretor executivo da Ernst Tang.
SPEAKER_01Boa tarde a todos. Prazer estar com vocês aqui, Fabrício Kleber, Anderson e Tomé.
SPEAKER_03Bom, sejam todos bem-vindos. Gostaria de pedir a vocês que fizessem uma breve apresentação, começando pelo Kleber.
SPEAKER_05Muito bem, é um prazer estar aqui com vocês, cumprimentar meus colegas o nome do Sidney, do Tomé e do Anderson, agradecer a vocês que nos acompanham. Eu sou Kleber Soares, diretor de inovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sou médico veterinário de carreira, sou do quadro da Embrapa e até recente eu era diretor executivo de inovação e tecnologia da Embrapa. É muito bom estar aqui, vamos em frente com essa importante live.
SPEAKER_03Obrigado, Kleber.
SPEAKER_06Agora o Anderson. Olá, pessoal. Prazer em estar aqui com vocês. Obrigado pelo convite, Fabrício. Prazer estar compartilhando esse momento aí também com o Kleber, o Tomé e o Sidney. Eu atuo como especialista de inovação pelo Cicred, sou responsável pela frente de Open Innovation no agronegócio. Estou há 15 anos atuando no mercado financeiro e temos esse grande desafio de estar acompanhando todas essas inovações que estão acontecendo no setor. Prazer estar com vocês aí.
SPEAKER_02Tomé? O pessoal me conhece como Tomé, I'm engenheiro químico de formation. Sempre com pesquisa, desenvolvimento andation. Começou my carriera in a startup of biotechnologies, I passed nine years in a center of technology canavier in Piracaba. It was parai in Piracaba, I was on Unicamp. I simply empreended and gossip of gesture. I think a gente está na fronteira aí do que hoje está ganhando uma força brutal que é a inovação aberta, a interação com startups, com a academia, uma nova dinâmica da inovação. Obrigado, Tomé.
SPEAKER_03Agora chama o Sidney.
SPEAKER_01Opa. Olá, eu sou Sidney Nobre, eu já estou com o agronegócio há uns 15 anos, estou há 11 anos na UI como diretor do group of supply chain and agronegócio. É uma que nós temos um group grande dentro do agrocenterio andada investindo. A ideia é poder compartilhar com vocês algumas visões aqui, todo o trabalho que a gente tem aí junto com os colegas, inclusive com o CPQD. Vamos nessa.
SPEAKER_03Perfeito, obrigado, Sidney. Então, aproveito para lembrar aos que estão assistindo que as questões poderão ser colocadas no chat durante a transmissão no nosso canal do YouTube. Bom, nossa live, pessoal, está muito focada nessa temática do agronegócio, como o agronegócio tem se portado durante essa pandemia e as perspectivas de futuro. Temos observado que o agronegócio brasileiro não parou durante a pandemia. Mesmo com a grande incerteza na economia e preocupações com a saúde dos consumidores e da sua força de trabalho, o setor manteve o mercado interno abastecido e bateu recorde de exportações em alguns segmentos. Este novo cotidiano impõe mudanças e desafios para o setor, mas traz, ao mesmo tempo, oportunidades para acelerar movimentos inovadores e transformadores no campo. Como nos demais setores, as tecnologias digitais seguem fazendo a diferença, mas é no pós-pandemia que a transformação digital poderá ganhar ainda mais tração, abrindo espaço para inovações com potencial de disruptivo. O alinhamento dos esforços dos diversos atores do agro no país, como governo, produtores, centros de inovação, startups, dentre outros, será fundamental para potencializar essas oportunidades. Nesta live, vamos trazer a visão dos nossos convidados e promover a discussão nesses temas. No primeiro bloco, vamos abordar os efeitos da pandemia no agronegócio brasileiro durante este período inicial da crise. Traçando um panorama geral, dados do IPE registraram um crescimento de 7% nas exportações do agronegócio no primeiro quadrimestre deste ano. E, por outro lado, aponta uma redução de 1,2% na projeção de crescimento do PIB do setor em 2020. Começando então com uma pergunta para o Kleber. Kleber, como a pandemia tem impactado o agronegócio brasileiro até o momento na sua visão, considerando impactos positivos e negativos nos setores e diferentes perfis de produtores.
SPEAKER_05Muito bom, muito boa pergunta, muito boa abordagem, Fabrício, para começarmos aquecer a nossa live. Veja bem, de modo geral, essa pandemia tem impactado direto ou indiretamente todos os setores econômicos, e não só no Brasil, but eu diria até o panorama global, o mundo e todos os setores econômicos no mundo inteiro. Coincidentemente, bem recente, agora no final de julho, o Banco Mundial lançou um relatório sobre o impacto da pandemia nos principais setores econômicos, em todos os grandes blocos econômicos, e os destaques estão associados a três grandes impactos. Primeiro, incremento, no sentido, infelizmente, negativo, da informalidade, ou seja, a redução do emprego, na ordem global próximo de 25%. O segundo grande impacto negativo é o aumento ou incremento da pobreza, numa ordem global média, em algo em torno de 23%. E o terceiro, incremento negativo, no crescimento exatamente da fome. Uma estimativa média global da ordem de 21%. Esses impactos também estão reverberando no Brasil, também estão acontecendo no Brasil. É claro, se nós compararmos o setor agrícola com outros setores econômicos, o impacto negativo para a agricultura brasileira foi demasiadamente menor. Mas também não foi em tudo 100% positivo. Por quê? É claro que o Brasil continuou e nós avançamos muito em termos das grandes produções agrícolas, principalmente as produções comoditizadas, como soja, como carne, fazendo um parênteses muito rápido no setor de soja, nós temos um espaço muito grande ainda de oportunidade para continuar crescendo da mesma forma no setor de carne. Agora, se nós pegarmos outros setores, como as monocrops, exemplo de olerícolas, de frutas brilhosas, o setor ainda está em fase de ajustes. And consequently, this dá um grande appendizado. The principal deles is that agriculture continue movendo the mundo, continue movendo o Brasil and continue moving. And the other apprentice is an oportunidade ímpar para nós revermos o modelo de funcionamento de nossas cadeias produtivas agrícolas. And fortalecendo o desenvolvimento de cadeias de ciclo curto. Some essas considerações iniciais, Fabrício.
SPEAKER_03Excelente. Alguns colegas querem fazer um comentário? Se não, passamos à próxima questão, que é para o Sidney, inclusive abordando esse ponto colocado pelo Kleber das cadeias produtivas. Sidney, analisando as cadeias produtivas do agro, quais têm sido os principais desafios neste período inicial da pandemia.
SPEAKER_01Acho que ficou bastante evidente que a primeira preocupação desse momento de impacto é de realmente não deixar perder a sincronicidade e o planejamento dos processos da cadeia de logística. Então, os problemas de logística, abastecimento, transportes, foram os mais exigidos, tanto do lado interno do Brasil, but também com o lado de exportação, foram os que mais foram testados aqui dentro. Então, quem já estava com um processo mais refinado conseguiu passar bem por esse processo, mas quem não estava teve que realmente se adaptar e teve que rapidamente tomar ações de conexão e interação com os clientes. Acho que é o principal momento que esse primeiro momento de reação das cadeiras.
SPEAKER_03Perfeito. Agora tem uma questão para o Anderson, depois eu vou pedir que eu tomei complemente. Anderson, qual é a sua visão sobre as mudanças e transformações já percebidas no setor? Você acredita que elas vieram para ficar?
SPEAKER_06Bacana, Fabrício. A gente tem visto, a gente fez um recorte in the ultimate cinco years, what as technologies come to change in this set, as technologies who, forventure, transformations in the demand set of the economy, the agronegócita brasileiro and mundial. Utilizing dados, utilizing informations that ajudassemen to make melons. And a gentew in these ultimate two, three years a boom of solutions. If we older recently, announced estudos que diziam that was 350 agtechs atuando in Brazil. Recently, in the estudos, já fala que esse número triplicou. So it's a movement that vem trazendo bons resultados. O produtor tem se aventurado de certo formation, estado aberto para adquirir, absorver, utilizar essas tecnologias, ando trazendo valor para o produtor, de certo format acaba gerando a percepção de que é algo que ajuda ele nas suas actividades. And obviamente ajudando ele, certainamente isso é algo que veio para ficar. A gente percebe cada vez mais produtores adotando. A gente via um movimento antes da pandemia and a pandemia a gente vê outro movimento muito mais acelerado. Então, sem sombra de dúvidas, todas essas soluções que ajudam nas mais diversas etapas da atividade produtiva são soluções que vêm para ficar e com certeza devem acelerar um pouco mais nos próximos meses. Excellent.
SPEAKER_03Tomé, você gostaria de complementar?
SPEAKER_02Opa, tirado o mudo aqui. Muito bom, sim. Bom, acho que tem um ponto aí, né? As mudanças que vieram pra ficar, né? A gente tá vendo algumas mudanças, a gente não pode. Eu acho que é cedo pra gente falar que veio pra ficar algumas mudanças que a gente tá vendo. Se a gente pegar o comportamento humano, se construiu ao longo de centenas e centenas, com esses cinco meses que pode parecer muito que muda, né? Acho que no início da pandemia ali eu vi muitas pessoas falando, pô, esse negócio de home office está sendo produtivo. Hoje eu já tô vendo que tem muita gente que não aguenta mais, né? O ser humano é egregário, ele precisa se relacionar. But sem dúvida alguma, se a gente veio pra ficar essa abertura. As pessoas vão pensar duas vezes na hora de fazer uma viagem para fazer uma reunion. Então, isso potencializa muita coisa, essa abertura tournais digitais. I would have an example of a startup who had a hub on farm. When they say they enter a service that they designed, which involves a hardware, a concept of lab in the box, they said this after the pandemic. And they took a decision that the producer will go to the produtor and do this one on one and that. So obviously, it difficult the scale of the startup. With the pandemic, they pararam, não podia ir mais na fazenda, falaram assim, cara, vamos dar um jeito de fazer isso virtual, digital. E aí montaram vários vídeos, abordagem digital. E 80% dos clientes que já tinham comprado aceitaram fazer o onboard digital. So I falei, isso veio para ficar, porque ele não vai voltar a fazer para todo mundo uma instalação, pessoalmente, isso aumenta muito custo e dificulta essa calabilidade dele. So, esse tipo de comportamento, ele veio para ficar. As pessoas vão pensar duas vezes, o produtor, não só o produtor, como outros atores da cadeia, estão mais abertos, e muita coisa vai acontecer dessa forma.
SPEAKER_03Excelente, Tom. Bom, passando para o nosso segundo bloco, vamos explorar um pouco uma visão sobre as inovações tecnológicas que estão surgindo no setor durante a pandemia. Só para contextualizar, uma pesquisa recente da Embrapa Sebrae sobre a agricultura digital brasileira indica que as tecnologias digitais têm amplo potencial de expansão e adoção no Brasil. 84% dos agricultores brasileiros já utilizam ao menos uma tecnologia digital como ferramenta de apoio na produção agrícola. Porém, o valor do investimento nessas soluções assusta 67% dos agricultores e a ausência de infraestrutura de conectividade é a maior entrave na agricultura digital para 61% dos entrevistados. Então, começando com a pergunta para o Kleber. Kleber, no contexto da inovação, como o nosso agronegócio vem reagindo à crise?
SPEAKER_05Muito bem, Fabrício. Na minha visão, o agronegócio é um dos setores econômicos com maior capacidade de resiliência, né? Destarte aí todos os problemas, todas as dificuldades que estamos vivendo, todos nós estamos vivendo por conta dessa pandemia. Nesse exato momento, eu estou na minha casa porque estou em teletrabalho. Assim como vocês aí, nós estamos tendo que se adaptar a esse novo momento. E o agronegócio tem se adaptado muito bem, devido à nossa alta capacidade de resiliência e adequação conforme os fatores são postos oram acontecendo. E dentro dos fatores que contribuem e que tem contribuído, claro, para o agronegócio se adaptar e lidar com a crise da Covid-19, associada a uma visão de inovação, eu queria destacar algum deles. Um deles tem a ver exatamente com esse ponto que você comentou aí, dessa pesquisa recém-feita pelo Sebrae e pela Embrapa, que foi a rápida alavancagem da transformação digital que está acontecendo no campo e vai ser cada vez mais celere. Mesmo antes desse último relatório, que foi soltado semana passada pelos colegas da Embrapa, liderado pelo Edson Bolff, que inclusive está baseado em Campinas, nós já sabíamos em dados publicados pela Associação Brasileira de Marketing Rural, que no ano de 2018, nisso no ano de 2018, 98% dos nossos produtores rurais, 94% 94% dos nossos produtores rurais possuíam, naquela época, celulares. E destes, 68% tinham smartphones. O que eu quero dizer com isso é, com essa crise, a alavancagem do dígito no agronegócio está se acelerando muito. É claro que nós precisamos avançar ainda com outros fatores sobre a forma de camada, principalmente com o fator conectividade. Um outro ponto que eu queria destacar da capacidade de resiliência do produtor rural e do setor agrícola, diante dessa crise que nós estamos vivendo a decorrente da pandemia da Covid-19, é um fator inerente ao componente externo, que diz respeito à demanda por alimentos. Observem que todos os relatórios globais, está aí o exemplo que eu citei do Banco Mundial, a demanda global por alimento cresceu por conta dessa pandemia. Por quê? Porque alguns países, principalmente os países mais populosos, os países mais pobres, tiveram um declínio da sua produção de alimento. Video exemplo da demanda de alimento para a China, para a África, para o Oriente Médio. O último relatório da ONU, da Organização das Nações Unidas, revelou que entre os meses de maio e julho desse ano, nós tivemos um adicional de mais de 130 milhões de pessoas numa situação de fome crônica no mundo. Ou seja, isso é um adicional sobre os atuais 823 milhões de pessoas. Nós estamos voltando a patamares de cerca de mais de um bilhão de pessoas passando fome. Consequentemente, isso demanda muito mais alimento, demanda muito mais nutrição. E quem vai responder e que tem uma oportunidade ímpar de responder para isso, somos nós, do setor agrícola, especialmente do Brasil. Então, eu queria trazer apenas esses dois pontos para balisar e reforçar que destaque todos os problemas do setor agrícola e o Brasil, o agronegócio brasileiro, tem se adaptado e saído muito bem nesse momento de crise derivada da Covid-19.
SPEAKER_03Excelente. Obrigado, Kleber. Agora uma questão para o Anderson e para o Sidney. Como a tecnologia e a inovação têm ajudado o setor nesse momento.
SPEAKER_06Bacana. Muito bom, Fabrício. Acho que pegando um pouco o gancho que o Kleber trouxe da resiliência do setor, é um setor que ele sempre teve situações de crise, mas que sempre saiu muito mais fortalecido e conseguiu absorver o impacto. And this moment não foi diferente. Óbvio que um cenário totally adverso, a crise que causou algum isolamento social, isso impacto diretamente a capacidade produtiva do produtor and geração de renda. And that the resilience was fortaleced the setup. A gente had various initiatives, the intuition that you could have contato presencial físico. Como é que a gente pode utilizar o meio digital para fazer com que o produtor continuasse a sua atividade? Então, a gente teve iniciativas tanto do próprio produtor utilizar os seus canais de conexão, redes sociais, WhatsApp, plataformas para comercialização de produtos, a gente teve iniciativas locais e regionais, de entidades publicas andas desenvolvendo plataformas para que o produtor pudesse utilizar. Andras tantas, que sempre olhando como produtor, como manter o produtor in your ativity when this impacto chegar, and how ajudo o produtor to have condição de planejar a lavoura, ter condição de comprar seu insumo fora, mesmo remotamente para comercializar. You acho que isso, essa união, essa coopera entre a parte and a cadeia do agronegócio foi algo que de certa formou esse valor and minimizou um pouco desse impact in atividade do produtor and it continuasse produzindo andando a geração de renda na propriedade.
SPEAKER_01Muito bom. Posso complementar?
SPEAKER_03Claro!
SPEAKER_01Nós na Ernest Young já dividimos a long time in three moments, o que a gente chama de now, which is what we are doing now, the next, which will be log in this moment of pandemic, and what a gonna be dependent, the beyond, which we have at front, is what we perpetuate. So three moments that we look at, and dividend in three grandes, which is a vision of the model and the negotiation, the habilitators digital, and what we change the technology and sustentability of these models. So we think there's much information in the camp, much information to take this performance. So much of 60% are the information in the campus and another part of the industry, but if we don't have dados, and connectivity for analysis, planet, models of planting, what is the performance future, it will be more difficult to execute. So I think the great that we have to really try these data. A inovação que está chegando é a gente trabalhando muito fortemente com as solutions de analytics and informações de coleta no campo. Acho que o grande momento que a gente está fazendo hoje é de aproveitar bem esses dados para trazer essas informações, analisar andejar. Depois, quando a gente pôr evoluir na discussão, a gente vai falar o que vem mais para frente. Mas hoje a grande palavra é foco na produtividade, trabalhar bem com os dados e planejar bem esses trabalhos.
SPEAKER_03Excelente. Obrigado, Anderson e Sidney. Bom, agora uma questão para o Tomé, ligado ao mundo das startups. Como as startups do agronegócio estão atuando na crise? Que oportunidades estão explorando na sua visão?
SPEAKER_02Fabrício, muito boa pergunta. No início, logo que começou isso tudo, a gente viu alguns impactos, eu diria que não foram tantos, mas pegar. Muitas startups relataram a paralisação nas negociações dos novos contratos que já estavam em andamento, então no primeiro momento todo mundo said, opa, peraí, vamos parar aqui, ver o que está acontecendo, como está acontecendo, and replanejar. So most who estavam com contratos para iniciar sofreram um pouco, aqueles que já tinham contrato continuaram. Hoje mesmo eu estava conversando com um empreendedor aqui, falei, como é que tá? Ele falou, cara, eu tinha um teste para começar com 20 pilotos, projeto PIP aprovado e tal, and os componentes, the hardware vindo da China atrasou three years. So as well as a gente olha and, poxa, teve impacto para uma startup, três meses é bastante coisa, ela precisava ter que colocar esse material, mas paciência. Então, impactos como esse, obviamente ali logo no início também de se reorganizar, engajar time para trabalhar home office e tal, mas toda essa adaptação para a startup termina sendo mais simples, times menores, startup é mais ágil mesmo e tal. Então o que a gente viu quando a gente começou a conversar realmente não teve tantos impactos negativos. E, pelo contrário, como é que elas estão atuando? Estão atuando da forma que estavam e se beneficiando dessa maior abertura para o dízimo, como eu comentei, por exemplo, no caso da Onfarm, mas o produtor em si mais aberto e as coisas continuam acontecendo. Algumas aberturas, janelas de oportunidade muito específicas pelo momento da crise, mas são questões pontuais, como o Anderson colocou aí, que várias iniciativas surgiram para ajudar o produtor. A gente mesmo aqui no Hub com a Baya e o Cicred participou também de a desafio do COVID-19. A gente teve 20 startups sendo impulsionadas naquele moment, porque a gente entendeu que seria 20 startups that ajudaria o produtor inquele momento de crise. So obviamente aquellas startups que tem um fit for this, uh receitual digital, o cara agora não está em pedido de ir na fazenda, se ele usa essa ferramenta, vai facilitar. Aquelas que tinham um fit muito grande para a realidade do isolamento, acho que se beneficiaram. Esse programa do Covid-19 com a Base Credit, por exemplo, deu acesso a 20 startups, a centenas e centenas de produtores. Então, janelas de oportunidade muito específica para aquele momento. De forma geral, está se beneficiando da maior abertura do produtor ao acesso ao contato digital.
SPEAKER_03Excelente, Tomé. Bom, pessoal, então vamos agora para o próximo quadro, no próximo bloco, discutir um pouco as visões de futuro. Olhando para frente, quais são as visões do setor no pós-pandemia sobre a perspectiva da inovação e transformação digital? Sabemos que a pandemia está acelerando algumas tendências tecnológicas que já existiam no agro e está criando outras. Algumas vão permanecer, outras não, mas com certeza alguns impactos e tendências serão aceleradas e fortalecidas no pós-pandemia. Alguns exemplos, a gente tem aplicações, casos de uso envolvendo gestão remota, operação autônoma, e-commerce corporativo, originação segura, crédito rural, ágil, desintermediação, economia de baixo contato. Contudo, nesta jornada, desafios como conectividade, investimento em inovação e capacitação precisariam ser endereçados. Então, eu coloco aqui uma questão para todos os nossos convidados, olhando para o futuro, quais as principais tendências de inovação no agronegócio pós-pandemia? Quais os desafios? Então, quem gostaria de começar?
SPEAKER_05Eu posso começar. Eu queria trazer uma perspectiva, inclusive, de uma discussão que nós estamos fazendo no Ministério da Agricultura, sobre a liderança da nossa ministra Expressina, para esse olhar desse momento aí de tendências e oportunidades que, claro, está conectado com o desafio do agro-brasileiro. Em cima de cinco drivers, rapidamente, Fabrício, o primeiro deles tem a ver com sustentabilidade, né? Sustentabil sempre foi um drive, uma tendência importante. A crise da Covid-19 tem fortalecido esse drive, principalmente na lógica do que a Organização Mundial de Saúde tem cunhado aí, que é o conceito de o ano o one health, ou seja, o único mundo, a única saúde, onde o componente de sustentabilidade associado tanto a carbono quanto água, quando eles sempre estão em produção, vai ser um grande desafio e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade para o agro brasileiro. O segundo dado tem a ver com segurança alimentar. Como eu falei aí, todos os indicadores estão mostrando um incremento da insegurança alimentar no mundo, de modo geral. Infelizmente, isso é uma realidade, principalmente nos países pobres, nos países mais populosos. E o agro tem um desafio de suprir e diminuir esse déficit de segurança alimentar. O terceiro tem a ver com segurança do alimento. A pandemia da Covid-19 está fazendo com que nós consumidores, nós seres humanos, tenhamos uma relação completamente diferente do alimento que nós tínhamos há poucos meses atrás. Principalmente num aspecto que nós chamamos de fatores intrínsecos, como marmoreio, suculência, sabor, aparência, textura do alimento, como extrínseco, como a própria aparência, a embalagem, a distribuição, a forma como nós temos acesso a esse alimento. Andele princípio que a gente costuma usar na pecuária, saúde entra pela boca. E segurança alimentar, perdão, segurança do alimento vai ser um driver super, super importante. Até porque vários think tank já têm revelado aí que com essa pandemia, a partir de 2023 a 2025, nós teremos probablemente a déficit nutricional no mundo da ordem de pelo menos 514 trillions of kilocalories. O outro drive tem a ver com digital, como de certain format passed, o dígito no sentido laptop, not só na lógica of the digital, but the transformation digital and the digital in agriculture as another veio para ficar. The pandemic acelerated process, was acelerated, simples anotação, até passando pela conectividade, pelo uso de sensores, the user de blockchain, and a vision contemporânea até de computação holográfica, a computação holográfica está vindo para ficar. And o último drive, muito rapidamente, é o drive de humanidade colado com a sociedade. A grande pergunta que a sociedade nos faz é por que nós estamos aqui de qualquer atividade econômica, qual é a relevância do agro se por trás de tudo isso nós não tivemos saúde, não tivemos humanidade, não derosmos a contribuição sólida para a sociedade. Então, são esses pontos que eu queria trazer para reflexionar.
SPEAKER_01Excellent, Kleber. Posso complementar, Fabrício? Excellent. Much colocado these pilars. I think what we are commenting in the line of next, which is what will be in the end. I think colour of sustainability, the prime driver is the productivity, which we just developed forth. The driver of sustainability, what we should say about technology and sustainability, so the proper organizations, the pain, will be much more controllers in this. And the demand that just was inherent to the process financiers, which is the blockchain that will be, and those mechanisms of formalisation. So the process will be more formal, much controlled, and it will be saudável for us. Following digital, we are talking about the proper technologies of conectivity that are fechadas, are more interessantes no 3G, 4G, vamos falar um pouquinho depois de 5G, but as frequências abertas, até como o próprio CPQD trabalha, que são hoje limitadas aos grandes, elas vão ficar mais compartilhadas no futuro para os médios e pequenos. O que vai abrir a possibilidade de trabalhar com os centrais de operação de agrícolas de uma forma compartilhada. Isso vai ser, vai complementar esse terceiro pilar, muito legal.
SPEAKER_03Excelente. Temos uma questão, considerando todo esse cenário, que foi colocado pelo Kleber, complementado pelo Sidney. Olhando um pouco agora para a realidade dos pequenos e médios produtores do país, é uma pergunta para o Anderson. No cenário pós-pandemia, o que podemos esperar of inovação in mercado de crédito e seguro para os pequenos e médios produtores? Dado essa tendencia de fuga de capitais, alta volatilidade indo, como the mercado de crédito está vendo essa question of pandemia, se há alguma mudança importante no radar, olhando para frente.
SPEAKER_06Bacana, muito boa pergunta, Fabrício. O que a gente tem percebido, eu acho que passando esse momento de pandemia, onde o próprio produtor teve a opportunity to aproveitar or conhecer um pouco mais da comodidade do digital and pesquisas recentes, até ser uma pesquisa recente da BCG falando que após a pandemia, 45% ofutors can adotar novas technologies. Pesquisas recentemente da própria McKinsey com produtors, trouxe que 85% deles utilizam WhatsApp diariamente. So a gente vê que passado esse momento, o uso de novas technologies vai trazer um novo momento para o setor como um todo. And the parte financeira não vai ser diferente. Obviamente o produtor vai estar tendo um olhar muito mais de comodidade para conseguir fazer seu pedido de crédito, para conseguir buscar financiamento nas instituições financeiras. A gente mesmo, nesse momento, a gente está em pleno início de plano safra, o Cicred tem mais de 24 bilhões de recursos sendo disponibilizados para os produtores, onde a maior parte dos recursos acabam sendo disponibilizados in this mês de julho anda. So a gente está pleno vapor com a nossa operation. And in this moment of isolamento, a gente também teve que se readequar. Então os projetos de digital que a gente tinha dentro de casa andando na sua velocidade for priorização de projects, a gente acelerar andar essa comodidade, esse conforto for the produtor, and it conseguisse adotar, conseguisse take access to recurs for deslocar até uma agence. So we take all the process where the produtor feels a pedido de crédito através do project, and he conseghts a solicitation, assinatura do contrato, receiver recursion sans precisely deslocar até uma agence. So a partir of this experience that gets this comfort, this boy for the producer, obviously a particular, the habit of it will be totally differenciated. So this I could think that will fortalected and most players will enter in this set, and the Zag Fintech.
SPEAKER_04Perfeito.
SPEAKER_03Obrigado, Anderson. In this context, old ainda para o post-pandemia, tem duas vertentes que se complementam, o papel dos ecossistemas de inovação and a reação das cadeias produtivas do setor. So, uma questão para o Tomé e para o Signe. Observando o papel dos ecossistemas de inovação and as reações nas cadeias do setor, quais opportunidades de inovação destacaria in post-pandemia.
SPEAKER_02I think for the ecosystem fantastic, post-pandemic, in fact, a gentleman. The pandemic was evident the necessity to innovation, to be more ágil as grandes. Agora a pandemia mostrou que esse tal desse mundo VUCA, né, que a gente tem ouvido falar bastante. So it tries much opportunity for the ecosystem, essa rede começa a crescer ainda mais. E aí o que eu estou percebendo? Essa abertura que eu comentei lá para o digital amplia muito nosso horizontal, essa cultura to conectar virtualmente. For example, agora no AgitecMeet, a gente vai ter alguns paineles em inglês se conectando para conhecer ecossistemas de inovação in outras regiões do mundo. No pós-pandemia, a gente vai ver, justamente tem sinais acontecendo. We're colocar o usuário in the center of discussions, no nosso caso, o produtor. I think with a pandemic, o produtor with this ability to connect online, and he can participate in the innovative, and he has this chance única in a movement of inovação mais distribuído, como a gente está vendo agora, dele ter mais relevância se além de um somente um early adopter, which já é bastante coisa, but it would participate in this process of criação, está mais envolvido. So we have várias iniciativas que estão mostrando que cada vez mais o produtor vai estar nessa discussão. A gente fez agora uma chamada da Team, por exemplo, que tem quatro grandes grupos participando. E vão participar muito mais fácil, rápido, porque vai ser tudo online. A gente tem aí uma iniciativa com a Bayer, que é o Impulso Bayer, 150 produtores online participando, conhecendo startups, se aproximando desse mundo. A gente mesmo está montando um programa chamado de TechGuard for Farmers, que também boa parte dele vai acontecer virtual. Então, essa aproximação do produtor, que é fundamental e já estava acontecendo em alguns formatos, cara, ela vai ser alavancada muito. Imagina o impacto que isso pode ter, né? Você ter não só as startups, a academia, as grandes empresas, o produtor ativamente nesse ecossistema. So isso vai ser um ganho absurdo para o processo de inovação.
SPEAKER_03Excellent, Tomé Signey.
SPEAKER_01No, legal, muito bom, Tomé. I think complementing the later that the Tomé comment, along the solutions digital that you just colour, I think there is a mudancy of comportment of the model of operation. So the grand. What will be clear is that we have technology and the mediocre and peculiar will have access to that technology or with solutions of integrators, because no longer invest so we will have opportunities for empresas and integrators to try this in a form compartilada, quite in condomínio. So this will viability to the median and the pequeno have access to solutions that they had another time.
SPEAKER_03Excellent, Sidney, we have a lot of it. as iniciativas, oportunidades de projetos de inovação para apoiar a aceleração da transformação digital no pós-pandemia. Então, até uma questão aqui aberta para a discussão dos convidados: que iniciativas e oportunidades de projetos de inovação podem ser destacados visando incentivar a transformação digital no agronegócio no pós-pandemia.
SPEAKER_06Posso iniciar aqui? Bom, o que a gente percebe, eu acho que cabe destacar bem o ponto do papel das entidades privadas que tem uma capilaridade no setor. A gente vê, o Sidney trouxe isso como algo que já está acontecendo, mas a gente vê que vai ser uma grande tendência e cada vez mais esse movimento para levar a tecnologia até o pequeno e o médio produtor. Hoje a gente sempre fala, a gente tem algumas barreiras, e obviamente conexão é uma delas, but não adianta dar conexão para o produtor se ele não saber o que está surgindo in technologia andas para utilizar no dia a dia. So I think this is a movement that deve acontecer, se a gente for olhar, segundo o último censo do IBGE, tem 5 millions de propriedades in Brazil, and com certeza mais de 70% está na mão de pequenos e médios produtores, que é a grande massa produtiva do Brasil in quantidade. And this cara ainda está distante do mundo de tecnologia. So I think this vai se fortalecer cada vez mais, tanto pelas entidades públicas e privadas, porque só assim a gente vai conseguir atingir esse público e fazer com que ele entre nesse mundo digital de fato e consiga usufruir de todo o valor que esse mundo tem a oferecer para eles. Então, trazendo uma visão do que a gente percebe e como a gente está operando, inclusive. Esse é o nosso objetivo por estar no ecossistema do agronegócio de inovação, é tentar fazer que esses dois universos se conectem, o pequeno e o médio entre nesse jogo de technologia também.
SPEAKER_05Fabrício, nessa linha de raciocínio aí do ânus, eu queria complementar um pouco de algumas iniciativas da esfera pública sobre liderança do Ministério Agriculture, and a participação de vários parceiros, inclusive está aqui conosco com um grande placelo que é o Tomé do Agetech Garage, and várias iniciativas, nós temos, por exemplo, uma iniciativa junto com o Tomé e com outros ecossistemas do estado de São Paulo e de outras regiões do Brasil, que é alavancar de startups, ou de melhor dizendo, né, Tomé, da AGTEC no Brasil, por meio de um movimento que nós estamos denominando de fortalecimento dos ecossistemas ou dos polos de inovação. Final do ano passado, eu não lembro mais se foi final do ano passado, ou no início desse ano, né, Tomé? Nós tivemos, o tempo passa tão rápido. Não, foi no início desse ano. Foi no início desse ano, em março. Nós tivemos aí em São Paulo, junto com o Tomé, alavancando mais uma nova rodada de uma iniciativa chamada Posto para a Inovação, uma parceria com vários ecossistemas, foi sediado aí pelo Tomé de forma muito gentil, com a participação de fundos de investimento, grandes empresas, bancos, inclusive o Cicred participou junto conosco também, dentre outras iniciativas, mas eu queria lembrar, eu lembrei dessa, porque, coincidentemente, quando nós começamos esse movimento de alavancagem e fortalecimento dos ecossistemas para o agro em 2017, eu recordo muito bem que uma das startups, na época era startup, que participou e foi vencedora, foi a Gira. E eu me lembrei disso porque no dia de ontem o grupo Santander anunciou que comprou 80% das operações da Gira, e eu me sentia, Tomé, super orgulhoso, assim como vocês, né? Você que participa desse movimento. Nós sabemos que num horizonte de tempo tão curto, em menos de três anos, nós teremos muito provavelmente nosso primeiro unicórnio do agro, 100% brasileiro, que nasceu aí, inclusive, num arranjo que o pessoal de São Paulo participou fortemente, sendo adquirido por uma big company, que é o grupo Santander. Dentre outras iniciativas, o Ministério da Agricultura também está fazendo um movimento muito em breve, vocês tomaram conhecimento de uma plataforma de conectividade para o agro. Fizemos uma parceria junto com a Exalc para mapear exatamente o que o Anderson comentou nesse vazio de iluminação ou de radiação de conexão para o agronegócio brasileiro. Já temos esse mapeamento muito bem feito, uma parceria com a Fede Parlamentar do Agro. Muito provavelmente nós vamos lançar junto com a MCTI também algumas frentes de fomento e outras iniciativas com o próprio Radar AgriTech, onde nós mapeamos em 2019 e demos um salto positivo entre 2018 e 2019, saltamos de cerca de 400 AgriTechs para, em 2019, 1.125. Nossa expectativa, já estamos iniciando os trabalhos para poder retomar esse mapeamento e, com isso, subsidiar a alavancagem dessas startups. A nossa expectativa esse ano é chegarmos a em torno de 2 mil startups, mais ou menos 200, porque o movimento está muito intenso. Está muito intenso. Dentre outras ações, ainda nesse mês de agosto, já antecipo para vocês, muito provavelmente na última semana de agosto, nós vamos lançar em parceria com o MCTIC, com MCTI agora, com MCTI, com o Ministério da Economia e, sob a liderança da BDI, um edital dedicado para a alavancagem de pilotos de ações digitais para o agronegócio, com recurso a fundo perdido, fiquem atentos, esse edital vai ser extremamente competitivo, com projetos de bons vultos, para poder colocarmos modelos do tipo Farm Lab no campo e pilotos para poder, quem sabe, surgirem novas startups.
SPEAKER_02Eu complemento aqui o Kleber, essa parte final que ele comentou aí dos pilotos, isso é muito relevante, principalmente quando eles são usados lá fora. O pessoal usa muito o conceito de flagship, cara, isso aqui tá aqui, tá testado, todos os números estão à vista. Então, assim, se você vai usar, não precisa entrar de novo numa fase de teste. Tá aqui os dados, tá aqui o resultado, né? Então vai com mais sua confiança. Porque quando a gente fala de novos projetos de inovação, pra mim, em conversas recentes, caiu a ficha, ficou claro aqui. A gente tem que aumentar a nossa capacidade de absorver inovação. As inovações estão surgindo. Mas se você está lá na ponta, eu tive um exemplo claro de um grande grupo que falou pra gente, não, a gente faz inovação, a gente tem o projeto A, tem o projeto B e tem o projeto C. O C não funciona muito bem esse ano, ele vai ser continuado ano que vem. Então, assim, cara, dois projetos, três projetos, para a infinidade de oportunidades que a gente tem, eu estou perguntando, como é que você se organiza do ponto de vista de gestão de inovação, gestão de processo de inovação? Porque se a gente ficar testando de três em três, não dá certo, a gente testa de dois em dois por ano, cara, como é que a gente acelera a tecnologia? Se um cara tivesse a oportunidade de testar dez, quando fosse testar, não fosse sempre um quarto, né? Porque assim, ele comentou de três muito felizes. Ele com certeza levou pro board dele e falou, você não tem três projetos de inovação, cara, estamos fazendo a nossa parte. Eu acho que assim, eu tô quase lançando uma campanha da Three is not enough. Tipo, três não é suficiente, gente, vamos subir essa média. Na média, a gente tem que testar muito mais, tem que estar habilitada a testar muito mais, né? Então, como a gente se estrutura, oportunidades de projetos tem um monte, tá? Como a gente se estrutura pra realmente criar um pipeline de projeto robusto, conseguir testar mais, assim, diretamente a gente acelera a adoção da tecnologia. Então, enquanto a gente acha assim, ah, será que tem tecnologia? Hoje já tem tecnologia suficiente para ser testada, só que o cara tá testando uma por ano, duas por ano. Acho que esse é o olhar que a gente tem que trazer, né? Como a gente... E esses experimentos, tudo que facilitar, né? Está validado, então não entra na fase de teste, entra na fase de adoação mais rápida. Projetos pré-competitivos, né? Onde conectividade é um exemplo, né? Por que um precisa fazer, o outro precisa fazer, e todo mundo começa do zero. Cara, vamos começar de algum nível superior junto, né? Acho que é isso que tem que ser fomentado, pelo menos a gente vai colocar isso aqui na agenda de todo mundo que está junto com a gente aqui.
SPEAKER_03Bom, pessoal, agradeço todos os comentários, né? Temos aqui o próximo bloco, onde nós vamos agora ouvir algumas questões dos participantes que enviaram para nós, seja na descrição, seja aqui através do canal do YouTube. Então, eu gostaria de encaminhar uma primeira pergunta, que veio da Ana Andrade, Ana de Andrade, que eu vou encaminhar inicialmente para o Sidney, que é o seguinte, na visão do grupo, qual a relevância e impacto do 5G para o agronegócio?
SPEAKER_01Bem, legal, Ana. O 5G está chegando com grandes expectativas, tanto para o agronegócio como para os grandes centros. Os grandes centros have a necessity of alter density, where you have many people at the same time. And in campus, you have a great necessity of volume of data. You can take a malha, a matrix more connected to information to the agronego, the campus are vitais for decisions. And as we have these data function with all the data of production, monitoring, support, tomato, decision, will be fantastic. This is very important. Solutions of 3G, 4G, as frequency of 250 mega, which opposite CPQD just traveled and desenvolved plataforms, are my reality. Então vai ser uma quebra de paradigma. E até lá a gente já tem algumas soluções que a gente consegue contornar. Dá para trabalhar sim. E a ideia é poder contar, como eu comentei antes, até com alguns integradores, alguns facilitadores para trazer com que esses dados do campo chegam mais rápido aos gestores, tanto das grandes organizações como das médias e das pequenas.
SPEAKER_03Excelente, Sidney. Complementando, o 5G vai ser uma tecnologia que a gente chama de transversal. Ela vai trazer impactos não apenas no agronegócio, nas áreas rurais, em praticamente todos os setores da economia. O CPQD vem trabalhando bastante nessa frente. A gente tem desenvolvido tecnologias 4G em várias frequências. É um desafio importante a questão da conectividade no agronegócio. O 5G vem para contribuir, but nesse setor, o Brasil está até sendo protagonista in essa questão da conectividade no campo, with all these technologies nationalism just tomorrow, and other technologies that complement the infraestrutura public disponível. So I think the Brazil is avancing in this question of conectivity, but the desaf is very, existed much area ainda to be coberta. And 5G, sem dúvida, não diria que vai ser a única technologia, a gente acredita muito que vai ser uma integração de technologies to atender a questão da conectividade, but sem dúvida vai ser um elemento fundamental. Temos aqui uma pergunta do César Augusto da Silva Bessa, que eu encaminho aqui para o Anderson. Como a utilização das informações geradas ofigna impactar o pequeno produtor rural?
SPEAKER_06Boa. Muito boa pergunta, César. Obrigado por ter mandado. Bom, acho que a gente tem alguns caminhos ainda, a gente tem uma expectativa de o que vai acontecer quando a gente chegar nesse tal big data. Se a gente for olhar, a grande massa de pequenos e médios produtores ainda não tem geração de dados suficientes para gerar um big data que devolva informação para ele. Então a gente tem alguns grandes produtores que, de certa forma, hoje já tem uma condição na sua propriedade de ter ela totalmente conectada, máquinas gerando dados, sensores gerando dados, os operadores gerando dados, enfim, tudo isso gerando para ele informação, para ele ter uma gestão mais efetiva. Tudo obviamente pela questão de ele ter uma condição financeira muito mais favorável para isso andar no campo, e para o pequeno e médio produtor ainda não. Então a gente tem aí um caminho ainda, uma jornada para chegar nesse nível para o pequeno e médio produtor. O que a gente entende que vai ser o grande benefício para o pequeno e médio produtor a partir do momento que tiver essa estrutura de dados suficiente para gerar informação para ele? É tirar a simetria da informação. Esse produtor ter a informação devolvida a partir dos dados gerados pela propriedade dele, pelas ações que ele realiza na propriedade dele, devolvendo para ele a informação onde ele possa tomar decisões mais assertivas in real time, em tempo real, e ajudando ele a ter uma eficiência maior na sua atividade. Consequentemente, com isso, reduzindo o custo de produção, tendo uma efetividade maior na aplicação de insumos defensivos, conseguindo ter também toda uma geração de dados que possa ser consumido pelos agentes que estão na cadeia do agronegócio, e sejam agentes como instituições financeiras, revendas de insumos, distribuidores, as grandes indústrias químicas, que com esses dados podviamente conseguir monitorar andar melhor the activity of produtor, and tender an information more assertive for what they used, tanto para oferta of produtos, services, tanto for oferta de crédito, financiamento. And so a gross model, the month, the benefit will be for ambulance, the produtor, tell this information that it depends on apoy for tomata de decision, and this apoio de tomate of the decision for vezes é subjetivo, porque não está baseado in dados. Andústria, ou para os demais agentes da cadeia, é ter esses dados também para tomar melhores decisões com relação ao que trabalhar com o produtor, o que ofertar, como ofertar. Então a gente percebe que esse vai ser o grande benefício aí no futuro, quando tiver esse tal do big data para o pequeno e médio produtor.
SPEAKER_03Excelente, Anderson, obrigado. Agora, uma questão do Elisson Salles, que eu faço aqui para o Kleber. Com essa chamada revolução da indústria 4.0, o agronegócio sofrerá impactos significativos?
SPEAKER_05Fabrício, boa voltagem a essa do Hélio, mas eu, particularmente, prefiro dizer que, e não gosto muito de nós emprestarmos esse termo 4.0, agro 4.0, do setor industrial. O agronegócio é tão pujante, é tão dinâmico, tão resiliente, ao mesmo tempo contemporâneo, que nós somos muito evolutivos, que eu arrisco a dizer que o nosso modelo andacto da transformação digital no agro é completamente diferente de outros setores econômicos. Perceba aquilo que tanto o Anderson, quanto o Cid, quanto o Tomé comentou sobre a dinâmica dos acontecimentos da transformação digital no campo e no agronegócio está acontecendo de forma tão presente, tão inequívoca, que seguramente todos nós aqui nesse painel não imaginaríamos que seria assim meses atrás, ou que está um ou dois anos atrás. O que eu quero dizer com isso é o agronegócio está sim sendo transformado, impactado pelo dígito. Essa é uma expectativa que, de certa forma, já vinha sendo, digamos, esperada. Eu arrisco a dizer mais, nenhum outro setor, nenhuma outra disciplina, nenhuma outra área de transformação impactará tanto o agronegócio como o componente digital. É claro que com isso eu não quero dizer que as ciências agronômicas, as ciências veterinárias, ciências isotécnicas não são essenciais para o agronegócio. De longe disso, são e continuarão sendo todas as nossas disciplinas clássicas de modelagem, de solo, de melhoramento genético, de fitotecnia, vão continuar sendo importantes. Mas percebam que se a gente fizer uma análise rápida da evolução histórica de qualquer cadeia produtiva agrícola brasileira, vou pegar aqui para hipotetizar e para ser sintético as cadeias de grãos, 20, 30 anos atrás, a média de produtividade brasileira de grãos um pelo outro é da ordem de 1.500 a 1.800 quilos por hectare. Ou seja, nós saltamos progressivamente a indicadores atuais da ordem de 3.000 a 3.500 quilos por hectare. E observem que nos últimos 5, 10 anos, esse crescimento praticamente sobe muito pouco. Nós estamos chegando num plateau, mesmo com todos os incrementos tecnológicos em várias disciplinas que nós estamos tendo. Quem vai dar a retomada para continuar tendo inputs super positivo de incremento de produtividade e, consequentemente, produção, serão as ciências digitais. Mais uma vez, desde uma simples análise de banco de dados, desde uma simples gestão de utilizando ferramentas de big data, desde uso de sensores, passando pelo blockchain, como comentou o Sidney, que veio para revolucionar e para dar segurança às nossas transações, não só financeiras, transações de modo geral do agronegócio, até um olhar para gêmeos digitais. As tecnologias de gêmeos digitais estão vindo para ficar. Nós já temos plots e modelos em teste no Brasil, de sistemas de gêmeos digitais fazendo modelagem para corrigir problemas de sistema de produção agrícola, sim. E a hora que entrar para valer a computação holográfica, ou nós decolamos, ou decolamos. Então, sim. O disto veio para dar um novo paradigma para a agricultura especialmente tropical e brasileira.
SPEAKER_03Perfeito. Acho que o Sidney quer fazer um comentário. Kleber, o Kleber, ele lê minha mente, impressionante.
SPEAKER_05E olha que a gente não tinha começado antes, né? É que essa turma da Ernest Young é fera, né?
SPEAKER_01Eu relatava de você. Um comentário muito legal, porque assim, o que a gente tem? Hoje, sem a tecnologia digital, você pusa por se a fazenda do teu vizinho, está com uma praga, ou se você está pegando fogo numa plantação de cana ou qualquer outra cultura, você esquece tudo e vai ajudar, você vai colaborar. Então esse compartilhamento já acontece no dia a dia force. Agora imagine um mundo novo, com você tendo information digital of the plantação, or do vizinho, ou da praga that is, when you come to compartilhar essas informations of a form much more accelerated. On a plantation organique, you can isolate, when you collect, a part that you have fronter with your vizinho, segregation, a perda de produtivity because you don't know exactly what type of impact you can make. When you come to get these information in form capilarizada, levantada digitally, compartilhada de uma forma comum, it's um potencial fantástico, muito legal. And é o futuro. Você ter esse compartilhamento da sua informação com os demais and essa colaboration. É um modelo Waze dado para o campo de uma forma muito legal, muito compartilhada, vai dar outro patamar de produtividade andation. Because when you older o negócio do gafanhoto, as pragas, você olha isso aqui tudo com uma região só. Você tem que ir diminuindo esse tipo de impacto. Então, ter essa informação de pragas, insetos, culturas, umidade, temperatura, isso é fantástico, isso aí vai mudar muito e vai ser uma forma comum. Todo mundo vai querer trabalhar com isso.
SPEAKER_03Legal. Obrigado. Obrigado, Kleber Sidney. Bom, temos uma última questão, dado o nosso tempo, que veio do Daniel Nunes, para o CPQT, que estendo aqui para o Tomé. Quais apoios estão sendo oferecidos às startups para direcioná-las a desenvolver produtos e serviços mais assertivos para esse novo cenário?
SPEAKER_02Acho que, Fabrício, até para não me alongar muito in função do tema, but I acho que there are alguns assessions that are acontecendo pontuais, somadas, acho que the principal approach the empreended are this moment and the ecosystem as maduro. I think once I fiz a introduction of empreended area de fintechs do agro com o José Ângelo lá do MAPA que está coordenando vários grupos de discussões, você envolve o governo, o regulador, tem grande empresa, tem investidor, tem startup, ter essa conversa. Então isso mostra o nível de maturidade que a gente está alcançando, and esse é o grande suporte que o empreendedor hoje tem em relação ao passado, quem tentou empreender no passado sabe, e que a gente vai ver cada vez mais, né? O ecossistema amadurecendo, mais capital, o capital disponível em diferentes formatos, grupos de produtores investindo. Então acho que é um cenário muito positivo. E para o agro, então, atrair empreendedores de outras áreas para que venham resolver problemas do agro, esse ecossistema maduro é fundamental. Excelente.
SPEAKER_03Bom, pessoal, estamos caminhando para o final da nossa live. Gostaria de dar a palavra aos nossos convidados para que façam suas considerações finais acerca do tema das transformações e inovações in agronegócio brasileiro no mundo pós-pandemia. Começando pelo Anderson, for favor, Anderson.
SPEAKER_06Bacana, obrigado, Fabrício. Toda this question of the digitalization in the agronego. So indicates at the time of pesquises that the producer is already to this technology. And we have great design that we need to technology to the product. So when we find innovative, the things accelerate, a part of what we intend to be children is the cooperation that for many ways into these groups. So when we use the ecosystem, agents public, private, grandes, startups, with certain people should go into the product, and principally the principal problem with the ótica do the product, what de facto dwells in the diaps to desenvolve and control the melter solutions for it to fit a melhor condição productive in the dia a dia. So the message that you deixo is a gente cooperation, certainly a gente and favorable to impact positively cada vez mais esse setor do agronegócio.
SPEAKER_03Excellent, Anderson. Agora, Kleber, for favor, suas palavras finais.
SPEAKER_05Muito bom, Fabrício. Antes, I can't agradecer a você, in some name, cumprimentar, agradecer todo o time do CPQD. CPQD é uma importante instituição, parceira do agronegócio brasileiro. Cumprimentar, agradecer aqui a opportunidade de estar com o Anderson, com o Cid, rever meu amigo Tomé, precisamos nos encontrar mais, né, Tomé, para poder alavancar o próximo unicórnio do agro brasileiro. Ontem eu fiquei adiante em saber da nossa contribuição, mesmo que indireta, e vida que segue. E deixar uma mensagem positiva aí. Eu não tenho dúvida que a pandemia, destaque todos os problemas, tem contribuído para nós fazermos várias reflexões, não só no setor do agronegócio, inclusive como ser humano, como indivíduo, no aspecto da sociedade. Agora, in relation to agro, gente, I can't say a message that a posse no agronegócio, principalmente para quem está nos ouvindo, and a posse na technologia, aposte principalmente na inovação. If we have an análise sobre the principal factor that influenciado the increment of productivity, alavancado production in agronegócio, the principal factor is technology. And the risks are, I risco that in horizontal tempo curto, the indicators and the métricas of mensuração of the produtivity not será mais kilos por hectare, litros por hectare, toneladas por hectare, ou arrobas, etc. Será sim tecnologia por hectare. The palavra de ordem é inovação, vai continuar transformando o mundo e vai alavancar e posicionar o agronegócio como o principal destaque na agenda econômica do Brasil e do mundo todo. Um grande abraço, bom estar com vocês.
SPEAKER_03Muito obrigado, Kleber. Agora passo a palavra para o Sidney para as suas considerações finais.
SPEAKER_01Fantástico estar com esse time de peso aí, muito legal. Obrigado, Fabrício, Kleber, Anderson, Tomé, fantástico poder compartilhar com vocês e com os demais as perguntas também dos ouvintes. Acho que a gente tem uma message that we are in a plena produtivity. I think the palavra the hour is produtivity, a gentewing numbers ahead in the media, etc. I think the pressure pass, as the Kleber comment, is a sustentability, a model more sustenable, more controlled, and much value, that part of sustenability of the negotiation, when you are visibility of organizations, and try in novelists. Vai harmonizar e homogenizar toda essa turma.
SPEAKER_03Excelente, Sine, obrigado. Tomé, a última palavra é sua.
SPEAKER_02Muito bom, muito bom. Obrigado aí pelo convite de novo aí. Foi um prazer estar aqui com esse grupo de férias aqui, grandes parceiros. E eu pego um gancho na mensagem positiva do Kleber. Inovação não tem volta, é a palavra-chave. Então vamos nos preparar, né? Para você ser uma grande empresa, um grande grupo produtor, um médio produtor, se preparar para aumentar a nossa capacidade de inovar. Então, testar três não é suficiente, porque não vamos testar seis, dez. Sem dúvida, você vai estar na frente.
SPEAKER_03Excelente. Tomé, muito obrigado. Bom, ficamos por aqui. Muito obrigado ao Anderson Pivoto, ao Kleber Soares, ao José Tomé e ao Sidney Nobre por compartilharem conosco o pouco do seu conhecimento ao longo dessa live. Obrigado também a todos que nos assistiram. Agora, convido a Sirlene. Cirlene, por favor, junte-se a nós.
SPEAKER_00Estou aqui, tá fácil. Bom, pessoal, mais uma vez, excelente. Olha, muito bom, muito bom mesmo. Vocês foram ótimos, aliás, vocês foram super objetivos, né, Fabrício? Pareciam que eram tantas perguntas, mas foi muito legal, deu para responder tudo, foi excelente. Então, mais uma vez, parabéns a todos e mais uma vez aqui em nome do CPQD, agradecer muito, agradecer por vocês terem aceito o nosso convite, muito obrigada por estarem aqui conosco, compartilhando tanto conhecimento, experiência, ponto de vista, enfim, muitíssimo obrigada, muito obrigado, Kleber, Anderson, Tomé, Sidney, nosso amigo Sidney aqui de casa. Pessoal, muitíssimo obrigada, viu? Foi um prazer e espero poder contar com vocês e outras, hein? Teremos outras, ok? Muito obrigada. Obrigada a todos, uma honra ter conosco, viu? Muito obrigada. Muito obrigada, Paulo. E a você que esteve conosco durante esse tempo, mais uma vez, muitíssimo obrigada. Muito obrigada. E como eu disse no início da nossa live, essa é a nossa última live da nossa primeira série. Lembrando, então, que o tema geral dessa nossa série foi a questão das reflexões sobre o novo cotidiano, sobre a perspectiva de tecnologia, segurança e inovação, and hoje encerramos essa série. But olha, em breve, muito em breve, estaremos lançando novas séries. Andas novas séries, nós contamos muito with contribuições de vocês. De que maneira? Nós vamos enviar, enviaremos, desculpa, enviaremos a pesquisa para vocês que se inscreveram andar de three, can some of the nine lives. In this feedback of this, that we find a bit more as well. And além disso, I'm going to receive suggestions of other templates. Just in mente, but esperamos receive feedback of things.