CPQD Podcast
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A forca da Inovação Aberta durante e pós-pandemia
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A crise atual está provocando mudanças significativas na vida das pessoas e nos negócios das organizações. Cada vez mais, a imprevisibilidade dos cenários de negócio exige que as empresas inovem e se reinventem de uma forma muito mais rápida e ágil para a continuidade das suas operações. Mais do que um movimento isolado de cada empresa, essa necessidade de inovação passa por toda a sua cadeia de valor, incluindo parceiros, fornecedores e clientes.
Há alguns anos, os ecossistemas de Inovação Aberta estão sendo empregados com sucesso na aceleração dos resultados, na troca de conhecimentos e na redução dos riscos inerentes ao processo de inovação. Unindo as forças de universidades, ICTs, investidores, órgãos de fomento e empresas de todos os portes e maturidades, esse modelo de colaboração com foco na inovação está sendo intensamente empregado durante a pandemia e tende a ganhar escala após esse período.
Hello, good to all. I'm Silene, I'm responsive for the area of marketing and vendors of CPQD. After that série, the objective was to moments for compartiless, reflexions of the novel cotidiano, perspectives of technology, segurances, and innovation. The live de hoje será one hour de duração. O tema is a força da inovação aberta durante andemia. Eu convido para conduzir esse bate-papo com os nossos convidados, o Fábio Niso. O Fábio é o nosso líder for the tema Inovação Aberta. Fábio, vamos lá, agora com você, que tenhamos todos an excellent live.
SPEAKER_06This live component, the program in one hour and 10 years.
SPEAKER_04I'm responsible for the assessment of innovation here in the CPQD.
SPEAKER_06Sejam todos muito bem-vindos.
SPEAKER_00Oi, gente. Boa tarde. I'm Jéssica Artiolha, sou gerente de inovação digital na BASP. Então, na verdade, eu estou dentro de um time de TI e a gente tem um time de transformação digital. Essa área que eu sou responsável de inovação digital, a gente roda vários pilotos testando novas tecnologias com as áreas de negócio da BASP, que aí atua em diversos segmentos, desde agro, tem a subvenil para o cliente final, and vários outros ingredientes para cosméticos, para nutrição humana, nutrição animal, enfim, é um campo bem grande aí. É um prazer estar aqui com vocês hoje.
SPEAKER_06Legal, Jéssica. Agora vamos para o Gabriel.
SPEAKER_01Bom, boa tarde, pessoal. Prazer estar aqui com vocês. Obrigado, Fábio, pelo convite. Bom, eu sou diretor executivo na ACAT, ACAT Associação Catarinense de Tecnologia. Então, estou aqui imerso nesse nosso ecossistema de Santa Catarina, que vem crescendo bastante nos últimos anos. Eu tenho doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento, então estudo muito esse tema de inovação aberta que a gente vai tratar aqui hoje. Então é um prazer estar aqui com vocês. Obrigado.
SPEAKER_05Obrigado, Gabriel. Vamos lá, Rafael.
SPEAKER_07Bom, boa tarde, eu sou o Rafael Braga, obrigado a todos aí que estão assistindo também, obrigado, CPQD, pelo convite, os colegas que estão compartilhando com a gente aqui essa live. Eu fui o responsável na FINEP pela criação da área de empreendedorismo, fui responsável pelo lançamento das últimas ações ligadas a esse ambiente de empreendedorismo e inovação aberta, pelo FINEP Startup, que hoje é o maior programa público de investimento em startups do Brasil. O Espaço FINEP, que é um programa de aceleração, e responsável também pela concepção do Hub FINEP, que é um hub de conexão de atores, um projeto que ainda está em gestação. Hoje eu estou trabalhando na estruturação também de um programa de inovação aberta internamente, mais amplo, com o objetivo em resolver algumas questões mais estruturais. Também sou professor do núcleo de empreendedorismo da PUC. E assim como o Gabriel, estudei o tema in alguma medida ao longo do meu doutorado, estudando a relação entre os investimentos in pesquisa, desenvolvimento e inovação and the impacto disso nos resultados as companhias. This is a background.
SPEAKER_05Legal Rafael.
SPEAKER_02My name is José Luiz Gordon, I'm the director of planejamento e gestão da Embrapi, which is function approach projects of empresas on centers of pesquisa credenciados da Embrapi. O CPQD é um dos centros credenciados. Já apoiamos a ser exactamente fazer essa ponte. It would be bonsão aberta e inovação. Eu tenho trabalhado com esse tema de inovação, graduação, mestrado, doutorado também, meu doutorado também na área de política pública para inovação e a experiência que eu tenho te deixa para a gente bater um papo com todo mundo aí.
SPEAKER_06Legal. Acho que a gente já deu para perceber, só por essa apresentação, já deu para perceber o nível que a gente está tendo essa live aqui dos convidados, né? Então vamos lá. Inovação aberta é um tema que vem crescendo muito dentro das instituições. A gente vem vindo que mais até do que somente a aproximação da grande empresa com a startup, inovação aberta prega no seu conceito, né? O relacionamento também, junto com universidades, centros de pesquisa, instituições de financiamento, sejam órgãos de fomento ou sejam investidores privados, startups, aceleradoras, grandes empresas. Então o ecossistema é muito maior até do que um relacionamento mais fechado entre uma startup e uma grande empresa. Nesse momento de pandemia, a gente vê também que a imprevisibilidade dos cenários é bem grande. Então cada vez mais a inovação, andovar, a gente vai ter que fazer isso mais rápido e mais ágil. E provavelmente com menos investimento do que a gente tinha antes. So, esse cenário faz com que seja muito importante a gente pensar em inovação aberta, inovação em conjunto e co-criação. Então, a nossa live vai passar um pouco por esses conceitos e a gente vai fazer algumas perguntas direcionadas aqui. Estou começando até com uma pergunta voltada para o Rafael. Rafael, quais os principais impactos andiam para se inovar que você enxerga nesse contexto agora de pandemia? E como você acha que a gente deve se preparar para um novo modelo?
SPEAKER_07Desculpa, acho que só essa pergunta daria assunto para uma live inteira, né, Fábio? Os desafios, eu diria que para inovar já existiam, tirando os desafios convencionais, o contexto atual acho que traz desafios adicionais, sem dúvida nenhuma. Eu diria que o primeiro deles que eu citaria, eu vou tentar citar alguns, difícil ser exaustivo em relação a esse tema, é que aparentemente todo o processo de inovação demanda algum tipo de interação, de troca, or pelo menos o processo de inovação é enriquecido pela interação e pela troca de conhecimento and expertise. Se a gente for considerar que as organizações estavam preparadas para trabalhar num ambiente mais físico e menos para operar nesse ambiente digital, isso claramente hoje é um problema. For outro lado, and talvez não só essa dificuldade, mas talvez todas que eu mencione, elas vão acabar se convertendo em oportunidades, you asked necessarily as oportunidades passam pelo caminho da inovação aberta em função das características que você mencionou. Então acho que essa dificuldade de interação andar essa impossibilidade de interação nesse momento and a falta de preparo das organizações para operarem nesse contexto de isolamento social, num momento de transformação onde a transformação digital é cada vez mais importante, talvez seja uma das dificuldades que esse novo cenário vem impondo para as organizações. Uma outra coisa que eu mencionaria, que já existia antes da pandemia, obviamente, mas os seus efeitos se agravam agora, é que a gente infelizmente ainda opera num ecossistema muito desorganizado e desestruturado, talvez em função da dimensão do país onde a gente vive, tirando alguns exemplos muito pontuais, como é o caso, não é só porque o Gabriel está aqui, mas todo mundo conhece o case de Santa Catarina, no geral, as informações são muito pulverizadas. Isso acaba gerando um outro problema que é uma simetria de informação muito grande, e aí eu diria que é um desbalanceamento provocado por essa simetria entre oferta e demanda, né? O que eu quero dizer com isso? Entre quem é o dono do problema e quem é o provedor da solução. O dono do problema tem lá as suas dores, mas tem muita dificuldade de encontrar quem eventualmente pode contribuir para resolver as suas questões, e muitas vezes essa solução não está numa instituição só, muitas vezes não está só numa startup, às vezes está numa ICT, numa universidade, numa combinação desses atores, eventualmente numa combinação de startups que oferecem soluções diferentes, por exemplo. Então essa assimetria acaba sendo um problema, e do outro lado, também as startups acabam tendo dificuldade de acessar os donos dos problemas que são as grandes corporações. E aí, por que existe essa dificuldade de acesso? Por uma série de fatores. Uma delas é uma questão cultural, e a outra é que a estrutura de uma corporação grande, todo o sistema legado, o sistema que eu digo em termos de tecnologia, processo, ele está muito distante da realidade e das soluções que as startups provê para essas grandes corporações. Então, se não houver nesse momento uma quebra desse paradigma, essa aproximação, que já era difícil no mundo físico, vai ficar mais difícil ainda no ambiente digital. E aí por isso que eu disse que esses problemas que eu mencionei, eu mencionei e devo ter mencionado uns quatro ou cinco, eles se convertem em oportunidade. Eu acho que todas as grandes corporações, pelo menos as grandes, já perceberam que, primeiro, que inovação é relevante, né? E segundo, que inovar de maneira aberta é muito mais eficiente. É muito mais barato e mais efetivo, dado que o custo de inovação a gente sabe que é cada vez menor. Hoje a inovação surge de qualquer lugar, qualquer três, quatro bons cérebros se reúnem, podem desenvolver alguma coisa que provoque uma disrupção num determinado setor. E as corporações já perceberam que não podem deixar de mapear essas potenciais inovações sob o risco até de estar comprometendo a sua própria sobrevivência. Então, eu acho que uma das oportunidades que surgem é estar nesse processo de aceleração da transformação cultural e dar maior abertura para as empresas se conectarem com o ambiente externo. Eu acho que isso naturalmente vai acontecer. Eu acho que quem não migrar para e não passar a olhar com mais cautela para esse modelo de inovação vai sofrer gravemente, como eu falei, vai colocar em risco a sua própria sobrevivência. Então, só para encerrar aqui, porque, enfim, para não esgotar muito o tempo, como eu falei, esses problemas vão necessariamente se converter em oportunidades, e a FINEP tem dado um olhar muito importante para as suas ações no sentido de estimular essa aproximação. Então hoje todos os programas, crédito, cooperativo CT em empresas, ações, a gente vai falar mais desses desdobramentos mais pra frente.
SPEAKER_06Legal. Pessoal, alguém tem alguma complementação aqui em cima da fala do Rafael?
SPEAKER_02Pode? Ah, legal. Muito bom aí, Rafael. Tem uma economista chamada Mariana Mazucato, who várias coisas that, but recently I was assisting my entrevista dela, one of the repercuti, but a gente nice normal, not from a voltage for the velho normal. The velho normal, a great many of the things they were error. And repensar on how we should have a appointment of assists, for example, in the area of innovation. Much that was made always not done. So we need to repensate okay, a gente, how we attract those empresas de novo, how we bother the ecosystem of innovation brasile realmente to acontecer. Nós temos um bom exemplo lá em Santa Catarina, mas muitas vezes todo mundo fica ali, tem um bom exemplo em Santa Catarina, tem um bom exemplo em Santa Catarina, e aí, tipo, né? E aí, nós temos que ter um bom exemplo no país todo. Nós temos que botar o ecossistema de inovação, não tem só só Santa Catarina, tem outros, mas assim, sempre é o exemplo que é o exemplo que deu muito certo. Então a gente precisa pensar nesse novo normal diferente. E talvez muitas das coisas que a gente fez para trás não ajudem, não deram certo. Então nós temos que pensar nos instrumentos, quais são os novos instrumentos que a gente vai apoiar a inovação, como com essas políticas públicas novas que vão trazer as empresas. E como que o governo e o Estado vai apoiar. So a gente tem um FNDCT conscienciado, não adianta. É o velho normal. Se a gente vai continuar o novo normal igual, a gente vai continuar igual. Entendeu? So a gente tem que pensar a agenda de inovação para o apoio às empresas, para o apoio ao setor produtivo, através das empresas diferentes. One coisa, for example, que a gente tem falado muito na Embrapi, e que depois a gente pode tocar lá na frente, é trazer as empresas brasileiras fazendo projetos cooperados entre elas. As empresas brasileiras não fazem isso. Você vai lá fora, você vai nos grandes centros de inovação, a grande empresa faz um centro de pesquisa, mas também agrega ali uma startup, agrega uma empresa da cadeia, agrega uma empresa concorrente na fase pré-competitiva. E aqui a empresa brasileira não quer fazer isso de jeito nenhum. Entendeu? E lá, você vai nos Estados Unidos, às vezes fazem muito isso, você vai na Alemanha e você faz isso, você vai na Suécia, mas aí tem uma coisa, os instrumentos públicos direcionam para isso. Então a gente também tem que parar de usar os instrumentos públicos do jeito antigo e passar eles para olhar esse novo normal que vai fazer a diferença e enfervescer esse ecossistema brasileiro.
SPEAKER_07As oportunidades são não só para as corporações, mas principalmente para nós, governo, né, Gordon? Eu falo nós porque nós somos de agência de governo, repensar também os modelos de estímulo ao processo de inovação e tomar cuidado para não estimular o processo de inovação interno. Como o Fábio falou no início, na abertura da descrição, o processo de inovação aberta é um caminho de mão dupla, né? Não pode ser só você absorver informação de fora do ambiente. Você tem que trocar, né? E essa troca envolve conexão com outras empresas, eventualmente, que atuam de forma complementar, centros de pesquisa, universidades, startups, enfim. A gente tem que estimular mesmo esse mutualismo, sem dúvida.
SPEAKER_05Legal.
SPEAKER_01Gabriel, pessoal, eu fico feliz aqui com as referências a Santa Catarina. A gente nunca acha que a nossa grama é assim tão verdinha, né? A gente sempre olha a grama dos vizinhos e acha que a grama do vizinho é que é mais verde. A gente agradece as referências. Claro que tem um trabalho aqui de muitos anos e de muitas organizações e pessoas que têm levado a esse crescimento do setor. Outra coisa é que eu estou me sentindo um pouco deslocado aqui, porque aqui está 12, 13 graus, onde eu estou, vocês estão todos de camiseta aí, eu estou sentindo que eu estou parece que é desconectado. But aqui está bem frio. É uma dúvida. É, está frio, então eu que estou demais aqui. But considerando o que vocês falaram, é que no fundo, nós estamos falando de inovação, inovação aberta, butter. I'm talking about 11,4% of students in curses of ensino relation to technology conseguem conclues, they form 11,4% of those who enter. It's a number more bad. But we have to enter that with all this that's evident the importance of the investment in technology, innovative, and all this. And along this, we are concerned, these professionals have been assediated not so with organizations of Brazil. Ainda are assediated by organizations, entities of the world, with the work. So the cars with these skills will aim more. And in Brazil, we don't have a characteristic in manner that the alumni, the ensign fundamental, have a base significant in mathematics, in raciocínio lógico, in física, etc. And when a gente do ensino superior, poucos decidem por cursos relacionados nessa area, ands que conseguem de fato concluir os seus cursos. And so you vejo que isso é um gargalo muito importante que já existia, muito forte pré-pandemia, me parece que tende a se agravar ainda mais. Queria ouvi-los também sobre esse assunto aí.
SPEAKER_07Só um complemento, Gabriel, até bem rápido. Eu acho que por outro lado isso pode ser uma oportunidade também, né? E aí respondendo diretamente a pergunta do Fábio sobre como se preparar para esse momento, entender que o mercado de trabalho agora não é mais local, é global, você não precisa prospectar mão de obra no raio de atuação da sua corporação, é o que as empresas precisam ter em mente também. Obviamente tem que ter uma mudança de mindset para o trabalhador, para ele entender que agora a competição é em nível internacional, mas as corporações precisam entender isso também. Assim como ela pode perder mão de obra muito qualificada para empresas que podem pagar mais em moedas mais fortes em qualquer lugar do mundo, ela também tem que ter essa capacidade de prospectar mão de obra em qualquer lugar.
SPEAKER_06Legal. Vamos seguir aqui as perguntas, então. Agora uma pergunta mais direcionada para a Jéssica, e aí pensando um pouco dentro da tua cadeia e da cadeia da BASF, se durante esse momento aconteceu alguma mudança em relação à proposta de valor que vocês precisaram fazer para o cliente, entregar para o cliente, e como que a tecnologia, nesse período, se ela teve alguma alteração no nível de aceitação em relação ao que tinha antes, né? Como que é esse novo posicionamento da BASF com relação à inovação em relação aos seus clientes e seus fornecedores nesse momento?
SPEAKER_00Mudou bastante, né? Porque assim, a gente se viu todo mundo diante dessa nova realidade, and a gente se viu também de uma certa maneira distante dos nossos clientes, né? A BAST, como empresa química, a gente tem um relacionamento ando forte for clients, né? And a gente visita as plantas produtivas, take a troca de laboratorio for testar formulação, etc. And a gente view from a necessity to encontrar maneas to continue to start próximos to our clients, and curioso, because voltando um pouquinho, I trabalho nessa área de inovação faz um ano e meio, lembrando passado, a gente explorou bastante, tentando olhar para isso para uma nova tecnologia, como trazer as tecnologias de Smart Class, de realidade mista, para o cenário da BAF, né? E a gente enfrentou bastante resistência, porque o argumento é se eu fizer uma videoconferência usando outras plataformas, elas já me atendem, tanto pensando quanto do ponto de vista do público interno da BAF e até para o relacionamento com os clientes. Então a gente tentou, tentou explorar, mas foi algo que não caminhou. E agora, quando a gente se viu aí com essa pandemia, com esse novo normal, e aí distante dos nossos clientes, foi a primeira coisa que todo mundo quis foi realmente explorar essas tecnologias para a gente continuar dando esse suporte, esse relacionamento próximo com os clientes, como eu comentei. Então agora a gente está engraçado porque as prioridades mudam e inovações que estavam ali talvez meio engavetadas vieram a priority of moment, com uma urgência muito grande de serem testados e implementadas para que a gente também consiga manter esse bonamento com os clientes, também não perder o timing aí. Então, teve uma mudança bem significativa. A gente, como área digital, como todo mundo brinca, o que acelerou a transformação digital foi a pandemia, porque a gente está sendo super solicitado for várias ferramentas, não só essa tecnologia de Smart Collective, mas também como a gente pode fazer eventos virtuais, tem várias plataformas que hoje a gente já consegue fazer feiras, montar estande, a gente fez algumas aqui no Brasil ainda não, mas globalmente já também. E também eram ferramentas que a gente, de novo, tinha no roadmap, mas não eram prioridades e elas passaram a ser, né? Então a gente mudou toda essa cultura, trouxe uma necessidade muito grande, até assim, falando um pouquinho da pergunta anterior do que a gente encontra desafio. Eu diria que o desafio do ponto de vista da BAF, de uma empresa grande, é como a gente consegue inovar rápido agora, né? Porque não dá para levar meses para a gente conseguir implementar uma solução. E aí a gente enfrenta problemas que a gente, desafios que a gente já sabia que a gente tinha, eles são mais ressaltados agora, né? Então, processos internos, de área de compra, jurídico, esses processos que a gente já questionava como inovação que precisam ser acelerados, agora isso a gente traz mais à tona ainda que de facto a gente precisa trazer essa agilidade para esses processos, né? Para lidar com todo o ecossistema. In toda essa questão de tecnologia, a gente olha muito para parcerias com startups. A maioria dos pilotos que a gente roda, a gente busca essas startups and ecosistema para de fato poder trazer essa inovação, isso ajuda na agilidade também, porque a gente não tem recursos e braço suficiente toar sozinho, a gente precisa das conexões certas, então a gente tem a ser oficiativas também, tanto de programas de aceleração, de parcerias with the ecosystem, tanto initiativas with the government, with universities.
SPEAKER_06Legal, Jéss. Até antes de abrir aqui para comentários em cima da pergunta, eu, como novato aqui na live, esqueci de falar no começo dela que as perguntas podem ser feitas aí pelo YouTube. Então coloca nos comentários as perguntas que vocês tiverem para o pessoal aqui. Agora continuando, voltando para o assunto principal dela, guardo um Gabriel, Rafael.
SPEAKER_07Na verdade, eu tenho uma dúvida para a Jéssica. Primeiro, parabenizar pelo trabalho, né? A extensão do trabalho de inovação aberta que a BAST vem fazendo, trabalhando com instituições de diversas naturezas. E a gente sempre pensa em inovação aberta, na relação com startup primeiro, com o ICT, com a universidade, e nem sempre está na cabeça, no lugar comum, essa possibilidade de inovar com o cliente, olhando para o cliente. Eu acho que até a busca pela inovação via as startups está um pouco nessa capacidade que a startup tem de entender o problema do cliente e o seu próprio modelo de negócio passa por isso, em dar uma resposta mais direta, mais objetiva, que muitas vezes a grande corporação não consegue fazer. E a startup consegue minimizar essa distância entre a grande corporação e a demanda de fato do cliente, porque ela tende algo bem específico. Mas hoje muitas corporações já vêm fazendo esse processo de inovação direto, se conectando direto com o cliente. Você falou que isso é uma dificuldade maior nesse período de pandemia. Eu queria saber se vocês, como vocês estão olhando para isso, se pretendem intensificar esse tipo de trabalho direto ou não, se vão continuar fazendo isso via startup, se você pudesse falar um pouco dessa experiência e eventualmente se vocês fazem alguma coisa em termos de cocriação.
SPEAKER_00Sim, a gente faz bastante. A gente tem o Nono, que é um centro de inovação científico e digital, que a gente chama, que fica aqui em São Paulo. Não sei se todos conhecem, fica o convite, a gente agora não consegue mais ter eventos presenciais, mas a gente tem a plataforma no site que a gente roda vários webinars, enfim, né? E aí eu estou citando o Nono, porque ele é uma plataforma que a gente usa muito de conexão com os clientes, e a gente tem vários workshops de co-criação, mas é muito forte o papel do ecossistema ainda. Por mais que a gente, vamos dizer, como batter, a gente possa direto no cliente, dificilmente a gente combate em todas as solutions. So a gente acaba sempre desenvolvendo algum fornecedor, algum startup que aí pode trazer de fato a solução completa e a gente possa co-criar com o cliente. And so, na verdade, hoje a maioria dos modelos que a gente tem rodando ali de piloto de inovação são modelos de co-criação, que a BAF oferece alguma expertise, seja na área de química ou mais técnica, e a startup ali de fato tem uma expertise no software, no hardware, enfim, e a gente consegue ali co-criar e levar uma solução para o cliente. Então, é quase sempre um trabalho ali conjunto, porque quando a gente vai direto ao BAF com o cliente, a gente consegue sim atender, mas aí é o mais do core da BAF mesmo, né? Que são as soluções químicas, enfim, mas não trazer ali um novo serviço, um novo modelo de negócio. E aí, para isso, a gente sempre precisa de algum parceiro.
SPEAKER_08Legal.
SPEAKER_06Bem no esquema de inovação aberta, né? Cada um cuidando do seu core ali, fazendo bem o seu core. E esse complemento é que vai fazer com que a inovação rode mais rápido.
SPEAKER_07E numa relação ganha-ganha, né, Fábio? Que eu acho que é o mais importante. Os motores saindo beneficiados.
SPEAKER_00Total.
SPEAKER_05Pode agora.
SPEAKER_02This story of the digitalization of the economy, I confess that I was a little reticented with it. Not because of the BASC, but much people have the empresas are digitalized, and in fact, they're still doing home office and videoconferences. I don't know what digitalization for the empresas, right? Automation of the world manufacturing 4.0, censorment of the process. After many people telling that the pandemic, I confess that I think that in Brazil, probably, I don't know what are the rest of the places, what I'm doing is for videoconference, but the fabric to have a process of more digitalization, with more productivity, that you can go with the process, using machine learning, intelligence artificial for melancholy, I don't have.
SPEAKER_00Total, e aí a gente tem a BAF já tem trabalhado nisso bastante tempo, né? A gente tem parceria também, tem projetos que a gente rodou com a Embra, PI, com a FERT, enfim. E a gente tem várias outras iniciativas que já aconteciam antes de todo esse novo normal entrar de fato na nossa vida. A diferença é que agora as prioridades realmente mudaram, né? Igual eu comentei, e até a gente passou a explorar outras, for example, a gente tem o e-commerce que vende hoje muito mais do que vendia antes da pandemia, mas a gente já tinha. Então, de fato, por isso que a gente fala que isso acabou acelerando a digitalização.
SPEAKER_07Legal. Outra próxima pergunta. Perdão, Fábio, só fazer uma observação bem rápida, né? Desculpa, é porque é importante essa observação do Gordon é completamente verdadeira, a gente tem uma economia industrial, principalmente, muito pouco digitalizada, e, na verdade, queria só colocar uma oportunidade para as empresas que estão tentando migrar nesse processo, eventualmente para aquelas que estão nos assistindo agora, a gente está com um edital aberto de subvenção para tecnologias 4.0, 50 milhões, cujo prazo de inscrição encerra no dia 31. Então, quem está buscando também migrar para esse processo está em uma oportunidade de apoio. Legal.
SPEAKER_00A gente está de olho também.
SPEAKER_06Fala a pressão. E aí, voltado mais para o Gabriel, né? Pensando na questão de ecossistema, né? A gente falou muito assim a respeito do ecossistema aí de Florianópolis e de Santa Catarina. O que você acha que muda quando a gente está falando do papel de cada um no ecossistema nesse mundo pós-pandemia? O mundo mudando mais rápido, né? Qual a importância que você vê no ecossistema nesse tipo de cenário? Será que as startups, por serem mais ágeis, de repente vão ganhar algum protagonismo aí? Or como que você vê esse movimento?
SPEAKER_01Bom, Fábio, eu sou suspeito para falar, but it's important to abord this question of ecosystems. Embora a gente tenha bastante in the ultimate years, and Brazil a gente has diverse ecosystems to fortalecing and in moments like this of crisis, me parece more evident the importance of the ecosystem or the potential that the ecosystem aggregates in the way of this conjunct of the work to super this, this obstacle, in this case, this caused by the pandemic. So we have much impact in these initiatives, and these are more affected by these crises. Why have access to credit, credit barators, and of a man? And the principal problem of normally, which are the case of technology, we're not talking about the grand, but those don't have credit for them. We create a fund, and this funds of the entity, SEBRAE, society of credit, government, constitute a fund, and this funds this credit that is organizations of manner general. So, for example, the FINEP libraries are resources for the bank regional devolvement, the Badesk, the BRDE, and it has risk, because this credit concede in conditions more favorable, and the risk is funding. So this is very favorable. A gente percept that this equilibrium between the others, this vont to connect and to use, it is very important. Central innovation where we can have spaces differentiated where we install, and they function as if it was a concept of shopping center. So that center of innovation, for example, has a co-working, incubator, accelerated, funds of investment, and the impact of the crisis were the spots of co-working. And the spots of co-working that are in the centre of innovation, the way we were at the cart and said we're not going to ultrapass this moment, because basically our receipt has been.
SPEAKER_06Se não tiver alguém em cima, alguém catalisando, alguém, pelo menos no começo gerando essas conexões, muitas vezes elas não acontecem automaticamente, né? Então agora vamos abrir Rafael, Gordon, Jéssica.
SPEAKER_07Bom, eu, particularmente, sou um grande defensor dos ambientes de inovação, né? Eu acho que muita gente fica discutindo como replicar o que acontece no Vale, né? Eu acho que aquilo é um movimento irreplicável. Mas talvez replicar um modelo num ambiente controlado seja mais fácil, que é o que eu vejo que alguns países começaram a fazer, né? A França fez lá com o Station F, Singapura com o Bloco 71, e o que o Brasil faz bem em alguns ambientes, como a Kat faz lá em Santa Catarina, eu já estive lá algumas vezes, e quem já teve pode comprovar isso. Eu acho que a grande vantagem desses ambientes de inovação é simular uma densidade no ambiente empreendedor, como o Gabriel colocou, né? Ali, você encontra um fundo, uma grande corporação, uma startup que pode se complementar, profissionais da área jurídica, né? Você tem acesso ao conhecimento que você precisa de maneira muito rápida. E aí eu queria, de repente, ouvir um pouco do Gabriel, e essa é uma preocupação realmente que eu tenho: o que você pensa em relação ao futuro, Gabriel, assim, desses ambientes, se eles vão voltar à sua essência em termos de contribuição. Porque eu imagino que esse momento vai passar. Eu acho que a interação humana é algo inerente às nossas características. Acho que a gente vai voltar ainda para alguma coisa semelhante. Queria saber se você acha que realmente isso acontece, or se o modelo vai ter que mudar completamente desse ambiente.
SPEAKER_01A gente não tem essa responsa com a certeza absoluta, sabe, Fabio? But a gente entende that's not centered innovation, for example, were pensado justamente to be ambient tradicionais, aquellos prédios verticais where the people don't want and talk. O que tem de differential? Além de esse mix of ators that is important to be in contact, you can install, because it accelerates this ground of networking, because remotes can agenda the call, but a person, it accelerates much contacts. So along this, these are complement with an infrastructure that turns this aggravate. So some ambient de conviveness are ambientes de convivência. Andrew that as pessoas sentem falta. A gente conversa o tempo, as pessoas sentem falta. As pessoas não querem estar cinco da semana, eight hours per year dentro do seu escritório, but elas sentem falta de ter algum tipo de convívio andation. And these ambient are most agradáveis. So as empresas can't have hubs in these locals, not necessarily 100% of your force of trabalho estar allocada ali, but it terá um hub ali dentro where as pessoas vão circular ali, eventualmente por sistema de rodízio, aqueles que sentem mais à vontade ou não, mas são espaços muito mais colaborativos. So a gente acredita que esse deve ser o futuro. Legal.
SPEAKER_07Bom ouvir isso, eu concordo plenamente.
SPEAKER_06Obrigado, Gabriel. Tem tempo, Fábio, para falar? Posso colocar isso na tua pergunta agora? A pergunta é para você agora, uma coisa na outra, pode ser. Vamos lá. E agora, agora para você. Então, a gente vê muito na Embrapi essa questão de projeto cooperado, a gente vê muito nos programas que vocês abrem, nas chamadas especiais que vocês abrem. Então, a gente até se falou no comecinho da live, eu queria entender um pouco de vocês como vocês veem a importance desses projetos cooperados entre mais oficial's empresa, mais ICT, mais startups of base technology in this new scenario, future? What are the vision of those respect to this?
SPEAKER_02Fabio, I think it's the time we have to try to make a lot of different here in Brazil and level the Brazil to an agenda of innovation, productive to an agenda more complex, which have more capacity competitive national companies. Me parece que é algo que vai conduzir o país para o novo patamar, porque você pode ter projetos tanto de empresas concorrentes, ou seja, trabalhando in tecnologias de maior risco e aí desenvolvendo conjuntamente depois cada uma seguindo sua rota. Você pode ter projetos de empresas de cadeia, seja o cliente, como colocou o Rafael, com fornecedor, então você tentando trabalhar o cliente, tentando fortalecer a cadeia, e aí isso é importante, né? A gente acabou de ver aqui nesse momento no país a fragilidade que a gente teve quando precisou da cadeia da saúde, isso que é uma das cadeias mais fortes que a gente tem aqui, porque a gente tem o SUS, que é um grande demandante, de certa forma, compra, e precisou rapidamente gerar essa força. Graças a Deus, as empresas conseguiram responder rápido, com muita inovação, de forma muito rápida, mas a gente precisa fortalecer a cadeia. Para fortalecer a cadeia, você precisa ter projetos cooperados entre as empresas. As empresas precisam trabalhar conjuntamente. A grande empresa precisa enxergar a média, e a média enxergar a pequena empresa, botar a pequena empresa na cadeia. E aí é muito mais difícil a grande enxergar a pequena, mesmo a startup. Tem caso, obviamente, mas ali é muito mais difícil. Se essa startup entra na cadeia da grande, é a melhor coisa para ela, porque a média consegue enxergar ela, comprar dela, demandar dela, tem a escala necessaria, e aí a gente consegue realmente fortalecer a estrutura produtiva brasileira. Então, por isso, this type of projeto me parece algo extremamente essencial para ser apoiado. E aí eu acho que é o seguinte, os instrumentos de apoio têm que se remodernizar no Brasil. E é isso que a gente está tentando fazer na Embrapi. O que eu enxergo é que a maioria das ações que foram feitas para ajudar no Covid e para pensar o pós-Covid estão pensando em voltar para o velho normal, que foi a minha frase anterior. No, nós temos que pensar o novo normal. O novo normal é estimar as empresas a trabalhar conjuntamente. Não adianta nada a gente dar apoio público, fazer política pública para um antigo modelo. And this includes toda a parte ambiental também, pensar no modelo mais sustentava ambiental. So I ask this fundamental and essential. You, for me, one of the agendas que a gente visto hoje na Embraer Pico como priority is projetos que cooper mais com a empresa. This sim will level the Brazil to a nova agenda. And the ecosystems that vão se fortalecer, which are more important. Pegando um pouco o gancho que eu queria falar na frase anterior, o ecossistema é algo grande, ele não é simplesmente uma instituição with varios atores ali, ele é algo muito maior. And it inclui as agentes de fomento, ele inclui as aceleradoras e as empresas, seja pequenas, grandes, clientes, e aí cabe aqui, vou fazer uma provocação que eu já fiz uma vez para o Rafael em uma live que a gente teve junto no BID. As instituições de fomento têm que trabalhar conjuntamente, né? Elas estão muito desconectadas uma da outra. Então, acho que isso é muito importante de ser feito. A gente tem que pensar esse novo. E o cooperativo, seja entre as empresas, seja as instituições públicas, é importante para a gente pensar o novo. Se a gente continuar, cada um na sua caixinha, cada um apenas no seu, a gente não vai conseguir mudar o que a gente já tinha, o que a gente estava fazendo. Então, para a Embrapia é fundamental isso, essa parte do Covid, a gente. A Embrapia é uma instituição, duas palavras foram faladas aqui, agilidade, rapidez, né? Então, a Embrapia é uma instituição muito ágil, muito rápida, muito flexível. Então, a gente apoiou quase 50 projetos ligados ao Covid em meses, esses projetos já estão entrando no mercado, não adianta a gente apoiar lá para frente, tem que apoiar agora esses projetos, que a Embraerapia apoiou projetos de respiradores, projetos de testes, projetos de monitoramento, estão todos entrando no mercado agora de forma muito rápida, projetos contratados em dois, três dias, para começar a ser desenvolvidos e sair. Então a EMP apoiou de forma muito rápida. E agora a gente tem que pensar lá na frente, o próximo passo, que é o pós-Covid, que é o que a gente está se preparando agora com a MBRP, a gente fez o apoio a projetos de Covid, o CPQD apoiou vários projetos, agora o próximo nós vamos pensar diferente. Então, nós temos que pensar sim em apoio à startup, então, Gabriel, falar para você que logo mais nós vamos ter uma ação nova, muito profunda para startups, com foco em Deep Tech. Não tanto na. Vamos apoiar a Marketplace, mas apoiar a Deep Tech realmente coisa mais profunda. Então, ele vai lançar um modelo novo, tudo indica, nós vamos aprovar esse nosso conselho aí, nós vamos lançar, você vai ver. E um outro foco muito grande em projetos cooperados entre empresas. A gente acha isso muito importante e fundamental para esse feito. Jamais que estourei meu tempo aqui, agora vamos escutar o resto do pessoal.
SPEAKER_06Bom, mas já ficou bom que já saímos com um planejamento e uma chamada em Brafi mais FNAP junto aqui, né? Já estamos saindo com resultados disso aqui, dessa conversa. Então vamos lá, Rafael, Gabriel, Jéssica, some comments aí em cima.
SPEAKER_01I'm very fascinated to escutar these palaves of Gordon, and I think that this integration is essential. I was commenting the other day that the ecosystem of Israel is a impression to study, and there are many things that we can take from. It's clear that it's a very peculiar, a place, conditions are super different, but they have a plan and execution both efficiently and also directionado. Eles saem de lá com a lista ando classificado em ordem de priority. Eles chegam até as universidades, as universidades públicas, pessoal, I think that financiar quem desejar estudar esses itens aqui, oferecer soluções que os hospitais estão precisando. Na hora você conecta a demanda, você conecta com as pesquisas das universidades, o recurso público bem empregado, porque aquilo vai salvar vidas, anda direcionamento efetivo too. And they are much preoccupated with Gordon followed, the deep tech, ou seja, a gente precisa crear innovation, notar milhares oficials, it's legal, but a gente attack, we can pasta a liberal. So for existir this innovation profound, a girl have an approximation of academia. Academia, the institutes of pizza are essential, corporate. If we don't have this, a girl will ultrapass that phase, a girls de galinha, and a gente de facto lideras importance, a gonna try.
SPEAKER_02Isso aí vai sair, depois a gente apresenta para vocês aí na Cátia, vocês conhecerem.
SPEAKER_01Muito bom.
SPEAKER_07Bom, deixe-me para a contribuição adicional aí, Fábio. Tem? Tem. Então tá. Só pra dizer que eu concordo plenamente com a abordagem do Gabriel e, obviamente, com o Gordon. Eu queria só complementar que eu acho que as ICTs, as universidades também precisam se adaptar ao novo normal. So I start de novo normal for as corporations, for startups. I was thinking pass in manner more aberta. And not so, when I followed abertable, not na cooperation of a project with an empresa. When a girls in ecosystem, in innovation ability, in relations more complex, and not in relations unidirecionais. These institutions precisely startups for that se appropriate of such conhecements and transform these connectives in solutions, and not sort of level to resolve a problem that's going to be mecanisms to diffund the conhecimento that is sort of produzed, because it's not vira solution. Come to, for example, these centers de aceleradoras, de incubadoras, and estimula esses ambientes de inovação a criar empresas que possam transformar esse conhecimento em produto e serviço, nem sempre esse é o core dos centros, dos institutos de pesquisa. E principalmente, como que esses centros, nesse novo modelo, criam um modelo de sustentabilidade para as suas operações, com mecanismos inteligentes de transferência de tecnologia, de compartilhamento da riqueza gerada a partir do seu conhecimento. Eu acho que isso é fundamental. Então, assim, eu só adicionaria isso aí na discussão.
SPEAKER_06Aí até agora eu vou falar um pouquinho a respeito do que a gente vive no CPQD, porque eu sou responsável por inovação aberta dentro do CPQD. E isso a gente vê que é um desafio mesmo a gente trabalhar essa questão dentro do ICT. Então, a gente tem que pensar a pesquisa não apenas na evolução tecnológica, a gente tem que pensar a pesquisa voltada para o que ela vai resolver lá na frente, né? Qual é o impacto do que a gente está fazendo na sociedade? Não só em relação à aplicação em si, ao que está chegando no mercado, mas ao giro da economia, a fazer com que essas startups escalem, permitir que elas que elas andem pelas suas pernas, um pouco para frente. As grandes empresas, como que essas soluções que envolvem nossa tecnologia e startups, como elas alavancam o negócio dessas empresas, então, isso é um pensamento que a gente está criando muito aqui dentro. A nossa área de inovação está pensando muito nesse lado, o lado de como que a gente chega no mercado, como que a gente desenvolve. É importante virar patente, é importante virar propriedade intelectual, mas é importante dar o próximo passo, né? E aí realmente chegar a resolver algum problema real da sociedade. Legal. Mais algum ponto ali? Aí, vamos lá, aqui a gente tinha algumas perguntas aqui, e aí talvez algumas delas a gente já tenha respondido, né? Então, uma coisa que talvez seja importante nesse momento também é a gente ver o que vocês enxergaram de ações mais relevantes nesse período. Então, por exemplo, o Embrapi fez uma chamada de Covid específica, né? E deu prioridade na questão de Embrapi mais Sebrae com o Covid. Então, o que vocês têm visto, ou ter feito, ou têm visto de mais relevante nesse período ali?
SPEAKER_07Bom, se puder falar, então, a gente aí eu vou falar especificamente da FINEP e tal. Eu acho que teve uma mobilização muito grande para esse momento. E eu estou falando da FINEP simplesmente pelo fato de estar acompanhando lá dentro, mas eu acho que teve uma mobilização bastante expressiva. A gente lançou quatro editais, Fábio, de subvenção econômica nesse período para enfrentamento a questões de emergência, com focos diferentes, desde desenvolvimento de APIs até respiradores e coisas do tipo. Então foram editais também lançados de maneira muito rápida, muito ágil. Eu acho que esse momento trouxe também para as corporações de governo uma necessidade de transformação, tanto de adaptação a esse ambiente digital, quanto de uma capacidade das respostas mais rápidas também. Além disso, a gente está olhando, como o Gordon falou, que é extremamente importante, não adianta olhar só para as questões associadas ao Covid. Então a gente lançou também um edital de subvenção para tecnologi 4.0, lançou um outro para materiais avançados agora, tentando dar uma resposta para a economia nesse ambiente. Além disso, a gente está com ações correntes de apoio ao empreendedorismo. Então o programa FINEP Startup continua rodando normalmente no ambiente virtual. A gente continua recebendo propostas, avaliando, fazendo banca de avaliação, investindo, acompanhando essas empresas. Então a gente não deixou parar. A gente fez um programa para apoio a mulheres empreendedoras que também aconteceu agora nesse ambiente digital, a banca de seleção. A gente está tendo essa semana uma banca de seleção para acelerar e premiar startups numa fase anterior àquelas que investem, aquelas que são investidas pelo FINEP Startup. Então a gente está realmente com um portfólio de ações para tentar dar um suporte às empresas nesse momento. Além disso, teve um movimento também muito importante, que foi o movimento de postergação das amortizações do crédito. A FINEP fez esse trabalho, postergou por seis meses para dar um fôlego de caixa para as empresas.
SPEAKER_01A gente aqui, pessoal, criou um plan de action with nove eixos para auxiliar o ecossistema, as nossas empresas associadas. O primeiro deles foi o eixo financeiro, which mapeou para o associado that exists in linha, de financiamento, crédito disponible, andualizado and as conditions to not work in each one of the organizations. We created an ambition with all the alterations in legislação tributaria and legislative trabalhista to facilitate our focused in the sector of technology for that decisions in manner assertive in that moment, if he will demit or not, if it will suspend contrats or not, implications of this, etc. We mapped all the solutions to our associates of the auxiliary in combat to the COVID, and we mapped all the solutions of associate who could offer solutions gratuites for other associates. So we had a lot of collaboration, many said, I have a solution, we will disponibility for 20 years gratuitely, we will find a condition special for that associate and we had a work with ACAT for negotiation with great furniture. We had a work of renegotiation and guard-chuva, for that people have conditions, to pass.
SPEAKER_02Parcerias institutional, a given conjunct, fizemos também a parceria com o SEBRAE top the projects. So it was very bad those three. Various projects were appointed. Those projects just implement. So all this agility that we did in the model. There are other projects of nationalization of components, respiradors were fed. For example, necessary that were imports for other pays, so we appoint the production of this in the past, that are made, just in practice, in ágil, very rapid, we appear a conjunct of projects strategic, really necessary, of impact immediately for the COVID. So this was very interesting. So muita coisa legal acontecendo nesse mundo. Agora, o que eu acho que a gente tem que pensar agora é o pós-Covid. E eu volto a assistir, eu sou meio chato, às vezes, tá, gente? Não adianta ser tudo igual o que a gente fazia antes, a gente tem que pensar no novo. Eu sinto que a maioria das coisas que a gente está fazendo é o mesmo de antes. Lembra que a gente teve essa discussão, aí vem esse foco em Deep Tech, vem o foco projeto colaborativo e quer tentar pensar diferente. Eu sinto que muitas vezes a gente está fazendo igual de antes.
SPEAKER_06Chegou aqui uma pergunta pra Jéssica, é um pouco do que a BASF está colhendo já resultados tangíveis com as inovações, com as ações de inovação aberta. Você pode falar alguma coisa a respeito disso, Jéssica? E aí, se a gente puder já, então vamos para a Jéssica, a Jéssica responde, e aí se depois cada um puder já falar a sua palavra final, então depois a gente segue para todo mundo dar a sua palavra final já.
SPEAKER_00Tá bom. Sim, a gente já colhe resultáveis tangíveis aí, ações de inovação aberta, né? Então a gente tem um programa em agro, que é o AgroStart, e a gente já conseguiu gerar vendas adicionais para BAST, porque a gente consegue levar para o agricultor não só o produto BAST, mas um serviço, e aí é um portfólio de soluções digitais, né? Então ele pode escolher ali use de drones, aplicação por avião, inteligência artificial em cima disso para identificar as tragas e as deficiencias daquele cultivo específico. Então, esse é um exemplo que a gente já tem bem tangível.
SPEAKER_02Só te tem o que esse projeto é apoiado pela CERT, não é? COSSERT está fazendo esse projeto apoiado pela MVP.
SPEAKER_00De drones, para detecção de ervas daninhas, foi com a MVAPI. Então, assim, esse é um exemplo, né? E aí, com a parceria e com todo o ecossistema, e a gente tem várias outras iniciativas que sim, de fato, geram resultado. Então, um exemplo que a gente tem também, que aí foi uma conexão, na verdade, mais direta com startup também. A gente, como souvenil, conseguiu levar uma solução de realidade virtual para o ponto de venda para o consumidor. Infelizmente, esse ano acabou sendo um pouco prejudicada pela question da pandemia. But I think it gerou vendas adicionais também, porque o consumidor podia de fato simular os produtos da souvenir, então as tintas, os diferentes acabamentos num ambiente virtual que era ultra realista, and it hoje é uma dificuldade, você vai no ponto de venda, você tem ali um monte de lata, você não faz noção de como você vai ficar na sua parede. Então, alguns exemplos, a gente tem alguns outros aí que são mais embrionários, mas sim gera muito valor para baixo e a gente consegue de fato tangibilizar isso. E aí já encerrando, acho que nessa linha, então gera valor, a gente, como empresa, a gente tem total interesse em se conectar com todos os ICTs, governo, iniciativa de universidade, enfim, acho que a gente tem que, de novo, a gente não cria nada sozinho e tem problemas que são muito grandes de se resolver, de se resolver sozinho. Então a gente precisa de fato unir os postos, eu acho que isso só agrega para todos os lados, e isso traz toda uma oxigenação para dentro da empresa, porque muda também o mindset das pessoas, a gente já mudou muito, até a maneira de se relacionar é diferente, né? A BAST é uma empresa mais tradicional, geralmente tinha aquele pensamento mais centralizador, no sentido. Da propriedade intelectual é minha, né? Especialmente quando a gente pensa em formação, sobre você o segredo de um ativo, e quando você trabalha com o ecossistema é totalmente diferente, né? Aquilo não é só seu, aquilo é de todo mundo, você co-criou, às vezes você está co-criando com o seu concorrente e está tudo bem, e é bom, porque o seu concorrente tem os mesmos problemas que você, isso ainda é uma das barreiras que a gente tenta ali também mudar, mas então acho que é isso, assim, a inovação aberta é super importante, acho que o Covid nesse sentido só trouxe, eu acho que ressaltou que a gente realmente precisa inovar juntos, precisa inovar mais rápido, então acho que a crise nesse sentido gerou muitas oportunidades. Eu vejo hoje que todo mundo está muito mais inclinado a testar e a inovar do que a gente estava antes também.
SPEAKER_06Legal. Obrigado, boas palavras. É bom ver essa filosofia numa empresa grande como a Basque. Vamos lá, Rafael.
SPEAKER_07Bom, agradecer, Fábio, de novo o convite, as pessoas que estão aqui nos acompanhando até agora nesse papo, e reforçar, ressaltar a importância de ter essa discussão com mais frequência. A gente já falou sobre essa questão do novo normal, e eu acho que inovação aberta é o novo normal. De novo, as corporações já perceberam inovar para dentro é custoso, é lento, né? A gente precisa adaptar a uma nova realidade, onde a informação, o conhecimento está muito mais disseminado. Deixar aqui as portas abertas da FINEP para um contato. Além de todas as ações que eu mencione, a gente também lançou uma semana um programa específico de subvenção para a indústria automotiva. Então, se tiver alguém também do setor automotivo buscando subvenção econômica, pode entrar na página da FINEP. Todas as ações que eu mencionei aqui estão lá na página da FINEP, finep.gov.br. E deixar aqui uma palavra de agradecimento e de esperança, porque eu sou um eterno otimista. Eu acho que esse novo normal vai ser melhor do que o normal anterior, né? E eu acredito fortemente de que a gente vai sair muito mais forte lá na ponta.
SPEAKER_05Legal. Gabriel.
SPEAKER_01Bom, agradecer também, Fábio, o convite aqui ao Gordon, o Rafael, a Jéssica, é muito legal o papo com vocês, que a gente possa continuar isso aqui depois da nossa conversa. Dizer também que a Kátia está aí super aberta para a gente receber a conexão de vocês, quem estiver assistindo também, depois que todos passarem, nos visitem até lá. Vai ser um prazer receber todos vocês. Quem tiver mais interesse em conhecer, esse programa de inovação aberta nosso que eu falei, se chama Link Lab. Então fica aí o convite para vocês conhecerem e colaborarem, se inscreverem, se conectarem com os nossos desafios lá. Eu acho que concordo que esse é o caminho. O caminho está aí, a gente precisa acelerar. Obrigado a todos e uma boa noite.
SPEAKER_05Obrigado, Gabriel.
SPEAKER_02Gordon. Sempre is bons to reflet and make links into the institutions to work in this ambience of innovation altered is super important. MREP is already to do the empresas who are appointments for innovation, this agenda is important. MRP is a way that the empresas is that we have to select centres of pizza. So a criteria. So this center is a center of much competence, who can work, who are with technology of attending the sector aeronautical and the sector of sales, so they have various design and modelo being agreed. So we're on disposition to ajuding those empresas and connect with parceiros para ter um ecossistema mais forte e um país mais competitivo.
SPEAKER_06Dava para ficar aqui várias horas conversando, mas a gente tem o limite de uma hora, vamos acabar por aqui mesmo. Agradecer muito a Jéssica, ao Rafael, ao Gabriel e ao Gordon por essa conversa, foi muito legal. Obrigado também a todo mundo que está assistindo ou que passou por essa live. E agora eu chamo a Silene aqui para trabalhar com a gente essa finalização da live.
SPEAKER_03Olha, vocês viram que o Fábio, eu não sou uma pessoa mal informada, viu? Eu perguntei ontem, nossa live será em apenas uma hora? E a resposta foi sim! E a gente viu aqui, né, Nito, você poderia ter pedido mais do que 10 minutos adicionais, né? Acho que o conteúdo aqui foi muito legal. Então, aqui, mais uma vez, em nome do CPQD, eu quero agradecer meu muito obrigada a Jéssica, ao Rafael, ao Gordon, ao Gabriel, muito obrigada por compartilharem conosco tanto conhecimento, especialmente essas experiências que foram mencionadas aqui, né? Muito enriquecedor, muito legal mesmo, gente. Muito obrigada, obrigada mesmo. O Niso vai providenciar próximas para a gente poder conversar mais sobre isso, certo, Niso? Muito obrigada, pessoal. E a todos vocês que estiveram conosco, nos assistindo aí nesse tempo. Muito obrigada. E eu aproveito para convidá-los a se inscreverem na nossa próxima live, que será na próxima quarta-feira, às 17h. O tema da próxima live é o papel do 5G na expansão da Banda Larga e do IT no Brasil. Também é um tema muito interessante. Então, se você ainda não se inscreveu, inscreva-se e esteja conosco na próxima quarta-feira. Muito obrigada, uma boa noite e até a próxima.