CPQD Podcast
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Blockchain: O papel da Identidade Digital Descentralizada no novo cotidiano
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A Transformação Digital, o Open Banking e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais levantam a discussão sobre como ter maior poder de decisão e controle sobre as informações. Em nossa realidade, as interações são cada vez mais digitais, e a presença física será cada vez menos necessária para atestar a veracidade de quem somos e das nossas informações.
A Identidade Digital Descentralizada, através de redes Blockchain, permite tudo isso de maneira muito mais segura e autônoma. Poderemos ter a massificação dessa identidade nesse novo cotidiano? Poderá ela se tornar a camada de identidade da internet que não foi implementada na sua origem?
Hello, board. I am a Silene, I'm responsive vendor do CPQD. We are série that we are organizing and preparing with carinho with the participation of clients, and authorities. We plan for much time our transformation digital, and that's rapidly, more rapidly than imagined. The live hour of duration, and the theme is blockchain, the identity decentralized in this quotient. To this bachelor with our conversations, I am the Telmo. The Telma is the market for the blockchain. Telma, now with you.
SPEAKER_03So, as Celene commented, our theme is identity digital descentralized. And we know that this is a moment is very pertinent because with this digitalization that occurred in this moment of pandemic and post-pandemic, we entered that digitalization will be more intense ahead. So for explicitly, when we follow identity digital descentralizados, a gente de pessoas, físicas, indivíduos, pessoas jurídicas, empresas, and coisas também. So a gente hoje conseguiu montar aqui um time que eu gosto de chamar de estrelas, que eu fiquei muito satisfeito, porque na hora de pensar, a gente tinha que pensar as instituições relevantes, as pessoas relevantes, and foi muito bom saber que a gente, aqui no CPQD, está ligado a todas essas pessoas e essas instituições. Então, é a Karen da HyperLERT, está falando direto de Nova York, o Jerônimo, da R3 aqui do Brasil, e o Reinaldo Formigoni, aqui do CPQD.
SPEAKER_04Obrigado.
SPEAKER_03Vocês vão ver que eles são um time de estrelas, a Karen tem muita experiência mundial, já atuou na Índia, na Etiópia, né, Karen? Tanto na Hyperledge como em outras instituições. O Jerônimo, no universo tecnologia blockchain, aqui é respeitadíssimo no Brasil. Obrigado. Passou, né, está na R3, já passou por IBM, Tautec, quem é mais antigo aí da década de 80, sabe muito bem que Taltec era um nome aí que a galera, todo mundo queria. Eu, quando estava no Colégio Técnico, eu ouvi a Taltec e falou, pô, Italtec é o IBM é onde eu quero estar. E o cara passou pelas duas. O Reinaldo aqui também, prata da casa nossa, ele. Cara, o cara tem um perfil aqui de engenharia, economia, direito, manja de estratégia, segurança, e agora está tocando aqui o blockchain no CTPD. Ou seja, é um time aqui fantástico, estou muito satisfeito de poder estar aqui com vocês. A gente já interage, mas tenho certeza que eu vou aproveitar aqui para aprender bastante coisa. Então eu queria pedir que cada um se apresentasse brevemente, vou começar pedindo para a Karen se apresentar brevemente. Por favor, Karen.
SPEAKER_05Obrigada, Thelmo. Oi, tudo bem, todo mundo? Boa tarde. Como o Thelmo falou, trabalho para o Hyperledger. Estou aqui em Nova York, no meio da situação louca que todos nós estamos vivendo. Eu trabalho no time de ecossistema do Hyperledger. E o que fazemos lideramos com duas comunidades que existem no Hyperledger. Hyperledger é uma organização que faz parte da fundação do Linux, que tem vários projetos de open source e várias tecnologias. E o Hyperledger é o projeto que se lida com o blockchain for as empresas. Então, o meu papel nesse time de ecossistema é que lida com a comunidade que temos de open source, que está contribuindo, desenvolvendo as nossas tecnologias do Hyperledger, and também com o nosso grupo de membros, que temos membros de várias empresas, pequenas, médias e grandes, associações do governo, and o CPQD faz parte.
SPEAKER_03Obrigado, Karen. Então, eu queria chamar o Jerônimo para se apresentar brevemente.
SPEAKER_02Obrigado, Théo. Antes de mais nada, obrigado pelo convite. It's a prazer para a gente da R3 star aqui with a parceiro tão legal as CPQD. For those who don't connect a R3, a R3 is an empresa that was funded in 2014-2015. In this time, the banks, who at this time were quite 100 banks associated with R3, the R3 coordinate the design of a platform blockchain a part of zero. In 2018, in 2017, a R3, and we are responsible for the lançamento of a product that's okay Enterprise. Projects in mercury capitais from the SDX, which is a Bolsa Digital of Swiss. Then we have projects with tokenization, talking about Livino, many projects involving the CBDC, which is the Central Bank Digital Concurrency, and sem dúvida alguma, identity digital também está no nosso radar, como a gente pode imaginar com alguns projetos que nós vamos falar dele já já.
SPEAKER_03Obrigado, Jerônimo. Então agora vou pedir que o Reinaldo aqui do CPQD se apresente também. Por favor, Reinaldo.
SPEAKER_04Legal. Boa tarde a todos. É um prazer muito grande estar aqui com vocês, dividindo esse palco sobre um tema bastante relevante de transformação digital. Eu sou gerente da área de soluções blockchain do CPQD. Nós trabalhamos no assunto blockchain há quatro anos. De forma mais intensa, com o projeto rodando, nós estamos trabalhando aí nos últimos dois anos. Nós temos quatro projetos em andamento atualmente, uma equipe de 32 pessoas num crescente, provavelmente até o final do ano a equipe vai estar maior ainda, que é muito bom. E temos aí algumas frentes hoje de atuação. Uma frente é a mais consultiva, que define, ajuda os nossos clientes a escolher plataformas, qual a plataforma de desenvolvimento mais propícia, suporta também as atividades de definição de governança, de rede. Uma segunda frente é mais ligada à supply chain e à IoT, no contexto de blockchain. Uma terceira é contratos inteligentes, desenvolvimento de marketplaces. E uma quarta, que é a que a gente vai estar tratando aqui, que é uma coisa bastante inovadora e fundamental nesse ambiente de transformação digital, que é a identidade digital descentralizada. Eu vou daqui a pouquinho falar um pouquinho mais sobre o que é isso, mas o que eu posso adiantar é que é uma questão fundamental hoje quando se fala em transformação digital.
SPEAKER_03Obrigado, Reinaldo. Queria lembrar a todos aqui que estão nos acompanhando, que quem quiser pode ir colocando perguntas. A gente no final tem um bloco de perguntas e a gente vai tentar responder algumas das perguntas. Bom, como o tema identidade digital descentralizada, ou alguns conhecem também como identidade autosoberana, não é tão popular, principalmente aqui no Brasil, eu gostaria de pedir que o Reinaldo fizesse um pouco da contextualização, explicasse um pouco dos conceitos do que é identidade digital descentralizada, para quem aqui esteja nos acompanhando e não estiver muito familiarizado, poder entender um pouquinho mais. Pode ser, Reinaldo?
SPEAKER_04Vamos nessa, vamos lá.
SPEAKER_03Obrigado.
SPEAKER_04Bom, pessoal, quando a gente fala em transformação digital e cada vez usando mais as plataformas digital, essa experiência da pandemia mostrou para a gente que a transformação digital vem realmente para ficar na nossa sociedade, na nossa economia. Uma questão chave é a identidade digital, seja de pessoas, seja de pessoas físicas, pessoas jurídicas e também de coisas, para tornar mais seguro o ambiente de IoT. E se a gente olhar especificamente a questão da identidade digital de pessoas, a gente vai ver que atualmente nós estamos na segunda geração de soluções de identidade digital. A primeira geração é a geração de silos, onde basicamente a gente, para acessar qualquer tipo de serviço, nós utilizávamos o tradicional usuário e senho. Então, cada empresa com a sua solução. Isso evolui para a segunda geração, que é a geração que a gente chama de identidade digital federada, que é basicamente o que muita gente está usando, que é você para acessar um determinado serviço, você usa um provedor de identidade digital, tipo a sua identidade digital do Facebook, do Google, do LinkedIn e por aí vai. Bom, essas soluções têm uma série de problemas, o federado, a gente a cada uma vez por mês tem alguma notícia de vazamento de milhões de informações de conta de usuário. Então, além do problema da usabilidade, tem a questão da segurança. E isso levou, com o advento do blockchain, colocando o blockchain como uma metatecnologia habilitadora, surgiu, então, a terceira geração de soluções de identidade digital, que a gente chama de identidade digital descentralizada ou, mais especificamente, autossoberana. E por que isso? Porque nesse contexto, e olhando para as obrigações regulatórias que a gente tem hoje, por exemplo, o Regulamento Geral de Proteção de Dados da Europa, que foi lançado em 2016, e a nossa Lei Geral de Proteção de Dados, a ideia é que cada dia mais o dono dos dados, o cidadão, tenha controle desses dados. Ele passa a ser o centro da solução. Então, por isso essa questão autosoberana. E o que se diz é o seguinte: a internet foi criada e faltou aquela camadinha de identidade digital na sua concepção. E com o advento do blockchain, então, surgiu a possibilidade de se criar essa camada de identidade digital. Bom, e nesse contexto ela é descentralizada e tem aí uma questão-chave para a gente entender como ela funciona. E fazendo um paralelo com a carteira da gente até, você passa a ter uma carteira eletrônica, e essa carteira você vai guardar uma série de credenciais eletrônicas. E essas credenciais, elas nada mais são do que credenciais emitidas por diferentes órgãos, só que são credenciais eletrônicos, que você pode fazer uma comparação com os seus documentos, por exemplo. E para esse sistema funcionar, que a gente chama de meta de sistema de identidade digital, tem três elementos-chave que a gente chama de triângulo da confiança, que é, primeiro, e obviamente o usuário, o cidadão, e ele é o proprietário da carteira, a gente chama isso de holder. Ele tem lá a carteira eletrônica, seja essa carteira colocada em qualquer dispositivo, seja o smartphone, no notebook, enfim, cada solução aí tem a sua característica. E a identidade dele vai ser construída por um conjunto de credenciais. Bom, e quem emite as credenciais? Então, tem também a figura, o segundo elemento desse triângulo, que é o emissor. Então, existem vários emissores desse metasistema, exemplo, o TSE pode ser um emissor de uma credencial, do seu título de eleitor, secretarias de segurança pública, DETRAN. A universidade que você fez a sua graduação, ela pode ser um emissor do seu diploma no formato de uma credencial. Enfim, os bancos pode ter uma identidade digital do setor financeiro. Enfim, tem essa figura aí do emissor. E, finalmente, tem o verificador da credencial, quem é esse ator? Ele é o provedor de qualquer serviço que você quer acessar. Que pode ser, por exemplo, um banco, pode ser o acesso a um serviço, um IGOV, pode ser um acesso a um marketplace para você fazer compras. Enfim, pode ser um controle de acesso físico, inclusive, onde você vai apresentar sua credencial e vai passar por ali. Enfim, também tem essa figura do verificador. E tem uma questão muito interessante nesse triângulo que é a seguinte: eu estou querendo acessar um serviço, o provedor de serviço me pede alguns dados, e aí então eu apresento uma credencial para ele. Eu defino quais dados eu vou estar apresentando para ele. Essa questão é chave. E a hora que ele recebe, então é um, de repente pode ser um subconjunto de uma credencial, um subconjunto de dados de uma credencial, a hora que ele recebe aquilo, ele não vai até o emissor para ver se aquela credencial é verdadeira ou não. Primeiro, ele tem uma relação de confiança com esse emissor, ando, ele vai fazer essa verificação na blockchain. E na blockchain, a gente grava uma série de identificadores ligados ao que a gente chama de identificador distribuído, esquemas de dados, mas a gente não guarda dados pessoais na blockchain. Então, o sistema todo foi concebido para, primeiro, atender a estar compliant com a Lei Geral de Proteção de Dados, ou melhor, o Regulamento Geral de Proteção de Dados da Europa. Essa questão é muito importante. Segunda questão, ele é de facílima usabilidade. E terceiro, ele foi todo desenvolvido, a arquitetura dele é desenvolvida usando conceitos de security by design e de privacy by design. Então, é uma tecnologia relativamente nova, muita prova de conceito acontecendo, e alguns pilotos, algumas aplicações comerciais também já em fase de testes e entrada em operação também. Bom, pessoal, era essa a visão geral que eu queria dar para vocês, e no mais a gente vai explorando isso ao longo do nosso papo, da nossa conversa, tá bom?
SPEAKER_03Ah, legal, obrigado, Reinaldo. Foi ótimo que você deu esse overview aí para quem talvez não esteja muito habituado com o tema. Agora, nesse bloco, eu queria pedir aqui para os nossos convidados que eles falassem um pouco dos casos de uso que eles têm vivenciado. Karen, você podia começar falando aí um pouco dos casos de uso que você tem visto, da Hyperledger, aí pelo mundo?
SPEAKER_05Sim, claro.
SPEAKER_03Legal, obrigado.
SPEAKER_05Obrigado, Reinaldo, pela explicação. Eu acho, sabe, é sempre útil pensar como é que eu podia usar isso na minha vida diária. When I comecei eu mesmo a aprender sobre a identidade digital, eu sempre pensei na minha identidade. Mas o que é interessante is that a identidade digital não é só para a pessoa ou indivíduo. Pode ser também para qualquer coisa. Pode ser para o seu carro, a sua casa, uma empresa, um prédio, realmente qualquer coisa. Então o exemplo que atividade do Hyperledger tem um governo do Canadá, eles fizeram um projeto que se chama o OrgBook, tem vários anos que já está in production, então é um projeto bem avançado. E o OrgBook serve como uma rede digital, confiável, de dados, verificáveis about organizations in Canada who are conectadas in that redeem. And what existed a redeem? It's because the government and the empresas then want to access rapidly evidências that are legally incorporated. It's a country that the government precisely of days in one verify, or restaurant, in St. United or Canada, restaurants have a license to serve all. E o governo pode verificar quando se está válido ou se precisa renovar, e os parceiros desse restaurante ou bar também podem verificar também. E isso é melhor o sistema que existia antigamente, porque normalmente tem que passar essa informação, esses dados de uma maneira que não era segura. Podia ser por internet, ou mesmo com papéis. Eles descobriram que essa informação não era sempre liderada de uma maneira segura que não mostrava dados que não eram necessários para o que o governo queria verificar. Isso é um exemplo que você vê muito na identidade digital. When you're exemple sobre o indivíduo, normalmente se você pensa na sua carteira de identidade, tem o seu nome, eu acho que no Brasil tem talvez o CIP, eu não conheço muito bem. Mas aqui nos Estados Unidos tem seu nome, seu endereço, até a sua altura, o peso. Mas quando você está querendo entrar in um lugar que eles precisam verificar sua idade, for example, não precisa saber de onde você mora. Não precisa saber a sua altura, o seu peso. Mas a pessoa que está verificando vê toda essa informação e não é necessário. Então, é a mesma coisa com as empresas aqui nesse workbook. Só a informação que é necessário para o que o parceiro precisa saber para entrar incommerce with a company, or o que o government precisa saber, só essa informação é o que está revelado para a outra entidade. Então eles criaram essa nova experiência de instrução que é mais conveniente, and use esse registro global and aberto usando the blockchain. O blockchain that usam é o Hyperledger Env, one das redes de blockchain that exists in the various technologies that the Hyperledger desenvolve, e é specificamente para identidade digital. O team do CPQD está usando ando essa technologia ando com o Indy também. So, esse é um exemplo. Não sei se tem tempo para dar o outro. Você me fala.
SPEAKER_03Você consegui rapidinho?
SPEAKER_05Rapidinho.
SPEAKER_03Acho que dá tempo aí.
SPEAKER_05Então, um outro exemplo que eu gosto, acho bem interessante, volta mais aos exemplos da identidade de um indivíduo. É um exemplo da Kiva que estão fazendo na Sierra Leone, na África, and nesse país não existe, não existe sim. Para cada pessoa, não existe um registro de crédito for as pessoas. Eles não têm um sistema been estabelecido para isso. Então a causa disso tem uma grande partie da população who não tem acesso a serviços bancarios because they have access to crédit. O Kiev está fazendo a parceria com o government and as Nations Unidas to create a registrar using the blockchain that will design a population who had this access bancaria to poder entration in the system of finances formal através the access to a crédito that exists using the blockchain and eles também estão usando Hyperledger in DNCSA. Eu não estou ouvindo você, Thelmo.
SPEAKER_04Você está mudo.
SPEAKER_03Obrigado, desculpa. Jerônimo, vou pedir então obrigado, Karen. Vou pedir para você, German, por favor, também comentar um pouco dos casos de uso que você tem vivenciado aí na R3.
SPEAKER_02Ah, legal. Obrigado, Thelmo. Dá para vocês imaginarem que o mundo bancos já tem uma preocupação muito grande with identidade digital, and alguns projetos nascer a long time inserted, ainda when we had a laboratory of experimentation. One of the projects was the Leia 2, which surgiu was designed by Cinecron, who is one of the parts of technology, desense Corda. So, for America Latin, we had banks and regulators, but the Peru, involved in this project. In this period, in this period, we had an experimentation of identity digital in Brazil. It was both interesting for the obtaining of all results of intability via preservation of privacy of rastre the transaction and rastrear what was. Pegando on what Karen followed, I will follow a little bit about Cordenit. Cordenticity is a solution open source, that is disponible via GitHub, it was designated by Luxoft, and the Cordenit feels an interoperability between two redes blockchain. So it uses the HyperledgerInge for the instrumentation cryptographic that's disponible in the tratament of dados of HyperledgerInge and integrated with the Corda to orchestra of processes and fluxes that the Corda possibility. Some of the spoiler, but just an abordage that the CPQD used in FINAID, which day a bit o Reynaldo deve follow for the one. For other line, especially for jurisdictions, or for clients and corporatives, which involves processes and documentation bastard, it is a process cost that involves a backup which is rental in terms of process. Some possibility of a project of your customer in a manner that you can make compartilment, that you can make projects collaboratives based on information of clients, level in contact the sovereignty of the clients. One project of recently, which is the Trust ID Network, the Gmalto. The Gmalto connects, an empresa of technology for seguranism, and focused on a project, in a platform for identity digital distributed. And what they say is an identity wallet. So they have a carteer for armazenamento of identity autosuperana. I think vale in the Marketplace TR3, the Corda Dig Methods, MyTrust, Provable, or a conjunto of projects that are designated for use of the technology Corda, and all these cases associated with Hyperledger Indy for identity digital, for no your customer, but absolutely for identity autosuberan.
SPEAKER_03Bacana também a Karen trazendo aí mais do Hemisfério Norte. Legal that you commentou aí do Hemisfério Sul também. Legal, Jerônimo. Reinaldo, agora vou pedir por favor que você comente aí dos casos, dos nossos casos de uso aqui do CPQD.
SPEAKER_04Vamos lá. Bom, pessoal, a nossa primeira experiência com identidade digital foi do setor financeiro. Surgiu de uma apresentação que nós fomos fazendo no Banco Central sobre identidade digital descentralizada. Só para vocês terem uma ideia, o Banco Central tem dois grandes projetos hoje, de grande impacto, que é o Open Banking e a plataforma instantânea de pagamentos. Nenhum desses projetos tem uma camada de identidade digital definida. E quando a gente apresentou esse projeto, fizemos a apresentação do conceito de identidade digital descentralizada lá no Banco Central, surgiu a ideia de a gente fazer, no âmbito do laboratorio de inovação financeira deles, que se chama LIFT, surgiu a ideia de a gente desenvolver a solution de identidade digital descentralizada para o setor financeiro, olhando para a plataforma instantânea e o open bank. A divulgação aconteceu em março desse ano, que teve um impacto muito positivo. A ideia desse projeto é construir com o metasistema de identidade digital descentralizada a identidade digital para o setor financeiro, facilitando o acesso a serviços, a abertura de contas, enfim, uma série de coisas. E assim, despertou uma atenção muito grande do setor. A gente tem conversado com vários players do setor sobre essa identidade, não só para a pessoa física, mas para a pessoa jurídica também. A segunda aplicação, e essa está indo para o mercado agora em novembro, a primeira aplicação de identidade digital nossa em operação comercial não vai ser no setor financeiro, mas vai ser no agronegócio. A gente tem um parceiro que a gente está desenvolvendo um produto de rastreabilidade, de cadeia de alimentos, e ele viu aí uma oportunidade de desenvolver a carteira do produtor rural brasileiro, usando a identidade digital descentralizada. Então é uma solução que a gente está em fase final de desenvolvimento e até o final do ano vai estar em operação comercial. A gente vai começar o piloto no curto prazo agora. Temos também uma experiência, um projeto piloto acontecendo no governo federal, para dar mais segurança e mais usabilidade no acesso a serviços de governo digital. É um piloto que a gente está fazendo e eu acredito que em alguns meses a gente vai poder estar divulgando com um pouco mais de detalhe o que a gente está fazendo. E finalmente, fruto até da nossa experiência lá no Lyft do ano passado, e com bastante estímulo aqui da R3, o Keiji e Jerônimo, e também da Associação Brasileira de Bancos Comerciais, a gente entrou com uma nova proposta no LIFT desse ano, que é uma proposta muito legal, que é usar a identidade digital do setor financeiro que nós fizemos no ano passado, que a gente chama de FINAID, usar toda a estrutura do que foi desenvolvido, os componentes, para resolver um problema muito específico do Open Banking. O Open Banking na fase 2 dele tem o compartilhamento de cadastros entre instituições financeiras. E para funcionar o Open Bank, até por questões regulatórias, existe a necessidade do consentimento do usuário, do dono do dado. Então, seja para compartilhamento de cadastros, seja para fazer uma operação financeira, sempre tem a questão do consentimento. E aí a gente vai fazer um projeto que envolve a credencial de identidade digital, o FINAID, e o consentimento vai ser ligado também a uma credencial. Então, a gente está numa fase agora de especificação de requisitos, a versão final dessa prova de conceito vai estar pronta no final de setembro. E também é um projeto que está chamando bastante atenção do setor. Bom, basicamente era isso que eu gostaria de comentar. Tem outras conversações em andamento, mas eu acho que esses são os mais relevantes.
SPEAKER_03Legal, obrigado, Reinaldo. Como vocês puderam vir, a gente está bem animado aqui com as nossas frentes aqui. Pessoal, estou vendo aqui que está tendo um debate bacana.
SPEAKER_04Só queria fazer só mais uma observação aqui, em consideração à Karen e ao Jerônimo. Os dois projetos do Banco Central utilizam IND e o Cordentity, na sua solução. Então, somos parceiros aí nessas duas iniciativas aí, nessas duas experiências do Banco Central. E nesse projeto agora, mais uma vez, no outro também, o nosso padrinho tecnológico do projeto Lyft é R3 Corda. Tá bom?
SPEAKER_03Legal, legal. Como eu disse, a gente ficou fácil até chamar o pessoal para falar, porque já temos nossos parceiros aqui já, que são dessas instituições aí de muita relevância. Estava comentando que está rolando um debate aqui, legal, que está rolando um debate com perguntas e alguns até respondendo. A gente vai ter um bloco no final, tá, gente? Só para endereçar, lógico que a gente não vai conseguir responder todas as perguntas, mas vai ter um bloco de perguntas, eu estou tentando aqui já fazer um compênio de perguntas, tá? But no final tem último bloco que a gente vai fazer perguntas e respostas. Bom, para esse próximo bloco, eu queria pedir que vocês também comentassem como vocês estão vendo o potencial da identidade digital descentralizada justamente nesse novo cotidiano, nesse novo modo de viver que a gente está tendo agora e depois como vai ser eventualmente a gente ainda não tem certeza. Então eu queria pedir primeiro para a Carne fazer algumas considerações sobre como ela vê esse potencial de uso da identidade digital descentralizada. Carne, acho que você está no mudo. Isso aí acontece.
SPEAKER_05Desculpa, obrigada. Olha, eu acho que a gente ainda tem muito passo na frente para chegar ao futuro de identidade digital autosoberana. De como ouvimos falar muito na indústria na área de blockchain. Mas eu acho que o que é muito interessante, o que é muito legal é que estamos vendo projetos que estão avançando, que estão entrando em produção, que estão usando dados reais de pessoas, de indivíduos, dos bancos. Então estamos vendo esses projetos avançar de uma maneira real e que eu acho que vai começar mais a mais tocar as nossas vidas diárias. And como eu falei antes, também não só na área tradicional de como você tem a ser identidade, mas também vemos, estamos vendo os exemplos com um passaporte digital para identidade de fornecedores de produtos, de café, de produtos de comércio, qualquer coisa. Então, eu acho que estamos vendo muitos exemplos mais nas áreas não tão visíveis para o público, mas. Acho que não é muito longe that utilizar identidade digital in nossas vidas diárias. And this existe, quando chegamos atrás que parece mais a mais notam no futuro, is that we can ver the potential of this technology, the potencial of the identical digital. It's like populations that not access bancarios, come to this potential. It's like the opportunity to control, usar and access, os seus papéis médics. When you enter in a hospital or visitar a médico. So it's like this will come to tocar our videos and I acho que isso que me interessa mais nessa área é porque eu continuo a seguir andender anders, a nossa comunidade está fazendo nessa área, eu acho que é muito interessante. E eu convido todo mundo a continuar a seguir o que está acontecendo na comunidade do Hyperledger.
SPEAKER_03Obrigado, cara, obrigado. Jerônimo, por sua vez agora, eu vou pedir para você fazer a mesma avaliação aí. Vou pedir para vocês tentar ficar indo minutinhos, porque a gente, por causa do tempo, a gente tem algumas perguntas. Se você puder tentar comentar em dois minutos, o que você vê de potencial aí para a identidade digital descentralizada ou autosoberana?
SPEAKER_02I acho que o interesse is bastante amplo. Basta ver o numero of experimentations in identities auto-soberanas, in no your customer. There are projects that chamber attention to different industries. I think a Karen just told in the first intervention delays that talk about identity of digital is something that is ample. So it was trying to model an identity or a conjunct of identities in which a solution that would above great processes of negotiations for grandstrices. So when we see projects more focused, we perceive that they have a success more. Then we look for those aspects that I think are three aspects both important. So we don't have a solution to attend plain the two. But in general, in the projects we don't do this, we learn the privacy and in a certain way not attain the convenience that the users have. So for all these things in the road, for a gente, apes that the theme is bastard, a long time we are discussing identity digital, no your customer, and solutions of this port, I think we have a caminhouse to all the experimentations to have that.
SPEAKER_03No, Lenga, ótimo, comentário. Obrigado, Jerônimo. Reinaldo, sua vez, por favor, você conseguir em mais ou menos dois minutos por conta do tempo.
SPEAKER_04No, Karen e Jerônimo já falaram bastante sobre isso aí. Eu só queria colocar um comentário bastante relevante, que é em relação ao aspecto legal e regulatório. A gente tem hoje soluções oficiais, tipo a estrutura de chaves públicas como uma solução de identidade nacional, mas se a gente olha o decreto 10332, que foi emitido no final de abril, é bastante interessante ver que existe um capítulo, que é o capítulo 12 desse decreto, que fala sobre os objetivos de identidade digital. E um dos itens colocados ali é a possibilidade de ter outras soluções de identidade digital, soluções inovadoras de identidade digital. Ou seja, existe também da parte do governo uma preocupação de olhar e de considerar outras soluções inovadoras, como é o caso, por exemplo, da identidade digital descentralizada. Era só isso aí que eu queria comentar. Vamos deixar mais tempo para as perguntas.
SPEAKER_03Isso aí, legal, obrigado, Reinaldo. Bom, a gente tem muitas perguntas aqui, está rolando um debate, como eu comentei, mas tem duas perguntas aqui que eu acho que talvez sejam bastante esclarecedoras, pode ter que tenha muita gente com dúvida parecida. Vou pedir para você, Reinaldo, responder. São duas perguntas que acho que você vai conseguir juntar numa resposta só, talvez. Uma é da Valéria Queiroz. Ela pergunta, se os dados não estão na blockchain, onde estão? Acho que é uma dúvida bastante pertinente. E tem uma pergunta aqui também do Maurício Conte, só um momentinho. Gostaria de entender a vantagem de usar um ecossistema baseado em blockchain e não uma rede ad hoc fechada. Se você puder tentar explicar, tirar essas duas dúvidas aí, Renaldo, eu agradeço. Acho que são dúvidas pertinentes para muitas pessoas, talvez.
SPEAKER_04Tá, tá. A segunda, eu peço até um pouquinho da ajuda do Jerônimo, mas vamos lá. No caso específico dos dados, né, existe algumas possibilidades, depende da implementação. A que tem sido mais usada hoje é que esses dados são colocados de forma bastante segura na nuvem. Essa é uma alternativa. A segunda alternativa é que os dados sejam armazenados no próprio dispositivo do usuário, seja um smartphone, seja um notebook. E no roadmap de evolução desse metasistema, também espera-se o surgimento de provedores de serviço que colocariam isso num hub. Você pode ter um hub específico, um prestador de serviço, só para armazenar os dados associados às credenciais. Então, e lá no blockchain você tem os ponteiros para acessar isso usando toda uma tecnologia bastante segura. Agora a segunda pergunta do Maurício é ele. Bom, a gente pode usar essa solução, colocar a sua aplicação numa rede pública, como por exemplo, hoje a gente tem redes permissionadas de acesso público. Vou dar um exemplo, a rede Sovereign é uma rede mundial de identidade digital autosoberana, ela usa a Indy como base de funcionamento, e você pode fazer o desenvolvimento e colocar nessa rede pública, porém de acesso permissionado. A outra solução é você construir a sua própria rede, um consórcio, onde você teria os seus nós ali e essa rede atendendo a um ecossistema restrito. Também existe essa opção. A gente vê os dois casos sendo adotados. Quando você fala com iniciativas de governo, geralmente eles se sentem mais à vontade se você usar, se você construir uma rede e colocar alguns órgãos de governo fazendo a gestão dessa rede. I don't see several respondents a segunda pergunta, se era isso que ele queria saber. Jerônimo, você tem alguma observação em relação a isso?
SPEAKER_02Ah, deixa eu complementar aqui, Renato, porque provavelmente ele deve estar falando de usar uma base de dados centralizados invisible blockchain. Eu diria que a maioria das soluções blockchain você pode resolver com uma base de dados centralizados. O que você não tem numa base de dados centralizados que você tem numa solução blockchain is confiança. So, for a base of dados centralizados, you can confiar in quem está administrando aquela base de dados. If you tiver um núcleo privado onde você tem essa confiança, and muitos dos projetos tradicionais levam em conta isso, it's possible to make this implementation using an architecture traditional. When you apport confiance with us who don't confuse it, I think that the blockchain is a solution as adequate. Independent of the platform, I'm talking about blockchain of a manner. And for the prime in the blockchain, we'll see that the blockchain is immutable. Immutability is a characteristic. And this is something trivial to be made in a solution of blockchain. So the things is guard in the blockchain simply the credentials of something that was armazenated in another form, not the blockchain of ledger.
SPEAKER_03Karen, for several fazer suas considerações finais.
SPEAKER_05Eu só queria adicionar o que o Jerônimo estava falando, que tudo agora é muito mais rápido, mais fácil, com o sistema centralizado. Então, se queremos fazer a identidade digital rápido e fácil, isso já existe e já podemos fazer. Só que não seria realmente autosoberânea anda a solução inonde um indivíduo, ou se no caso de uma company, empresa, está in control dos seus dados. Então é isso que é possible com a identidade digital on the blockchain. Se vocês querem saber mais information sobre o Hyperledger, or se quer contactar, eu posso dar meu email. O nosso site is hyperledger.org and convido vocês tocando mais sobre a gente andar nossa technologia.
SPEAKER_03Legal, obrigado, Karen. Jerônimo, favor, suas considerações finals.
SPEAKER_02I asked for bate-papo, obviously, Karen and Reinaldo, for compartiling as informations that we are vivenciated. For us, the R3 is very important, it's a thing that is in our radar for a long time. If anyone in the audience has interest, you can procure.com pode entrar in contato com a gente. Estamos à disposition.
SPEAKER_03Legal, obrigado, Jerônimo. When the Jerônimo e a Karen falem que podem procurar, eu atesto que é verdade que são bastante abertos, bastante receptivos mesmo. Obrigado aí. Reinaldo, por favor, se você puder fazer sua consideração final.
SPEAKER_04Legal, legal. Bom, primeiro eu queria agradecer a Karen e Jerônimo pela presença, prestigiando aqui o nosso evento. Dizer também que o tema identidade digital faz parte da nossa estratégia hoje no CPQD. Estamos apostando nessa metatecnologia que, no nosso ver, é de extrema importância no mundo da transformação digital. Temos hoje um papel bastante relevante nas discussões aqui no Brasil e também fora do Brasil, a Karen é testemunha disso, a gente tem uma atuação muito forte lá nos grupos de discussão do projeto Hyperledge, no Ares, na própria Indy, a gente tem uma participação bastante ativa. E a gente vê aí com bastante otimismo, obviamente, faz parte da nossa estratégia, as possibilidades que. Ou metas, como alguns preferem falar. É isso aí, obrigado pela oportunidade.
SPEAKER_03Legal, obrigado, Reinaldo. Então, vou passar, daqui a pouco, já já vou passar a fala para a Silene para não fazer fechamento, mas muito obrigado, Karen. Direto de Nova York, muito obrigado. Jerônimo, mais uma vez, muito obrigado. De São Paulo, né, Jerônimo?
SPEAKER_02Sim, São Paulo.
SPEAKER_03E Reinaldo, novamente, muito obrigado. A gente já está todo dia junto, mas muito obrigado por ter participado, ter esclarecido o pessoal direto aqui de Campinas. Então, vou passar para a Silene. Obrigado, pessoal. Silene, por favor. Valeu, gente.
SPEAKER_04Obrigado.
SPEAKER_01Obrigada, boa noite. Bom, pessoal, como sempre, quando a gente está fazendo alguma coisa chata, uma hora demora pra caramba passar, né? Mas aqui o papo estava muito bom, eu acho que muito aprendizado, muita troca de experiência, uma hora pulou. Acho que dá para a gente fazer mais umas horas aí, né? A gente volta para mais uma rodada, uma hora dessas, né? Acho que vale muito a pena. Como eu disse, é um assunto que é atual e ainda tem muito de novo, né? Com certeza. Então, mais uma vez, em nome do CPQB, eu quero agradecer nossos convidados. Muito obrigada por compartilhar conosco, tanto conhecimento, tantas experiências. Muito obrigada, especialmente vocês parem que vem de tão longe, muito obrigada. Muito obrigada, Jerônimo parceiro, olha a todos os dois. Renato, mais uma vez, muito obrigada por compartilhar aqui conosco. Obrigada, Telmo. Pessoal, muito obrigada, muito obrigada mesmo. E a todos que nos estiveram conosco durante essa hora, eu quero agradecer muito, muito, muito obrigada e quero aproveitar para convidá-los a participarem da nossa próxima live, que será na próxima quarta-feira, no mesmo horário, às 17 horas. E o nosso próximo tema será Privacidade e Segurança Cibernética no Novo Cotidiano. Esperamos vocês, viu? Inscrevam-se. E muito obrigada, um abraço, uma boa noite a todos e até breve.